Sinto pequenos beijos nas minhas costas. Estou de lado, de costas para a Maitê. Mantenho os meus olhos fechados, fingindo que ainda estou a dormir.
Maitê: Acorda, velhinho.
Seguro a vontade de rir. Os beijos chegam até ao meu pescoço, fazendo o meu corpo arrepiar.
Maitê: William...
Ela sussurra o meu nome no meu ouvido e o meu corpo estremece. O meu nome nos seus lábios é a coisa mais sexy do mundo. A sua mão percorre a lateral do meu corpo, descendo para dentro da minha barriga. Suspiro quando ela encontra o meu membro já duro, apenas com o seu toque.
Maitê: Acho que alguém acordou antes do próprio dono.
Merda!!! O sorriso sai, mesmo tentando segura-lo.
Maitê: Acho que vou ter que ser mais intensa para acorda-lo.
A sua mão solta o meu membro e eu não sinto mais o seu corpo perto do meu. Tenho vontade de abrir os meus olhos para vê-la, mas a curiosidade para saber o que ela vai fazer é maior. A cama move-se e então para. Solto um gemido alto ao sentir a boca dela ao redor do meu membro. Maitê chupa-me com fome, sem qualquer delicadeza.
Eu: Está me usando de café da manhã?
Pergunto abrindo os meus olhos e vejo uma demónia sugadora de membro abocanhada em mim. Solta o meu membro e sorri.
Maitê: Bom dia!
Eu: Será um bom dia, se continuar o que estava fazendo.
Ainda sorrindo arrasta-se para cima e beija os meus lábios.
Maitê: Não costumo comer carne logo cedo.
Ela tenta sair e eu puxo-a pelo braço, jogando o seu corpo na cama e subindo nela.
Eu: Finja que é uma enorme baguete.
A sua risada é encantadora.
Maitê: Enorme? Eu diria mais um pãozinho francês.
Enfio ele dentro dela que grita surpresa.
Eu: Ainda parece um pãozinho francês?
Soco ela mais uma vez e ela geme.
Maitê: Sim...
A sua voz é baixa e cheia de desejo.
Eu: Então eu vou te deixar sem pão hoje.
Tento sair de dentro dela, mas as suas pernas envolvem-me, prendendo-me a ela.
Maitê: Acho que o seu pãozinho pode me satisfazer hoje.
Inclino-me e beijo o seu nariz e depois a sua boca. Dou um beijo de tirar o folego, saboreando toda a sua boca. Solto os seus lábios.
Eu: Não gosto de oferecer pouca coisa.
Pisco para ela e fujo do seu aperto.
Maitê: Não... vem aqui!
Eu: Não...talvez deva comer apenas uma fruta hoje.
Maitê: Então dê-me a sua banana.
Começo a rir do desespero dela.
Eu: Você está muito depravada com os alimentos.
Maitê: Faz parte da minha profissão pensar em comida o tempo todo.
Eu: Vou pedir o café para melhorar a sua fome.
Paro em frente ao telefone e disco para a receção.
xX: Bounjour, Sr. Levy!
Antes de conseguir responder, sinto o corpo nu da Maitê colar no meu por trás. Os bicos duros dos seus seios roçam a minha pele.
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Submissa
RomanceWilliam é um belo homem de 30 anos que aproveita muito bem a vida de milionário. Gosta de curtir a vida com belas mulheres. Maitê é uma jovem mulher de 22 anos que acaba de se formar e busca um emprego na sua área. Os dois poderiam claramente se env...
