O táxi para e em seguida eu vejo a escola onde a Maitê irá fazer a prova. A respiração dela vai acelerando. Solto a sua mão e saio do táxi. Peço ao taxista para esperar e ando até ao lado dela. Abro a sua porta e estendo a minha mão. Quando a sua mão toca a minha, parece uma mão diferente da que me tocou agora à pouco. Está fria demais e imagino que seja de nervosismo. Maitê sai do carro e agarra o meu braço. Andamos até à calçada,perto da porta.
Maitê: Não devia ter vindo.
Ela diz quase num sussurro de cabeça baixa e eu solto a minha mão da dela e fico à sua frente. Toco no seu queixo e ergo a sua cabeça.
Eu: Não fique com medo.
Maitê: Medo!?!?? Está mais para pânico.
Solta um longo suspiro.
Maitê: Nem se passasse o dia me fodendo, tiraria a tensão disso tudo.
Eu: Posso tentar.
Ela segura o sorriso.
Maitê: Quem sabe depois.
Fecho um olho calculando o tempo que ela ficara aqui e a hora de ir embora.
Eu: Não vamos ter tempo. Eu venho te buscar aqui e em seguida vamos direto para o aeroporto. Sem tempo de parar no hotel para uma trepada relaxante.
Maitê fica nas pontas dos pés e beija o meu rosto. Leva os lábios em seguida para o meu ouvido.
Maitê: Não precisamos de um hotel para uma trepada relaxante.
Puta que pariu!!!!! Ela afasta-se e com um sorriso que só as demónias que fodem possuem, segue para a entrada da escola.
Eu: Boa sorte!
Grito e ela manda-me um beijo.
Eu: Maitê...
Ela para na porta e olha para mim.
Eu: Não esquece de fazer o negócio no cabelo, antes de cozinhar.
Maitê: Que negócio?
Pergunta sem entender.
Eu: Você sempre faz um coque meio bagunçado. Acho que isso é tipo o seu momento de inspiração .
Os olhos dela estão brilhando para mim e não entendo o porque.
Eu: Não esqueça.
Maitê: Pode deixar.
Quando eu estou prestes a entrar no taxi ela chama-me . Eu viro-me e quase sou derrubado pelo corpo dela batendo no meu. A sua boca gruda na minha e ela beija-me tão intensamente que não consigo pensar a não ser em retribuir. Solta os meus lábios e sorri.
Maitê: Até daqui a pouco.
Ela corre para a entrada e some dentro da escola, deixando-me meio tonto e feliz. O táxi para em frente ao local que pedi. Pago ao taxista e desço. Encaro a imobiliária à minha frente. Paul abre um enorme sorriso ao me ver.
Paul: Sr. Levy.
Paul é um amigo dos meus pais que em toda a festa, tentava me convencer a comprar algo em Paris. Local onde reside agora com a sua família.
Paul: Finalmente aceitou a ideia de vir para Paris.
Eu: Não vou morar aqui. Quero apenas um local para vir às vezes.
Não quero dizer a ele que quero um local para ser meu e de Maitê. Ele logo diria aos meus pais e eu odeio fofocas.
Eu: Pensei num apartamento confortável.
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Submissa
RomanceWilliam é um belo homem de 30 anos que aproveita muito bem a vida de milionário. Gosta de curtir a vida com belas mulheres. Maitê é uma jovem mulher de 22 anos que acaba de se formar e busca um emprego na sua área. Os dois poderiam claramente se env...
