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Vai lá Mari.
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A hora batia quase 8 da manhã e Adrien já estacionava o seu carro no estacionamento da sua empresa.
Sim, especialmente naquela sex-ta feira, se encontrava mais convicto que tudo era seu. Tinha uma bela aparência, usava um terno preto e seus cabelos loiros resplandeciam aos raios solares pouco tímidos que ousavam cortar as nuvens mas que logo mais transformariam Paris num verdadeiro inferno.
Era o que, exatamente, o Agreste ardiloso desejava que acontecesse, queria ver tudo ao redor pegando fogo, mais precisamente com ele e Marinette, aquela danadinha fujona, juntos e pelados numa cama bem grande e bem macia, que aguentasse o tranco.
Puta que pariu!
Se por um acaso Marinette, estava, querendo, fazer, com que ele subisse as paredes para fazer um sexo gostoso com ela, de longe tinha alcançado seu objetivo.
Por pouco, mas por muito pouco, ontem não saiu atrás dela correndo que nem um louco pelos corredores a capturando de novo para terminar o que tinham começado.
Teve que dirigir para casa afoito, para se aliviar sozinho e de novo, porque não deu para o "Agreste Jr." se acalmar durante o percurso.
Isso só fez com que sua vontade por Marinette aumentasse.
Durante a semana, travou contra si uma verdadeira batalha em deixar a libido dominar suas atitudes ou se conter, esperando que a própria mestiça desse um sinal positivo para que avançasse e "entrasse" com tudo nela, se é que me entendem.
Em vão , achou mesmo que esse sinal tinha sido no dia anterior, mas no fim das contas acabou sozinho e de pau duro mais uma vez.
Então agora, sua paciência tinha acabado.
Sabia bem que deveria mudar e estava se esforçando para isso, mas com relação ao sexo, Marinette não deveria brincar com ele daquele jeito.
Ela não entendia bem o "problema" no qual se metia aos poucos, todas as vezes que escorregava para os lados, fugindo pela tangente.
Naquela sexta feira os dois iriam sair mais tarde e ele iria dormir na sua casa. Tudo bem, lá não poderiam fazer amor, isso só queria dizer uma coisa: (in) felizmente teriam de fazer na empresa e a culpada disso tudo era única e simplesmente a dona senhorita Marinette Dupain Cheng!
Ora porque se ela tivesse dado o seu "amor" antes, ontem por exemplo, não estaria tão necessitado do seu corpo como estava agora.
Tocá-la contra a porta, sentir seus seios nus e macios, sua boca quente, sua bucetinha apertando seu dedo enquanto a masturbava, o engolindo faminta... Merda, tinha sido tão maravilhoso que nao dava para não querer mais, não desejar enfiar não somente os dedos, mas também seu pau bem duro dentro dela a fazendo gozar como nunca.
Sem contar que também estava com apetite por um outro buraquinho, o de traz mesmo, mas esse, deixaria para depois quando pudessem conversar sobre. Vai que Marinette não gostasse de fazer assim e não queria estragar o momento com ela, não iria forçá-la a nada.
Na realidade, precisava ser perfeito, para que ela viesse ao seu encontro bem mancinha, não suspeitando de nada e assim, daria o seu bote.
Tava no papo.
Sendo assim, convicto dos planos que armava na sua cabeça loira, o loiro, adentrou a recepção indo direto para o quartinho de limpeza pois sabia que ela já se encontrava por lá ( havia mandado uma mensagem só por garantia).
Bateu na porta fechada esperando que ela o atendesse o que aconteceu depressa.
Marinette já estava vestida com aquela porcaria de uniforme mas em seu rosto havia algo diferente dos outros dias. Quer dizer, ALGOS diferentes.
Seus cabelos negros estavam presos em um coque alto e desfiado com a franjinha alinhada na sua testa. Usava umas argolas pequenas e delicadas de cor dourada nas orelhas e na boca, um batom mais chamativo na cor carmim, que davam um certo volume nos lábios pequenos e carnudos.
Ao ver Adrien parado na sua frente com cara de idiota, ela sorriu fechado e inclinou a cabeça, jogando os braços para traz.
- Bom dia meu amor! - o comprimento de forma animada.
Adrien encheu a boca para falar mas suas palavras saíram todas juntas - Bombomdia...
- Você está bem?? - perguntou ela evitando não rir, porque sabia que ele tinha se afetado com sua produção. No fundo, estava dando pulos de alegria.
- Estou. Estou! Estou... quero dizer, euuu...eu vim ver se você tá bem e também te entregar isso aqui. - de dento do terno retirou uma pequena flor e a entregou para Marinette que sorriu ao segurar a pequena planta em suas mãos.
- Que lindinha meu amor... muito obrigada.
Enquanto ela se mantinha atenta às pétalas, Adrien a devorava com o olhar. Ok. Como era possível que uma mulher, uma única mulher conseguisse ficar mais linda a cada dia que a via??
Era muito impossível. Ele ria de si mesmo mas por fora, só conseguia transmitir um semblante bobo e apaixonado.
Então, Marinette, fechando um pouco o sorriso olhou para os lados e depois de suspirar fundo, o pegou pela gravata.
- Vem cá!!
Ela o puxou com tudo para dentro do quartinho trancando a porta logo em seguida.
Sem deixar Adrien falar alguma coisa, até porque ele se encontrava tão surpreso que apenas emitiu uns sons desconexos, voltou a agarrá-lo pela nuca e o beijou de uma forma quente e intensa.
Praticamente pulou no seu colo, e naquela altura, o Agreste já tinha ligado o foda-se dentro do si, pois era óbvio que iria foder com ela era agora!
- Marinette...!! Você... - disse ofegante depois beijá-la bruscamente em seus lábios.
- Vamos meu amor, me beija!
Ela sorria transmitindo certeza de queria o mesmo que ele, então essa foi a deixa para que Adrien afundasse seu rosto para inalar melhor o perfume que tanto amava nela, o que a fez gemer um pouco mais alto, ao morde-la na sua pele, sugando com a boca.
Segurou sua nuca com a mão aberta e sorriu de lado ao analisar o semblante apaixonado da mestiça.
Ahh merda... agora ela a tinha em suas mãos e ela veio exatamente como queria que viesse, de livre e espontânea vontade. Não iria se conter, já era tarde demais.
Com a voz rouca e grave pelo tesao, perguntou :
- Você quer, não quer?
- O que...?
Aproximou de leve seus lábios mantendo olho no olho. - Que eu faça amor com a sua buceta agora...
Para provocá-la mais ainda, deslizou a ponta da língua na parte superior da boca, a roçando também contra os lábios quentes e suplicante de Marinette que franziu a testa emitindo um gemido.
- Vai fala pra mim! Admite que esse tempo todo-
- Mariii... voce tá aí minha querida??
Os dois se olharam atônitos.
Fudeu, era a Rose chamando.
E agora?
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Sweet Popcorn
RomanceMarinette era uma jovem que havia começado a trabalhar em um supermercado parisiense a pouco tempo. Aquele emprego não era exatamente o sonho da sua vida porém, foi graças à ele que pode se encontrar com a pessoa na qual roubou toda a sua atenção...
