Entramos no quarto e tiramos os casacos, sem desviar os nossos olhos. O meu coração está disparado. Jogo o casaco na cadeira e a Maitê também. Os nossos corpos atraem-se desesperados e em segundos estamos grudados, beijando-nos desesperados como se não nos tocássemos a anos.
Maitê: Quero te agradecer por tudo.
Diz enquanto beijo o seu pescoço.
Eu: Por mim tudo bem.
Ela segura o meu rosto para olha-la.
Maitê: Me deixa ser a dominadora agora?
Afasto-me dela assustado. Nunca inverti as coisas. Sempre fui o dominador e nunca o submisso. Os olhos dela imploram-me por isso. E a merda é que estou cogitando a possibilidade de aceitar. Anda calmamente até mim. Ela não me toca, apenas fica próxima demais.
Maitê: Eu só quero te dar tanto prazer, quanto você me dá.
Estou totalmente vulnerável e preso no seu olhar. Eu seria capaz de dizer sim a ela a qualquer coisa que ela me pedisse. Aceitaria qualquer coisa pelo simples fato de estar completamente apaixonado por ela. E isso assusta-me para caralho.
Eu: Sim...
É a única coisa que consigo dizer, aceitando que ela seja a minha dominadora. Confiando a ela o meu corpo. Por que eu estou fodidamente apaixonado por ela. Maitê sorri. Um lindo sorriso que me faz querer sorrir junto.
Maitê: Bem...
Ela segura as laterais do meu casaco e começa atira-lo.
Maitê: Precisamos ver os seus limites.
Ela está se divertindo com isso.
Eu: Você vai me magoar?
Digo a ela fingindo medo e ela ri.
Maitê: Nada que não consiga suportar.
Joga o meu casaco no canto e o dela em seguida. Cola os nossos corpos e a sua boca toca a minha orelha.
Maitê: Precisamos de uma palavra de segurança.
Sussurra e morde a parte fofa da minha orelha.
Eu: Isso quer dizer que pretende algo intenso?
Maitê: Apenas quero que se sinta seguro comigo, quanto ao seu prazer, assim como eu fico com você.
Talvez eu posso provoca-la
Eu: Démon...
Ela ri.
Maitê: Uma palavra em francês? Isso não me vai fazer parar. Vai me fazer querer mais. Ainda mais chamando-me de demónia.
Ergo a minha mão para tocar nela mas ela impede-me.
Maitê: Nada de me tocar. Apenas eu te toco.
Solta a minha mão e vem abrir a minha camisa. Abre cada botão tão vagarosamente torturando-me, que eu me controlo para não rasgar a merda da minha camisa, para acabar com isso logo. Solta o último botão e enfia a mão por dentro da camisa tocando o meu peito. Empurra ela que cai pelos meus braços. A sua boca toca o meu peito, enquanto que as suas mãos tiram a camisa dos meus pulsos. Cada toque da sua boca no meu peito, faz a minha pele queimar. Tento não gemer, mas é quase impossível quando a sua língua desliza na minha pele. Maitê sobe os beijos até ao meu pescoço e eu fecho os meus olhos, deixando ela dominar tudo.
Maitê: Onde estão as coisas que trouxe para brincar?
Abro os meus olhos em pânico.
Maitê: Quero usar com você.
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Submissa
RomanceWilliam é um belo homem de 30 anos que aproveita muito bem a vida de milionário. Gosta de curtir a vida com belas mulheres. Maitê é uma jovem mulher de 22 anos que acaba de se formar e busca um emprego na sua área. Os dois poderiam claramente se env...
