Capítulo 4

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Já se passaram dois dias desde que mantenho o meu foco de evitar a safada da filha do Perroni. Sempre que posso evito cruzar-me com ela e também de jantar na casa deles, mesmo recebendo convite para provar algo que ela inventou. Não posso facilitar porque senão ainda a fodo com força e isso é proibido mesmo que eu queira dar uma lição naquela pequena demónia. Quando entro na minha cozinha vejo Perroni lá sentado. Pergunto-lhe se aconteceu alguma coisa mas ele diz que não. Não acreditando na sua resposta eu pergunto se ele tem a certeza e ele então respira fundo e diz que está preocupado com a filha. Fico tenso com aquilo que ele diz mas tento disfarçar, sento-me ao seu lado e e então pergunto o que ela fez. Perroni diz que ela sai todas as noites e que tem medo que ela faça algo errado. Percebo que aquela não foi a única noite que ela fez isso. Viro-me para ele e pergunto-lhe se ele já falou com ela a perguntar-lhe onde vai. Perroni responde que sim e refere que ela diz que está fazendo coisas. Falo que não é uma resposta objetiva e ele diz que não quer ser intrometido na vida da filha e que ela já é uma mulher e que não interferir na vida dela assim. Eu acho interessante ele pensar assim porque talvez assim não me mate caso um dia resolva comer a filha dele.

Eu: Mas se eu descobrir que tem um homem que não presta na vida dela, serei obrigado a matar o infeliz.  

Ele de certeza que se descobrisse me mataria com toda a certeza. Levanto-me da cadeira e vou até ao frigorifico e falo para o meu segurança para pedir ao Welch para a rastrear. Perroni olha para mim e eu digo que assim ele iria saber onde a Maitê estava e que ela nunca iria saber disso. Perroni diz que não pode porque lhe prometeu que não faria isso e que confiaria nela. Digo rinque eu não prometi nada e que poderia fazer como um amigo preocupado e agora é ele quem ri e diz que não é preciso e que vai confiar nela.

Merda!!!! Mas eu preciso saber onde ela vai toda madrugada. Mais uma madrugada que passei aqui na sala à espera que Maitê chegasse e nada. O dia amanhece e eu preciso de ir trabalhar. Desisto de esperar e subo para o quarto e vou-me vestir. Depois de estar pronto volto para a cozinha e noto que a mesa não está posta e nem a empregada está presente. O meu segurança aparece eu pergunto pela minha empregada e ele diz que ela ainda não apareceu ainda. Confidencio com ele que afinal parece que vou ficar sem café e ele faz que se eu não me importar diz que posso tomar na casa dele que a Maitê tinha acabado de o fazer. Pergunto-lhe se ela já chegou e ele diz que sim, que colocou a mesa e foi dormir. Falo que não os quero perturbar e ele diz que isso não vai acontecer. Ainda insisto a perguntar se ele tem certeza e o Perroni diz que sim e fala que vai verificar o pneu do carro que estava vazio e que me vai esperar no carro e eu falo que por mim está tudo bem. Enquanto o meu segurança vai em direção ao elevador eu sigo em direção a casa deles. Quando entro na cozinha vejo uma bela mesa posta com o pequeno almoço feito. Como a casa está silenciosa presumo que a Maitê estará a dormir e por isso sento-me à mesa e pego uma chávena. Oiço a porta da casa de banho a abrir e a Maitê sai de lá nua e molhada. Inferno!! Ela olha para mim e sorri e eu percebo que a safada não está com vergonha nenhuma de estar nua na minha frente. Dá-me os bons dias e eu retribuo e ao mesmo tempo evito de olhar para o seu corpo delicioso que está nú à minha frente. Fala que se esqueceu da toalha e eu digo que entendi isso. Caminha na minha direção até à mesa, parando ao meu lado e inclina-se para pegar algumas uvas. O seu traseiro está quase junto à minha cara e eu consigo sentir o cheiro do seu corpo após o banho. Noto algumas gotas de água que percorrem o seu corpo e controlo-me para não as lamber. Como me mantenho firme em não tocar nela, ela volta a se erguer e coloca algumas uvas na boca. Tento me mostrar indiferente ao facto de ela estar nua e coloco café na minha chávena. Ela pega num bolo recheado e morde fazendo com que o seu recheio fugisse e caísse em seu seio que já estava duro. OMG! Isso só pode ser o capeta ajudando essa demónia safada. Maitê olha para o seu seio e depois olha para mim. Repito para mim mesmo várias vezes que eu não quero chupar aquilo que é para me convencer. Maitê passa o dedo pelo seu seio para retirar recheio e depois leva-o à boca e chupa-o com gosto. Porra!!!!Meu membro já bastante excitado dói bastante por estar preso na merda dessa calça. Digo que preciso ir embora e levanto-me sem acabar de tomar o café e saio da beira beira dela. Meu Deus porque eu fui tomar o café lá em casa sabendo que ela estaria sozinha comigo em casa? Vou para a garagem e o Perroni olha para mim e pergunta se está tudo bem e eu digo que sim e que é para irmos para a empresa.

