Maitê cobre-nos direito e deita a cabeça no meu peito e eu abraço ela forte.
Maitê: Olha...
Ela aponta para o céu e aos poucos os tons escuros vão se tornando mais claros e o sol vai surgindo. Ficamos abraçados esperando o sol colocar-se sobre nós. Agora entendo porque ela vem aqui em cima.
Eu: É lindo!!!!
Sussurro e ela beija o meu peito.
Eu: É como se não estivéssemos na selva de pedra daqui do México.
Maitê levanta a cabeça e olha para mim.
Maitê: É uma sensação de estar fora do mundo.
Eu: Todas as noites você vem aqui até o sol nascer?
Maitê: Sim... espero ele surgir lindo e volto para sua casa.
E eu achando que ela era uma pervertida da noite. Levanto a cabeça e beijo a sua testa. Eu fui um idiota. Maitê apenas aprendia mais sobre a sua profissão e curtia o seu momento sozinha.
Maitê: Agora vamos para casa. Estou com fome.
Bate em meu peito e levanta-se rápido demais.
Eu: Fome?
Maitê: Sim...
Nós saímos da empresa e fomos para o carro.
Eu: Minhas chaves.
Maitê sorri como se fosse aprontar.
Eu: Nem pense em fazer graça.
Maitê: Me deixa dirigir de novo...
Eu: Não...
Maitê: Por favor!!!
Eu: Não adianta fazer bico.
Maitê: Nenhum biquinho?
Começo a rir.
Maitê: Nenhum.
Ela revira os olhos e joga-me a chave.
Maitê: Vou colocar pimenta no seu café.
Eu: Se fizer isso enfio gengibre no seu traseiro.
Maitê olha para mim assustada.
Maitê: Gengibre no traseiro?
Entro no carro rindo e ela segue-me.
Eu: Me desobedece e vai saber qual a sensação dele no traseiro.
Maitê: Arde?
Ligo o carro e antes de puxar o cinto inclino-me para ela.
Eu: Me desobedece e saberá.
O caminho todo, Maitê veio calada e imagino que pensando no gengibre. Paro o carro na garagem e seguimos sem nos tocar para o elevador. Entramos e nos mantemos longe. Mas os nossos olhos a todo momento se cruzaram cheios de fome um do outro. As portas do elevador abrem-se e nós saímos para o corredor. O meu corpo já começa a ficar inquieto. Abro a porta do apartamento e dou espaço para Maitê passar. O seu corpo esbarra no meu e é como fogo me queimando. Assim que fecho a porta e me viro, encontro ela olhando para mim. Maitê solta a sua mochila e corre na minha direção. Os nossos corpos chocam-se e a sua boca cola-se à minha.
Maitê: Estou com fome de você e de comida. O que faço?
Diz beijando-me. Tenho planos para ela e a quero desejosa.
Eu: Vamos comer primeiro.
Relutante, solto o seu corpo. Maitê olha-me desconfiada.
Maitê: Tudo bem!
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Submissa
RomanceWilliam é um belo homem de 30 anos que aproveita muito bem a vida de milionário. Gosta de curtir a vida com belas mulheres. Maitê é uma jovem mulher de 22 anos que acaba de se formar e busca um emprego na sua área. Os dois poderiam claramente se env...
