Capítulo 1

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Eu vim parar em Atlanta quando o mundo caiu,eu deixei toda minha vida por conta do novo vírus,pessoas canibais isso parecia ate um sonho.Eu conheci várias pessoas legais como a Amy,a Lori,Andreia,Jacqui,T-dog é Daryl.O Daryl é reservado não fala nada é fica horas mexendo na sua besta,bem ele disse que é o nome daquela coisa.

Eu estava na beira do lago que avia lá com Jacqui,Andreia,Amy é minha mãe,estávamos lavando um cesto de roupas em quanto conversávamos.

-Alguém me explica por que o trabalho sempre sobre pras mulheres?-Jacqui reclamou.

-O mundo acabou não recebeu o memorando?-Amy respondeu.

-As coisas são assim.-Minha mãe falou.-Sinto falta da minha máquina de lavar.-Ela reclamou.

-Sinto falta do meu carro.-Se lamentou Andreia.

-Eu sinto falta da minha cafeteira com filtro duplo é moedor embutido.-Jacqui se gabou.

-Meu comportador meu celular.-Amy disse parando para lembrar.

-Sinto falta do meu vibrador.-Andreia se lamentou.

-Hmm.-Que ousada.

-Eu também.-Minha mãe praticamente sussurrou,rimos impressionadas.

-Jesus mãe.-Falei rindo.

-Qual é a piada.-Ouvi a voz do meu pai é me calei voltando a esfregar as roupas.

-Só estamos fofocando Ed.-Andreia falou.Meu pai olhou para nós andando.-Algum problema Ed?-Andreia estava as metendo em confusão falando com o meu pai assim.

-Nada que seja da sua contra.-Ele falou fumando o cigarro.-É melhor fazerem o trabalho direito,aqui não é um clube de comédia.-Não ousei me mover quando ele disse aquilo, minha mãe também não,mesmo querendo dar um tapa bem em sua fuça.

-É o seguinte Ed.-Andreia se levantou,eu sabia que isso iria acabar mal,da última vez que enfrentei meu pai acabei com um olho roxo.-Se não gosta do jeito que a sua roupa é lavada lave você mesmo.-Dessa vez eu olhei para ver Andreia jogando a roupa molhada no peito dele,meu pai sem exitar jogou a roupa de volta para ela com força batendo contra o peito da mesma.

-Isso não é trabalho meu moça.

-Andreia não.-Amy tentou impedir.

-Qual o seu trabalho Ed,ficar sentada só fumando?

-Com certeza não é ficar aqui ouvindo uma vadia presunçosa é linguaruda.Sacou?-Ele fez a mesma coisa a uns anos atrás quando eu o enfrentei,a raiva subiu é eu me levantei indo até ele.

-Não quer calar a boca e nos deixar aqui em paz?-Eu não deveria ter abrido a boca.

-O que disse?-Ele falou rindo sarcástico.

-Disse pra você calar a sua boca Ed!-Falei com raiva.

-Vem Carol,vamo embora.-Meu pai a chamou me olhando com raiva.

-Ela não precisa ir com você,Ed.-Andreia a defendeu enquanto minha mãe se levantava.

-É isso não é problema seu.Vamo embora, você ouviu.

-Carol.-Andreia falou colocando a mão no ombro da minha mãe.

-Andreia deixa pra lá,por favor.-Minha mãe falou.

-Ei, é não pense que eu não te dou um corretivo só por que fez faculdade,tá bom?-Ele falou a Andreia.-É melhor vir agora,se não vai se arrepender depois.

-É vai aparecer toda machucada,nos já sabemos Ed.-Jacqui disse com as mãos nos quadris.

-Fica fora disso.-Ele retrucou.-Vamo embora.-Ele repetiu.-Quer saber isso não é assunto de vocês.Não vão querer me provocar,vem vamos embora Carol.-Meu pai puxou o braço da minha mãe a levando,todas foram em cima dele para tentar empedir.-Vão falar o que hein!?-Meu pai falou com a voz alterada é eu sabia o que viria depois.-Eu vou dizer o que falar.-Ele deu um tapa no rosto da minha mãe,ali começaram uma briga para parar com aquilo até Shane chegar é puxar meu pai pela camisa.

