Com a língua percorre os seus lábios fazendo com que eu suspire e os dentes dela mordendo o seu lábio inferior, faz com que o meu membro dê um pulo entre as minhas pernas. Maitê afasta-se calada e segue em direção onde o pai dela está e eu solto o ar que estava preso. Ela viu-me excitado! E sabe que foi por ela e tenho a sensação de que gostou! Não! Eu não posso ficar excitado por causa dela e nem ela pode gostar deste tipo de coisas. Tento acalmar-me e fazer com que a minha ereção volte ao meu estado normal e em seguida regresso para junto deles. Logo que cheguei à cozinha noto eles rindo e o Perroni olha para mim. Coloco o vinho e o saca rolhas na mesa enquanto o Perroni diz que vai buscar as taças deixando me sozinho com a sua filha na cozinha. Ela está a mexer com algo no fogão e o seu traseiro rebola ao mesmo ritmo que o seu braço mexendo no fogão fazendo com que eu ficasse a olhar hipnotizado para o seu traseiro. Sou tirado dos meus pensamentos com a chegada do Perroni à cozinha com as taças na mão. Desvio os olhos do meu alvo sobre a mesa. Pego na garrafa e com o saca-rolhas abro-a e distribuo-o pelas três taças. Perroni pega numa taça e a Maitê em outra e mal eu pego também a minha taça erguemo-las e brindamos à nova fase da Maitê. Começamos a jantar num ambiente tranquilo e agora noto que nunca tinha visto o Perroni tão à vontade. Não sei se é o fato de ter a filha ao pé dele ou se é efeito do vinho. Posso reparar que ele já está um pouco bêbado mas também já vamos na quarta garrafa de vinho. Em relação posso dizer que está sensacional que até parece de restaurante. Dou os parabéns à Maitê a dizer que o jantar estava divino e que ela cozinha muito bem e ela agradece com um lindo sorriso. Ela virou-se para o seu pai e diz que afinal o seu dinheiro foi bem gasto. Curioso pergunto-lhe se ela fez o curso de Gastronomia e ela diz que sim. Achei o assunto interessante e ela diz que a mãe dizia que mulher que cozinha bem pode prender o homem pelo estomago. Ela aproximou-se de mim e diz que pode testar a teoria mas que só precisava de um homem. Desvio o meu olhar para o meu segurança e vejo que ele está a curtir o seu vinho e em seguida volto a olhar para ela e percebo que a Maitê está-me a tentar seduzir.
Eu: Infelizmente não posso me colocar como cobaia porque não sou o tipo de pessoa que se prende com comida. Gosto de outras coisas.
Ela começa a sorrir e diz que tem outras habilidades. Até seria interessante descobrir mas não dá porque ela é filha do meu segurança e devo-me afastar e evitar a tentação.
Eu: Um dia ainda vai conseguir achar a pessoa ideal para testar a sua teoria.
A Maitê olha-me confusa e enquanto isso percebo que o Perroni não se está a sentir bem e deve ser efeito do vinho. Ela levanta-se e diz ao pai que ele é melhor ir para a cama. A Maitê tenta levantá-lo da cadeira mas não consegue e eu então levanto-me para a ajudar. Levantamo-lo da cadeira e ficamos cada um do lado do corpo dele. Levamo-lo com calma pelo corredor até aos quartos. Entramos com ele no quarto e colocamo-lo na cama e ele adormece instantaneamente. Ela retira os sapatos dele e fala que ele vai ter uma grande dor de cabeça. Saímos do quarto sem fazer barulho e eu percebo que está na hora de ir embora. Maitê diz que tem sobremesa e vai em direção ao frigorífico. Fala que fez mousse de frutos vermelhos e pega na taça que está com uma bela cor rosada e algo vermelho intenso por cima.
Eu: Acho que posso provar.
Ela coloca a taça em cima da mesa com duas colheres enquanto eu me sento. Dá-me uma colher e imediatamente eu provo um pouco, levando a colher à minha boca e percebo que está ótimo e dou-lhe os parabéns. Maitê pega na colher e em vez de se sentar na cadeira ao meu lado, senta-se a mesa ao meu lado o que faz com que as suas pernas toquem o meu braço sobre a mesa. Coloca uma colher generosa de mousse e leva-a à boca. Ela fecha os olhos e enquanto mastiga dá um gemido e eu fico igual a um idiota olhando. Maitê abre os olhos, olha para mim e em seguida lambe os lábios e eu imagino como seria essa boca chupando-me. Ela diz que tem algo a confessar-me e em seguida coloca mais uma colher com mousse à boca enquanto sinto o seu pé a roçar na minha perna. Fala que quando vinha ver o pai dela, ela só pensava em me ver. Com a sua aproximação percebo que a sua boca está perto da minha e ela só tinha 16 anos quando veio cá a última vez.
Maitê: Eu só queria você.
Eu digo que ela só tinha dezasseis anos e que o máximo que ela poderia querer naquela idade seria ter o seu primeiro beijo. Querer-me é muito, não acha?
A Maitê sorri de forma maliciosa e ela passa o seu pé da lateral da minha perna para o interior dela. Tento respirar fundo ao sentir os seus dedos do pé aproximarem-se do meu membro já excitado. Como ela está descalça os seus dedos estão livres para poderem andar onde ela quiser.
Maitê: Vai por mim...
Ela empurra a taça com o seu traseiro enquanto se coloca à minha frente. Coloco as minhas costas para trás para tentar me manter distante dela.
Maitê: Eu não iria querer só um beijo.
A Maitê com os seus dedos do pé começa a acariciar a minha ereção e eu simplesmente não impeço porque queria ver até onde ia a coragem dela. Ela morde o lábio quando o meu membro começa a crescer com as suas carícias. Eu pergunto-lhe se ela não acha que sou velho demais para ela e a Maitê retira o pé do meu membro e começa a subi-lo pela minha barriga até chegar ao meu peito.
Eu: Velho?!?!?!
Ela ri baixo e olha para mim e diz que seria um velho muito gostoso. Rio por causa do atrevimento dela e tenho a certeza que ela só está a ter esta atitude devido ao efeito do vinho.
Eu: Acho que bebeu demais.
Tento me levantar, mas ela empurra meu peito com o pé o que faz com que eu me sente outra vez.
Maitê: Não bebi tanto assim, Sr. Levy.
Continua
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Submissa
RomanceWilliam é um belo homem de 30 anos que aproveita muito bem a vida de milionário. Gosta de curtir a vida com belas mulheres. Maitê é uma jovem mulher de 22 anos que acaba de se formar e busca um emprego na sua área. Os dois poderiam claramente se env...