Graças a Deus o dia foi agitado e não fiquei lembrando o momento em que ela nua chupava o seu dedo. Depois de ter arrumado as minhas coisas, saio da minha sala e vejo o meu segurança pálido e a suar. Pergunto-lhe o que foi e ele diz que não sabe mas fala que a barriga dele está a doer e que sente náuseas.

Eu: Vamos para o Hospital.

 Tiro as chaves do carro da mão dele e fomos para o carro. Durante o caminho todo enquanto eu dirigia ele gemia e eu estava preocupado. Digo para ele avisar a filha dele e ele liga para a Maitê e tenta acalmá-la e dizer que está bem. 

Depois de o ter trazido para o hospital estou aqui na receção há quarenta minutos à espera de alguma notícia quando oiço chamarem-me. 

Maitê: Sr. Levy.

Olho e vejo que a Maitê está a chorar. Ela pergunta como o pai está e eu digo que ainda não tenho notícias. Ela anda na minha direção e senta-se ao meu lado calada. Minutos mais tarde um médico aparece e pergunta pelos familiares de César Perroni. A Maitê levanta-se e pergunta como está o pai dela. O médico diz que ele está bem, que apenas teve uma leve intoxicação alimentar e que vão deixá-lo em observação esta noite mas que amanhã possivelmente já estará apto para ir para casa. Ela agradece e pergunta se pode ir ver o pai dela e o médico diz que sim. Enquanto ela se dirigia ao quarto onde o pai estava, eu sento-me novamente e espero a Maitê voltar da visita. 

Depois de meia hora em que esteve com o pai ela volta. Pergunto-lhe se ele está melhor e ela fala que sim mas que está um pouco sonolento. Fala que se eu quiser ir vê-lo que estou à vontade mas eu digo que acho melhor deixá-lo descansar. Acabo de falar e ela passa por mim em direção à saída. Pergunto-lhe se não vai ficar com ele e ela responde a dizer que o pai dela não deixou pedindo que fosse para casa e que voltasse amanhã. Maitê vira-se e vai embora. Vou atrás dela e noto que está parada numa praça de táxis. Digo para vir comigo porque iriamos para o mesmo sítio mas ela diz que é melhor não porque diz que nós dois sabemos que juntos no mesmo carro não iria dar bom resultado. Falo que eu sei controlar-me mas ela diz que não sabe. Maitê entra do táxi e vai embora enquanto eu vou para o meu carro para voltar para casa.

Quando chego ao prédio estaciono o carro na garagem e vou para o elevador. Entro dentro do elevador e carrego no botão correspondente ao meu andar e o elevador começa a subir. Para no res do chão e então ela entra. 

Eu: Devia ter vindo comigo. 

Vejo ela sorrir e então as portas do elevador fecham-se. Ela fala que vai fazer alguma coisa para comer e olhando-me pelo canto do olho pergunta-me se eu quero jantar com ela e eu digo que não sei. Viro-me para ela e perguntou-lhe se foi ela que intoxicou o pai e ela começa a rir alto e diz que possivelmente sim.  Sendo assim falo que é melhor pedir uma pizza e a Maitê diz que por ela está tudo bem. Acabamos por ficar em silêncio alguns minutos até que acabo por lhe perguntar se ela queria jantar uma pizza comigo e ela diz que adoraria. Nós entramos em casa e entramos em casa e deixo minha pasta na mesinha da entrada. Pergunto-lhe qual a pizza que quer e ela diz que não tem preferência. Fomos até à sala e ela diz que enquanto eu peço a pizza que vai a casa rápido trocar de roupa e eu digo que tudo bem. Ela vai até casa e eu ligo para a pizzaria. Faço o pedido e em seguida vou à minha adega para ir buscar uma garrafa de vinho. Escolho o vinho e depois volto para a sala. Quando lá chego, fico estático ao vê-la no meio da sala apenas com uma roupa intima minúscula. Caminha até onde eu estou e juntando o seu corpo ao meu, sussurra ao meu ouvido.

Maitê: Eu sei que me quer, tanto quanto te quero. 

Tira a garrafa da minha mão e coloca-a no móvel. Pega na minha mão e leva-a até à sua boca chupando o meu dedo e isso faz com que o meu membro se mexa dentro das minhas calças. Eu falo que isto que está a acontecer não é certo já com a voz um bocadinho alterada por causa da excitação que estou a sentir e ela diz que gosta de coisas erradas. Maitê desce a minha mão para o seu seio e eu digo que ela não faz ideia de quem eu sou e do que eu gosto.

Continua...



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