além de nos dois

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— Eu não sei o que estou sentindo, sabe? É muito complicado, e, nos dois sabiamos que não poderiamos envolver sentimentos.

— Mas aconteceu. Quer que eu te ajude a descobrir? - beijou meu rosto todinho e eu amoleci.

— Sem mais ninguém?

— Nenhum outro alguém, além de nós dois.

—  Tá, pode ser. - ele sorriu ate que seus olhos se fechassem e eu ri junto.

Sua mão apertou meu bumbum e me empurrou para frente, o beijei com vontade e ele deu sinal que também queria, e, que fosse do nosso jeitinho. Sua boca mordia meu pescoço, desceu arranhando o colo e chegou ao um dos meus bicos, passou os dentes ainda por cima da seda do robbe, abriu o único laço que segurava o pano no meu corpo e sugou meu seio e apertava o outro.

Remexi minha cintura em cima do membro dele, tampado pela roupa e ele arfou. Bateu no meu bumbum e a campanhia tocou. E de novo. De novo e ele não parava, sua mão estava dentro da minha calcinha me fazendo delirar.

— Ju.. am... a comida.

— Não sai daqui!

Falou todo mandão e eu me molhei inteira em ouvir sua voz assim, ele abriu um pouco a porta, deu o dinheiro para o rapaz, pegou as sacolas e as deixou em cima do outro sofá, arrancou a blusa e caminhou até a mim.

Tirou minha calcinha e deixou nua de vez. Abriu minhas pernas com pressa e passou a lingua por toda a extremidade da minha intimidade.

— Caralho!

Ele riu no meio de minhas pernas e me sugou, mordeu meus lábios, dançou a lingua e me penetrou dois dedos, movimentado com força do jeitinho que ele sabe que gosto.

Gozei em sua boca e ele fez questão de engolir cada gota, o puxei para cima e desci sua bermuda com urgência, lambi tudo e o abocanhei. Meus cabelos foram puxados por ele e ele movimentava a minha cabeça com velocidade, aumentando meu movimento de vai e vem.

— Ainda não, vira vai.

Me virei de costas para ele, me apoiei no sofá e empinei o bumbum. Ele estocou de uma vez só e gememos alto e juntos. Sua estocadas chacolhavam o meu corpo e eu amava cada vez mais essa agressividade. Alternava os movimentos e quando ele ia mais lento, eu aproveitava para rebolar nós encaixando ainda mais.

Minha cintura ardia com a força que ele segurava, meu bumbum já deveria está com muitas marcas pelos tapas dele. Ele mordeu meu ombro e o senti tremer dando sinais que estava chegando ao apice.

— Na moral, vou casar contigo.

Soltou depois que estavamos tomando banho.

— Porque?

— Você é toda fofinha quando quer né, mas ninguem imagina a puta que abita em você.

— E é?

— É e eu adoro mais ainda você por isso.

— Eu também adoro você.

Terminamos o banho, que só teve as famosas mãos bobas. Vesti um outro robbe e ele colocou apenas a bermuda. Desceu na frente e disse que ia esquentar a comida, pentiei meus cabelos, me perfumei e desci postando a foto que tirei depois que transamos no sofá.

@kyn.rizzo: hot

rizzo: hot

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Sugar Daddy 》 NJRHistórias para pegar e não largar. Descubra agora