Capítulo 19 Parte III

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Sintoas mãos dele no meu rosto e eu abro os meus olhos. Ele olha para mim tão intensamente que tenho medo de ele poder ler a minha mente. Fecho os meus olhos de novo e começo a subire descer o meu corpo, quase quicando em cima dele. 

William: Maitê...

Ele chama por mim e eu abro os olhos. Não diz nada e apenas puxa-me para a sua boca, provando-me num beijocalmo. O seu beijo faz tudo dentro de mim se agitar. As suas mãos escorregam do meurosto para o meu cabelo e ele segura firme fazendo-me gemer na sua boca. Puxa,fazendo os nossos lábios afastarem-se e mantém os seus olhos nos meus. Estou tãoperto do meu orgasmo. Os olhos dele imploram-me algo e eu não sei o que é. Sintoos tremores percorrerem o meu corpo e a sua boca volta a colar na minha. 

William: Maitê... 

Sinto ele pulsar dentro de mim e o meu nome sussurrado por ele, puxa o meu orgasmojunto com o dele. O meu corpo cai sobre o dele e a minha respiração está acelerada. A minha cabeça está sobre o seu peito, ouvindo as batidas aceleradas do coraçãodele. Ele toca-me com as suas mãos de uma forma tão delicada, que me traz paz. Uma pazque ultimamente só encontro quando estou em seus braços. Beija a minha cabeça.

William: Vamos conhecer Paris? 

Eu: Sim... 

O sorriso no meu rosto chega a doer de tãogrande. 

William: Então tira esse corpo de demónia de cima do meu corpo velho e vamostomar um banho para sair. 

Saio de cima dele e pulo para fora da cama. 

Eu: Banhojuntos? 

William: Claro...

Responde rindo.

Eu: Isso não vai dar em sexo de novo? 

Umenorme sorriso surge no seu rosto. 

William: Só se você não resistir ao meu charme. 

Eu: Acho que posso resistir. Só não sei se você vai resistir ao meu corpo molhadosendo esfregado com carinho. 

William: Vamos parar por aqui ou vamos ver Paris apenaspela janela. 

Ele agarra-me e joga-me sobre o seu ombro. Levo um tapa no traseiro que mefaz rir. 

William: Comporte-se no banho demónia. 

Eu: Vou me comportar, até porque essemembro velho não deve subir mais hoje. 

Entramos na casa de banho e ele coloca-nos debaixo do duche. Ele liga e a água gelada bate no meu traseiro.

Eu: Ai merda!!!! Está gelada. 

William: É para apagar esse seu fogo no rabo. 

A sua risada é de um jovem e não do poderoso William Levy. Ele desce o meu corpo, deslizando-o sobre o dele e os meus pés tocam o chão. Os seus braços estão em torno do meu corpo mantendo-me colada a ele. A sua risada vai diminuindo e estamos nos olhando. Antes ele desviava os olhos dos meus e agora encara-me cheio de algum sentimento estranho. 

William: Olhos de Deus!!!! 

Sussurra. 

Eu: Está conversando demais com o Sr. Rodrigues. 

William: Você sabe por que ele te chama assim? 

Eu: Algo sobre ver a alma nos meus olhos.

William: Você não acredita nisso? 

Nego com a cabeça. 

Eu: Não acho que você veja a sua alma nos meus olhos. 

William: O que é que acha que eu vejo?

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