-Ei sai de cima de mim!Me larga!-Meu pai implorou,Shane arrastou ele até longe é quando meu pai estava no chão foi enchido de socos,eu achei pouco para ele,as mulheres começaram a pedir para ele parar quando viram sangue.Shane deu um último soco dele antes de sair de cima dele,eu o encarei por alguns segundos antes dele ir embora.Minha mãe chorou correndo até ele,eu odiava ver ela se lamentar pro ele,sai de perto.

Fui para o o lugar onde ficavamos,me sentei perto de uma barraca olhando a floresta que ficava logo atrás.Eu odiava tanto aquele homem.

-Celine.-Shophia minha irmã falou se aproximando de mim.

-Oi pequena.

-Você está bem?

-Sim só estou pensando.-Falei olhando para ela.

-Em que?

-Nada esqueçe.-Falei me levantando.-Eu vou dar uma volta.-Caminhei ate Shane que estava perto de uma árvore na floresta.-Ei Shane,eu queria te agradecer por ter colocado o meu pai no lugar.

-Não foi nada.

-E a sua mão?Está vermelha.

-Não é nada de mais.-Ele falou a colocando atrás das costas.

-Deixa eu ver.-Falei pegando a mão dele,passei o dedo pelas marcas vermelhas de sua mão.-Isso dói?

-Um pouquinho.-Ele deu um sorriso é eu sorri também envergonhada.

-Eu vou indo, muito obrigada Shane.-Assim que eu me virei para ir embora ele segurou minha mão.

-Mas já?Ainda tem mais coisas para me agradecer.-Ele falou serpenteando a mão na minha cintura.

-Shane,eu tenho que ir.-Falei enojada.

-Fica mais um pouco.-Ele colocou a cabeça no meu pescoço a beijando.

-Me larga Shane!-Falei mais auto o empurrando.-Me solta cara.-Shane desceu sua mão para a minha calça enquanto eu o empurava,meus braços estavam apertados entre os dele.

-Ei cara você é surdo?-Ouvi a voz de Daryl atrás de mim, finalmente saíndo me largando.

-Que foi Daryl,estamos só curtindo.

-Sai Shane.-Falei tirando o seu braço de agora estava no meu ombro.Sai de perto dele indo embora,entrei na floresta indo até uma árvore é me sentando lá.Em um mundo como esse não pode confiar em ninguém mesmo,nem no seu "salvador."

Não sei por quanto tempo fiquei naquelas floresta,sai é já estava anoitecendo,eu dividia a barraca com o T-dog mas eu não estava com o clima para dormir agorae sentei perto do lago olhando para ele o admirando.Senti alguma coisa do meu lado é olhei para ver Daryl.

-Obrigada por hoje mais cedo.-Falei olhando para baixo.

-Tá.-Ele respondeu acendendo um cigarro.-Quer?

-Eu não fumo.-Falei voltando a olhar para o lago.Ficamos assim por um longo tempo.

-Não está com sono?-Ele perguntou.

-Não.-Respondi.-Está com sono Daryl?

-Um pouco.-Ele respondeu se levantando.

-Eu também vou indo,o T-dog deve estar preocupado.

-Ai,por que trata o T-dog como se fosse alguém da sua família?-Daryl me perguntou quando eu fiquei de pé.-Você finge que não conhece seus pais é trata ele como se fosse da sua família.

-Eu não finjo nada,eu só não conheço o Ed,nunca o conheci.-Falei com raiva.-Eu não sou idiota de ficar apanhando de um completo covarde.

-Foi idiota na infância, não foi?

-Não, também não fui idiota em morar no mesmo teto que ele.-Disse com raiva dele estar se intrometendo.-Eu vou pra minha barraca.-Sai de perto indo até a barraca,entrei é o T-dog estava estava sentado.

-Eai hot-dog.-O chamei pelo apelido que inventei.

-Oi,eu fiquei sabendo o que aconteceu,tá tudo bem?

-Eu achei que foi pouco.-Falei me sentando no forro que usava como cama.

-As vezes acho que você não tem coração.-Ele falou brincando.

-Eu tenho sim, é ainda está batendo.-Ele riu.

-Cara acho que ele está batendo na força do ódio.

-Para de graça hot-dog.-T-dog é eu tinhamos um humor nada a ver totalmente ruim.

O melhor amigo da minha mãe|TwdHistórias para pegar e não largar. Descubra agora