Capítulo 10 Parte II

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Inferno!!! Será que algum dia eu vou conseguir dizer não a ela?

Eu: Maitê eu estou sujo, vim direto praticamente do trabalho. 

Ela levanta-se e estende-me a mão. 

Maitê: Vem... 

Seguro a sua mão e ela leva-me até uma porta no seu quarto. Ela abre e eu vejo que é uma casa de banho.

Maitê: Tome um banho. As toalhas estão limpas, acabeide trocar. 

Ela solta-me e vai até ao seu armário. Pega um roupão e entrega-me. 

Maitê: Teespero aqui como uma boa menina. Prometo. 

Sorri e eu acabo por sorrir também. Eupoderia dizer que não vou ficar e ir embora, mas a merda é que eu quero ficar. 

Eu: Amanhã bem cedo eu vou embora.

Maitê: Sim senhor! 

Reviro os olhos e sigo para a casa de banho e fecho a porta. Tomo o meu banho com a sensação de que ela vai entraraqui e agarrar-me a qualquer momento. Só que ela não o faz. O que me leva apensar que ela realmente está abalada com a mãe dela. Termino o meu banho e seco-me. Coloco o roupão e saio da casa de banho. Maitê está na cama sentada e eu sintoum cheiro bom. Senti falta do cheiro da comida dela. 

Maitê: Fiz a sopa da minha vópara a minha mãe hoje. 

Pega a bandeja que estava na mesinha ao seu lado ecoloca sobre a cama.

Maitê: Achei que estivesse com fome. 

A minha barriga ronca e elaescuta. Abre um enorme sorriso. 

Eu: Um pouco. 

Maitê: Só um pouco? 

Reviro os meus olhos e sento-me na cama ao seu lado. 

Eu: É a sopa que fez para o seu pai aquele dia? 

Maitê: Sim... 

Maitê coloca a bandeja no meu colo. Tira a tampa da tigela e o cheiro vem comtudo ao meu nariz. Fecho os olhos e aspiro o cheiro maravilhoso da sopa. 

Maitê: Tempão e suco. 

Pego a colher e tomo um pouco da sopa. O meu corpo relaxa sentindo osabor maravilhoso dela. Agora entendi porque Perroni gosta tanto disso.

Eu: Isso émuito bom. 

Ela sorri e eu continuo comendo com ela olhando para mim. É estranho estar aolado dela sem nada sexual. Termino de comer e ela pega a bandeja do meu colo. É engraçado como o meu corpo está feliz em comer a comida dela. Acho que o meu estomago se viciou nela, assim como o meu membro. Coloca a bandeja numa pequena escrivaninha e eu percebo que tem alguns papéis. A escrivaninha fica em frente à enorme janela. Ela estava escrevendo e provavelmente viu o meu carro lá fora. Por isso foi ao meu encontro. Maitê anda para perto da porta. 

Maitê: Deve estar cansado. 

Apaga a luz do quarto e apenas a luz da lua ilumina o quarto. Vem andando até à cama e para do lado. Solta o laço do roupão e abre-o. Seguro a respiração. Tira o roupão e completamente nua deita-se na cama. Olha para mim e sussurra. 

Maitê: Se quiser tirar o seu roupão para dormir, fique à vontade. 

Eu: Não vamos transar dentro da sua casa. 

Maitê: Disse para tirar o roupão e não me foder. 

Revira os olhos e vira-se, ficando com o seu traseiro virado para mim. Desvio os meus olhos do seu traseiro e levanto-me. Tiro o meu roupão e coloco-o na cadeira ao lado. Deito-me ao seu lado e encaro o teto. Maitê vira-se e com cuidado, puxa o lençol sobre metade de nossos corpos. Olha-me e arrasta-se até mim. Manhosa vai se aconchegando no meu corpo e deita no meu peito. Abraça o meu corpo e suspira. Assim como ela relaxa colando o corpo no meu, eu também relaxo. Começo a alisar o seu cabelo. 

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