Capítulo 20 Parte III

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Viro o meu rosto e a Maitê está a olhar para mim e a sorrir.  

Eu: O que foi? 

Maitê: Você é um velho rabugento. 

Agora ela ri da minha cara.

Maitê: Você estava fazendo vários tipos de cara. Bravo, feliz e até ergueu uma sobrancelha uma hora. Parecia que estava discutindo com você mesmo aí nessa sua cabeça velha. 

Aperto ela contra mim e começo a fazer cócegas nela.

Eu: Acha graça rir do idoso? 

Maitê: Acho graça ver um idoso brigando com ele mesmo mentalmente. 

Ela contorce-se a cada cutucada que dou nela com os meus dedos. E a sua risada é encantadora.

Maitê: Daria tudo para saber qual era o assunto discutido por você, com você mesmo. 

Paro de fazer cócegas e ela olha para mim ofegante. Ela não faz ideia da zona que está dentro de mim. São muitos sentimentos, planos, ideias e tudo isso tendo ela como o principal foco de tudo. Maitê segura o meu rosto com as suas mãos e apenas cola os seus lábios nos meus. É como se ela soubesse a loucura que está acontecendo dentro de mim. Solta os meus lábios e beija a ponta do meu nariz, a minha testa e volta para os meus lábios. Estranhamente isso acalma-me. 

Maitê: Não pense demais. 

Roça o nariz no meu. O taxista anuncia a nossa chegada ao aeroporto e Maitê solta o meu rosto.

Maitê: Vamos voltar para a nossa realidade. 

Antes que ela saia do táxi, puxo ela para o meu colo e a beijo. A minha boca busca a dela com fome e as nossas línguas imediatamente se enroscam para se provarem. Estamos os dois nos beijando tão intensamente que o meu corpo todo desperta de desejo por ela. Ela esfrega-se em mim e as minhas mãos percorrem o seu corpo. Maitê geme na minha boca e eu sugo os seus gemidos. 

Taxista: Excusez moi. (Com licença) 

O taxista interrompe-nos e a Maitê solta a minha boca rindo. 

Eu: Le pardon. (Desculpa) 

Peço perdão e solto a Maitê para que desça do meu colo.

Maitê: Quase uma foda no táxi. 

Ela sussurra rindo e sai do carro. Desço logo em seguida, um pouco incomodado com a bela ereção com que estou agora. Pegamos as nossas malas e em seguida pago a viagem. Entramos e imediatamente seguimos para a ala Vip de embarque.

Maitê: Volto com você também? 

Maitê pergunta sem saber se mudei o seu bilhete de volta.

Eu: O que acha?

Maitê: Acho que sim. 

Pisco para ela e despachamos as nossas malas. Ando com ela até aos sofás. Sentamo-nos e ela aconchega-se em mim. Estou tentando acalmar a minha ereção desde que saímos do táxi, mas está difícil. Eu só consigo pensar onde posso fode-la nesse aeroporto ou no avião e isso faz-me continuar duro. 

Maitê: Você ainda está excitado? 

Maitê pergunta encarando o volume na minha calça. 

Eu: Sim... 

Sussurro e ela ri.

Maitê: Poderia chupa-lo para você agora, mas não sei se aquela senhora à nossa frente ficaria feliz em ver essa cena. 

Olho para a senhora perfeitamente maquilhada e penteada.

Eu: Talvez ela goste de ver isso. A cara dela é de que não tem uma boa foda há anos. 

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