Capítulo 20

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Sinto pequenos beijos nas minhas costas. Estou de lado, de costas para a Maitê. Mantenho os meus olhos fechados, fingindo que ainda estou a dormir. 

Maitê: Acorda, velhinho. 

Seguro a vontade de rir. Os beijos chegam até ao meu pescoço, fazendo o meu corpo arrepiar. 

Maitê: William... 

Ela sussurra o meu nome no meu ouvido e o meu corpo estremece. O meu nome nos seus lábios é a coisa mais sexy do mundo. A sua mão percorre a lateral do meu corpo, descendo para dentro da minha barriga. Suspiro quando ela encontra o meu membro já duro, apenas com o seu toque.

Maitê: Acho que alguém acordou antes do próprio dono. 

Merda!!! O sorriso sai, mesmo tentando segura-lo. 

Maitê: Acho que vou ter que ser mais intensa para acorda-lo.

A sua mão solta o meu membro e eu não sinto mais o seu corpo perto do meu. Tenho vontade de abrir os meus olhos para vê-la, mas a curiosidade para saber o que ela vai fazer é maior. A cama move-se e então para. Solto um gemido alto ao sentir a boca dela ao redor do meu membro. Maitê chupa-me com fome, sem qualquer delicadeza. 

Eu: Está me usando de café da manhã? 

Pergunto abrindo os meus olhos e vejo uma demónia sugadora de membro abocanhada em mim. Solta o meu membro e sorri. 

Maitê: Bom dia! 

Eu: Será um bom dia, se continuar o que estava fazendo. 

Ainda sorrindo arrasta-se para cima e beija os meus lábios. 

Maitê: Não costumo comer carne logo cedo. 

Ela tenta sair e eu puxo-a pelo braço, jogando o seu corpo na cama e subindo nela. 

Eu: Finja que é uma enorme baguete. 

A sua risada é encantadora. 

Maitê: Enorme? Eu diria mais um pãozinho francês. 

Enfio ele dentro dela que grita surpresa. 

Eu: Ainda parece um pãozinho francês? 

Soco ela mais uma vez e ela geme. 

Maitê: Sim... 

A sua voz é baixa e cheia de desejo.

Eu: Então eu vou te deixar sem pão hoje.

Tento sair de dentro dela, mas as suas pernas envolvem-me, prendendo-me a ela. 

Maitê: Acho que o seu pãozinho pode me satisfazer hoje. 

Inclino-me e beijo o seu nariz e depois a sua boca. Dou um beijo de tirar o folego, saboreando toda a sua boca. Solto os seus lábios.

Eu: Não gosto de oferecer pouca coisa. 

Pisco para ela e fujo do seu aperto. 

Maitê: Não... vem aqui! 

Eu: Não...talvez deva comer apenas uma fruta hoje. 

Maitê: Então dê-me a sua banana. 

Começo a rir do desespero dela.

Eu: Você está muito depravada com os alimentos. 

Maitê: Faz parte da minha profissão pensar em comida o tempo todo. 

Eu: Vou pedir o café para melhorar a sua fome. 

Paro em frente ao telefone e disco para a receção.

xX: Bounjour, Sr. Levy! 

Antes de conseguir responder, sinto o corpo nu da Maitê colar no meu por trás. Os bicos duros dos seus seios roçam a minha pele. 

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