Desculpa os erros;
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- Senhor Agreste... – Marinette sussurrou atônita ainda sem acreditar no que estava vendo, no que estava vivendo com Adrien.
- Para... – ele sorriu, dando um beijo no seu rosto. – Não me chame de senhor Agreste aqui. Estamos a sós.
- Mas, estamos na sua empresa também.
- Sim. Eu sei. – ainda sorrindo, pegou a bandeja das mãos dela. – Mas você se lembra que eu te falei pra quando estivermos sozinhos, não quero que me trate como seu chefe, mas sim como...
Ruborizou, balançando o corpo para os lados com as mãos unidas na frente. - Como... o meu namorado?
- Claro. – ele respondeu e os dois se aproximaram trocando um selinho. – Agora, vamos lá, vamos nos sentar e comer. Infelizmente não vou ter muito tempo pra ficar contigo.
- Eu entendo senhor. – Ela riu franzindo o nariz por ter dito de novo "senhor", enquanto que ele já colocava a bandeja sobre a mesa e afastava a cadeira para que se sentasse.
– Adrien...
- Ah Marinette... Deixa isso pra lá. – ele suspirou, servindo o café nas xícaras e lhe entregar uma.
- Tome.
Marinette sorriu encolhendo os ombros ao aceitar a gentileza e o viu se sentar em uma cadeira ao seu lado, bem de pertinho.
- Agora, que estamos bem sóbrios, acho que podemos fazer um brinde. – Adrien riu baixo, segurando a asa da sua xícara. – Já que no sábado você estragou tudo.
- Annww, não me fala disso agora!
- Tudo bem. Vamos, eleve assim sua xícara...
- Assim? – ela o acompanhou fazendo o mesmo movimento.
- Assim. Um brinde...
- Um brinde... ao nosso primeiro café da manhã.
- De muitos.
- De muitos, senhor.
- E a nós dois.
- E a nós dois. - A mestiça assentiu com um sorriso fechado e os dois encostaram suas xícaras. Deram um gole se entreolhando e acabaram rindo.
Adrien então colocou o pires na mesa e pegou uma cesta contendo uns brioches sortidos. Apontou a ela.
– Pode pegar. Aliás, pode pegar qualquer coisa aí... comprei pra gente.
Colocando um pouco de cabelo atrás da orelha, Marinette deu mais uma olhada com afinco sobre os itens da mesa. Tinham até macarons e um cupcake!
- Não posso acreditar nisso tudo Adrien. Eu não consigo acreditar.
Ele se esticou para olhar a mesa também, franzindo a testa confuso. – No que? Nos pães?
Marinette riu balançando a cabeça. – Não... você sabe que não é isso!
Ele a fez se virar para sua frente segurando suas mãos. – Me diz, me responde o seguinte, é tão difícil assim acreditar que eu gosto de você?
Teve um pouco de dificuldade para responder, porém, precisava ser sincera. – Me desculpa... é que, até uns dias atrás.
- Marinette... desculpa te interromper, mas eu preciso te pedir uma coisa.
- Claro... claro.
- Vamos tentar esquecer tudo o que aconteceu antes de sábado. Quero dizer, até o lance do coelho, mas eu também não quero comentar sobre isso... tudo o que precisa saber é que eu fui atrás de você porque eu tinha certeza no meu coração, que eu te amava... que eu te amo.
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Sweet Popcorn
RomanceMarinette era uma jovem que havia começado a trabalhar em um supermercado parisiense a pouco tempo. Aquele emprego não era exatamente o sonho da sua vida porém, foi graças à ele que pode se encontrar com a pessoa na qual roubou toda a sua atenção...
