Capítulo 21 Parte V

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Narração Maitê 

William vira-me e olha para mim com um sorriso lindo no rosto. Segura a minha perna e a ergue, direcionando o seu membro para a minha entrada. Os seus olhos não desviam dos meus e eu abraço o seu pescoço com os meus braços. Os seus lábios quase tocam os meus. 

William: Mais?

Eu: Sim... 

Ele invade-me logo a seguir à minha resposta e nós dois gememos alto. Ele vai fundo preenchendo-me completamente e isso é o meu paraíso. É assim que ele espanta os meus medos. Preenchendo o meu corpo. Preenchendo-me em todos os sentidos. Vai se movendo gostoso e as nossas bocas se encontram, sugando o prazer e gemido um do outro. Aquela bola de sentimentos cresce dentro de mim. 

William: Não tenha medo. 

Olho assustada para ele. É como se ele soubesse como me sinto agora. 

William: Eu estarei aqui com você. 

A sua respiração acelera. 

William: Cuidando de você. 

O meu coração aperta e eu sinto-me sufocada. Abraço ele mais forte com medo disso. Com medo de nós dois e o futuro. 

William: Sempre... 

Geme a última palavra e pulsa dentro de mim. O seu rosto enfia-se no meu pescoço e ele suspira, enquanto o seu corpo me prende mais e mais na parede terminando de gozar. Os nossos corpos vão se acalmando, mas não nos soltamos.

xX: Maitê... 

Merda!!! Empurro William ao ouvir a voz do meu pai. 

Eu: O meu pai... 

Sussurro correndo até à cadeira para pegar o meu roupão. William olha para mim rindo e eu não sei se ri de nervoso ou porque não esta preocupado. 

Perroni: Filha... 

Coloco o roupão e corro para a porta. 

Eu: Qual é a graça? 

Sussurro e ele tenta parar de rir, mas não consegue. 

William: Estou imaginando alguma desculpa para dar, por estar nu no seu quarto, mas todas as desculpas são idiotas. 

Eu: Você sabe que ele nos mata se souber que estamos fodendo debaixo do nariz dele. 

Os seus olhos se arregalam. 

William: Ele vai me odiar, mas matar é demais. 

Eu: Não duvide disso. 

Perroni: Maitê... 

Escuto o meu pai atrás da porta e o William paralisa. Abro um pouco a porta, mostrando apenas a cabeça e o tronco e ele me olha. 

Eu: Fala pai. 

Ele olha-me estranho. 

Perroni: Esta tudo bem? 

Eu: Sim... 

Percebo William arrastando-se para trás. Estamos os dois atrás da porta e espero que o meu pai não perceba as roupas jogadas no chão.

Perroni: Achei a sua mochila jogada no meio da sala. Fiquei preocupado. Você cuida daquela mochila como se fosse algo precioso. 

Sim... cuido... Mas um certo alguém, grosseiramente chutou ela para dentro. 

Eu: Cheguei tão cansada que larguei ela. 

Perroni: Tem roupas suas na sala também. Fiquei preocupado. 

Eu: Já vou descer para pegar. 

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