Bom dia!

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Jimin


A água caía quente quando senti alguém me abraçar pela cintura. Abri meus olhos e vi a coisa mais linda do mundo.

Louise escondeu o rosto no meu peito, as mãos deslizando pela minha pele. Eu já tava ficando duro de novo.

O cheiro dela. O toque. O jeito dela, me deixava louco.

— Louise...

Ela ergueu os olhos, molhados, brilhando.

— O quê foi Ji?

— Encosta ali. — Apontei com o queixo pro banco fora do boxe, perto da parede. — E abre as pernas pra mim.

Ela hesitou. Só um segundo. Mas o rubor subiu no rosto.

— Aqui?

— Aqui. Agora. — Falei baixo, firme. — Confia em mim.

Ela mordeu o lábio e obedeceu. Caminhou até o banco, se sentou, ajeitando o cabelo molhado pra trás. As coxas ainda juntas.

— Abre — repeti, olhando direto pra ela, a voz carregada de desejo. — Quero sua boca aberta gemendo pra mim e sua perna mais ainda.

Ela abriu. Devagar. Sem tirar os olhos de mim. E quando fez isso, eu perdi qualquer resquício de controle.

Me ajoelhei. As gotas de água escorrendo pelas costas dela, descendo entre os seios. Os pelinhos da nuca arrepiados. E ali, entre as pernas dela, pulsando, molhada... e não era só pela água.

— Deliciosa pra caralho... — murmurei, passando as mãos por dentro das coxas, sentindo ela tremer.

Encostei a boca, de leve, só pra provocar. Ela arquejou.

— Jimin...

— Calma. Eu vou te fazer gozar do meu jeito agora.

Ela segurou no meu ombro, forte, quando minha língua finalmente tocou o centro dela. Quente. Lenta no começo. Só pra sentir. O gosto dela era doce, suave. Vício puro.

— Ahn... m-meu Deus...

— Não, princesa. Foca. Agora é só você e minha boca — rosnei, antes de chupar com força, fazendo ela se contorcer no banco.

Ela gemeu alto. A mão foi parar no meu cabelo. Apertou. Puxou. Eu adorei.

— Fala o que você quer. Quero ouvir tua voz enquanto eu te deixo louca.

— Mais... — ela arfou. — Faz mais. Mais forte.

— Assim?

Agarrei suas coxas, abri mais. Lambi devagar, depois rápido. Intercalei com beijos molhados, sugando o clitóris com precisão. Senti o corpo dela tremer de verdade.

— Isso... ai, Jimin... não p-para...

— Porra, tu geme bonito e gostoso demais. — Levei dois dedos até ela, deslizei com facilidade. — Tá toda aberta. Querendo isso. Gozando na minha língua.

Ela jogou a cabeça pra trás, os seios subindo e descendo com a respiração descompassada.

— Jimin... eu... vou...

— Goza... Goza na minha cara. — Meti os dedos fundo, rápido, a boca no clitóris sem trégua. — Vai, porra!

Ela gritou. Literalmente. O corpo inteiro dela arqueou, se fechou em espasmos. As pernas tremendo, a respiração falhando.

Chupei até o último resquício de prazer explodir nela.

Quando levantei, meu queixo tava brilhando, minha boca inchada, meu pau mais duro do que nunca.

OBSESSÃO Histórias para pegar e não largar. Descubra agora