Morangos, chocolate e champanhe

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Ah então né, só mais um pouquinho deles juntos pq ta tão bom hahaha ~

Desculpa os erros babys;

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- Aaaah Adrien, eu vou gozar de novo!!

- Isso, assim Marinette! Eu também!!

Pela terceira vez eles faziam amor. Apesar do cansaço, não se importavam de continuar se amando durante madrugada a fora em uma noite na qual não parecia ter fim.

Já era quase uma hora da manhã, o quarto se mantinha parcialmente escurecido, porém o casal nao parava de se beijar transando deliciosamente perto da cama.

Adrien estava de pé e mantinha Marinette encaixada no seu colo, a fazendo quicar sobre si enquanto que metia com força seu pau para dentro dela. Era tão leve, podia até segurá-la com uma das mãos, só que preferia usar as duas, já que o possibilitava de agarrar firme suas nádegas macias, auxiliando que ela rebolasse o quadril precisamente.

Com os olhos atentos e os dentes cerrados, estocava tão fundo para dentro dela que a fazia tremer com as unhas cravadas em seus ombros e de cabeça para trás, deixando que assim seus seios ficassem completamente à amostra unicamente para sua visão deles subindo e descendo de acordo com seus movimentos rápidos.

Somado a isso tudo, ela gemia, gritando, implorando para aquele quarto inteiro ouvir que estava sendo fodida pelo o homem no qual amava desesperadamente.

O ego, a virilidade de Adrien não poderia atingir o seu ponto máximo quando a fez gozar de novo, pela terceira vez.

Tão linda... Ela se contorcia todinha, gemendo manhosa como se estivesse chorando ao franzir sua testa suada e fechar os olhos azuis. E era simples demais. O corpo feminino de Marinette se desfazia em suas mãos.

Todo o existir dela era vulnerável ao seu, e sentia que apenas com um beijo, com umas palavras safadas ditas ao pé do ouvido e uma deliciosa masturbação na sua vagina a faria gozar nos seus dedos, ou na sua boca, ou no seu pau quantas vezes quisesse.

Entretanto, por mais que tivesse essa certeza não o tornava menos vulnerável a ela também.

Nunca havia sentido antes tanto prazer somente em olhar uma mulher gozando por sua causa. Com as outras ele até se sentia confiante por saber que era um homem que dava conta do recado, mas com Marinette as coisas eram diferentes porque se sentia orgulhoso não por ser um homem capaz de dar prazer a um corpo feminino, mas por saber que a sua mulher, a mulher que amava tanto, sentia prazer estando ao seu lado, fazendo amor com ele.

E sim... Ele também sentia muito prazer com ela.

Houve uma vez a um tempo atrás, antes de assumir que estava apaixonado, que achava que ao tocar em Marinette, ao sentir um beijo seu só confirmaria para si mesmo que ela não prestava. Não poderia estar mais cego e errado.

Se naquela época onde não amava tanto assim pudesse realmente ter um beijo dela ou melhor uma noite ao seu lado, acabaria tão apaixonado quanto se encontra no momento ou até mais, porque o tempo iria passar e não iria se ver livre do crescente amor dentro do seu coração.

Ele a amava demais e marcaria por inteiro. Depois de estocar-la algumas vezes ainda de pé, a jogou na cama abrindo suas penas para se enfiar no meio delas. Retirou a camisinha e se masturbou olhando para Marinette que ficou atenta aos seus movimentos rápidos em massagear o falo duro.

Só deu tempo de prender a respiração e gemer com a voz trêmula e baixa quando despejou todo jato quente sobre a barriga da mestiça que respirava tão ofegante quanto ele, sorrindo ao sentir na pele a quentura do prazer do seu amor.

Sweet PopcornOnde histórias criam vida. Descubra agora