Eu att essa fic que era pra ser uma one e tem um monte de fic pra att hahahahahahhahahah
Desculpa os erros.
// - - // - - // - - // - - //
- Sua maluca!!!! O que pensa que está fazendo???? - completamente irritado, o homem se levantou pegando o saco de pipoca do chão para jogá-la aos pés de Marinette.
Ele ficou tão próximo que deu para sentir o seu perfume cheiroso e notar nos seus olhos incrivelmente verdes e reluzentes, mas que reluziam raiva. Pois a expressão dele era exatamente essa, de pura raiva.
Marinette acabou se dando conta da possível merda que havia feito e deu dois passos para traz a medida que ele investia.
- Fala logo por que você fez isso!!
Naquela altura as pessoas que se encontraram ao redor já haviam parado de fazer suas compras para assistir a cena dentre a funcionária baixinha do mercado com o cara loiro bonitão.
- A cu-culpa foi toda sua! - ela tentou responder, o que só piorou a situação pois o homem deu uma risada sarcástica.
- Minha culpa?? Fala sério, você só pode ta de brincadeira !! Mas beleza, eu não vou perder o meu tempo com você, vou procurar a gerência é agora!
- Não precisa senhor, já estou aqui. - disse uma voz feminina.
A mestiça fechou os olhos ao ouvir Lila vindo atrás de si em conjunto ao "toc toc" dos seus sapatos de salto. Quando percebeu, a morena de cabelos longos se colocava próxima lhe lançando um olhar ríspido.
- Tinha que ser você mesmo hein Marinette... Aah mas eu já tava pressentindo! - ralhou antes de olhar para o homem, abrandando o timbre da voz. - Senhor eu fui comunicada do infeliz ocorrido e realmente não sei explicar o que aconteceu, mas vamos resolver da melhor maneira possível.
- Eu espero mesmo, essa sua funcionária maluca tacou esse pacote de pipoca aí no chão na minha cabeça, tá cheio de testemunha aqui...!
As pessoas começaram a comentar e cochixar entre si balançando a cabeça como se estivessem concordando com o homem "agredido".
Enquanto isso Marinette se mantinha cabisbaixa sem saber o que fazer. Ela se sentia constrangida e mais tensa do que nunca. Jamais havia feito qualquer coisa parecida, tinha perdido a cabeça.
Infelizmente, o pior ainda estava por vir.
- Não, não senhor, não precisamos de testemunhas. Eu acredito nas suas palavras e tomarei as devidas providências. Só gostaria de saber se o senhor está bem.
- Eu estou bem, um pouco nervoso, mas bem.
- Certo. O senhor deseja chamar a policia? Se quiser eu-
No mesmo instante, Marinette leventou os olhos atonita na direção do homem, com medo de que ele fosse na onda de Lila e chamasse realmente a polícia para denunciá-la por agressão. Choramingou baixinho.
Caramba... Se ele fizesse isso, aí sim, estaria ferrada mesmo! Não queria ser presa... Quem cuidaria da vó Fu, do Plagg...?? O que seria dela numa cadeia???
- Por... Por favor... - sussurrou em súplica, sem que eles ouvissem.
Nesse ponto, o homem não demonstrou querer concordar com a proposta da gerente ardilosa. - Não... Não há necessidade, eu só quero que você fique mais atenta aos seus funcionários.
- Quanto a isso o senhor não vai precisar se preocupar pois eu iria resolver agora. - Lila sorriu satisfeita e virou o rosto para Marinette. - Você garota, está no olho da rua. Pode tirando o uniforme e colocando lá no seu armário! Não quero ver mais o seu rosto por aqui atormentando os nossos clientes!
A pobre mestiça sentiu o coração quase explodir dentro do peito. Ela olhava para Lila, ao mesmo tempo que tinha sua visão desfocada com relação a tudo ao seu redor.
Podia perceber cada olhar de reprovação das pessoas, assim como o da Rossi em conjunto. Mas o pior de todo eles, eram os lindos olhos verdes que a miravam secos.
Sabia que aquele homem estava se sentindo bem em vê-la humilhada assim, tinha conseguido o que queria e não restava mais nada do que pudesse fazer.
- Certo senhorita Rossi, irei embora o quanto antes. - murmurou triste as palavras.
- Ótimo. - a morena continuava a sorrir vitoriosa. - E eu vou tirar do restante do salário que tem a receber o saco de pipoca e todos os gastos que este senhor iria fazer hoje aqui no mercado. - voltou-se a ele agora sorrindo. - Fique a vontade, pode comprar o que quiser como forma de pedido de desculpas. E espero que o senhor possa reconsiderar.
- Tudo bem... Agora... Está tudo bem.
Sorriu fechado para a gerente que o agradeceu mais uma vez. Por fim, voltou o olhar para a funcionária que havia sido demitida.
Ela lhe olhava com uma expressão extremamente pesada que de alguma forma, tocou um pouco seu coração o fazendo pensar se talvez tivesse sido muito duro...
Ah que isso. Ela tinha merecido. Ninguém tinha mandado lhe tacar aquele saco de pipoca, ainda mais quando estava destraido e quando tinha sido tão legal da última vez que se viram, pegando sua cabeça ridícula de coelho gigante! Era bem feito para ela sim!!!
Mas, mesmo assim... por que...?
Por que diabos sentia-se tão terrível ao vê-la caminhar sozinha pelo corredor?
Aquela mulher não era ninguém, era só uma pessoa esquisita, possivelmente a mais esquisita de todas que já teve o infortúnio de encontrar.
Mas por que, merda, por que a imagem dela o fazia querer... No fundo... Ir atrás e tentar ajudá-la? Visto que fora por sua causa que tinha perdido o emprego.
Era uma bobagem. Tudo isso.
Logo logo esse sentimento iria passar... E nunca mais iria ter que se deparar com essa maluca de novo.
Se Deus quisesse.
// - - // - - // - - // -- //
VOCÊ ESTÁ LENDO
Sweet Popcorn
Roman d'amourMarinette era uma jovem que havia começado a trabalhar em um supermercado parisiense a pouco tempo. Aquele emprego não era exatamente o sonho da sua vida porém, foi graças à ele que pode se encontrar com a pessoa na qual roubou toda a sua atenção...
