Sintoas mãos dele no meu rosto e eu abro os meus olhos. Ele olha para mim tão intensamente que tenho medo de ele poder ler a minha mente. Fecho os meus olhos de novo e começo a subire descer o meu corpo, quase quicando em cima dele.
William: Maitê...
Ele chama por mim e eu abro os olhos. Não diz nada e apenas puxa-me para a sua boca, provando-me num beijocalmo. O seu beijo faz tudo dentro de mim se agitar. As suas mãos escorregam do meurosto para o meu cabelo e ele segura firme fazendo-me gemer na sua boca. Puxa,fazendo os nossos lábios afastarem-se e mantém os seus olhos nos meus. Estou tãoperto do meu orgasmo. Os olhos dele imploram-me algo e eu não sei o que é. Sintoos tremores percorrerem o meu corpo e a sua boca volta a colar na minha.
William: Maitê...
Sinto ele pulsar dentro de mim e o meu nome sussurrado por ele, puxa o meu orgasmojunto com o dele. O meu corpo cai sobre o dele e a minha respiração está acelerada. A minha cabeça está sobre o seu peito, ouvindo as batidas aceleradas do coraçãodele. Ele toca-me com as suas mãos de uma forma tão delicada, que me traz paz. Uma pazque ultimamente só encontro quando estou em seus braços. Beija a minha cabeça.
William: Vamos conhecer Paris?
Eu: Sim...
O sorriso no meu rosto chega a doer de tãogrande.
William: Então tira esse corpo de demónia de cima do meu corpo velho e vamostomar um banho para sair.
Saio de cima dele e pulo para fora da cama.
Eu: Banhojuntos?
William: Claro...
Responde rindo.
Eu: Isso não vai dar em sexo de novo?
Umenorme sorriso surge no seu rosto.
William: Só se você não resistir ao meu charme.
Eu: Acho que posso resistir. Só não sei se você vai resistir ao meu corpo molhadosendo esfregado com carinho.
William: Vamos parar por aqui ou vamos ver Paris apenaspela janela.
Ele agarra-me e joga-me sobre o seu ombro. Levo um tapa no traseiro que mefaz rir.
William: Comporte-se no banho demónia.
Eu: Vou me comportar, até porque essemembro velho não deve subir mais hoje.
Entramos na casa de banho e ele coloca-nos debaixo do duche. Ele liga e a água gelada bate no meu traseiro.
Eu: Ai merda!!!! Está gelada.
William: É para apagar esse seu fogo no rabo.
A sua risada é de um jovem e não do poderoso William Levy. Ele desce o meu corpo, deslizando-o sobre o dele e os meus pés tocam o chão. Os seus braços estão em torno do meu corpo mantendo-me colada a ele. A sua risada vai diminuindo e estamos nos olhando. Antes ele desviava os olhos dos meus e agora encara-me cheio de algum sentimento estranho.
William: Olhos de Deus!!!!
Sussurra.
Eu: Está conversando demais com o Sr. Rodrigues.
William: Você sabe por que ele te chama assim?
Eu: Algo sobre ver a alma nos meus olhos.
William: Você não acredita nisso?
Nego com a cabeça.
Eu: Não acho que você veja a sua alma nos meus olhos.
William: O que é que acha que eu vejo?
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Submissa
RomanceWilliam é um belo homem de 30 anos que aproveita muito bem a vida de milionário. Gosta de curtir a vida com belas mulheres. Maitê é uma jovem mulher de 22 anos que acaba de se formar e busca um emprego na sua área. Os dois poderiam claramente se env...
