Capítulo 7 Parte III

313 21 6
                                        

Meucorpo todo agita-se. Ela conhece o meu mundo.

Maitê: Você me deve isso. 

Ela solta o meu membro e vem com as duas mãos segurar o meu braço. Ela puxa o meu braço e solto seu rosto. 

Eu: Não te devo nada. 

O seu olhar para mim é intenso. 

Maitê: Deve-me sim. Eu tinha uma oportunidade naquele restaurante. 

Maitê coloca o dedo no meu peito e diz que eu estraguei tudo com o meu paladar de merda.  Tento segurar o sorriso de satisfação, mas não consigo. Ela estreita os olhos brava. 

Eu: A sua comida estava ruim. 

Dou de ombros e quando vou me virar, ela aperta meu braço, não me deixando sair de perto dela.

Maitê: Você sabe que acabou com a minha entrevista hoje. 

A sua voz tem um tom triste.

Maitê: Foi o único lugar que me aceitou jovem e sem experiência. 

Olho para ela e sinto-me culpado e vejo que os seus olhos estão tristes.

Maitê: Tentei em muitos lugares e agora o único que abriu as portas para mim, fechou na minha cara por sua culpa. 

Solto um longo suspiro. Odeio sentir-me culpado. 

Eu: Não estou dizendo que a comida era ruim. 

Ela ergue uma sobrancelha e eu reviro os olhos.

Eu: Vai te fazer melhor se eu te foder? 

Maitê: Não quero qualquer foda.

Eu: E que foda você quer Maitê? 

Ela vem com o corpo para perto do meu, colando eles. A sua mão está no meu cabelo e a outra no meu braço. 

Maitê: Quero que me foda como meu senhor. 

O meu coração acelera. Ela beija os meus lábios e morde o inferior. Ela afasta-se e em segundos ajoelha-se à minha frente. Senta sobre seus pés e coloca as mãos sobre a sua coxa. Os seus olhos focados nos meus pés. Porra!!!!! Ela conhece a posição. 

Maitê: Faça-me sua submissa hoje. 

Dentro de mim parece que tudo se agita. A briga do certo com o errado é enorme dentro de mim. Deus sabe o quanto quero fode-la agora e ver como é a sua submissão, mas ela não é para ser assim. Ela não pode e não deve ser assim. Não sei o que faço. Maitê ergue a cabeça e os seus olhos encontram os meus. Eles brilham e estão tão intensos.

Maitê: Não pense muito. 

Ela sussurra e o meu corpo todo arrepia.

Maitê: Entregue-se ao seu desejo, senhor. 

Fecho os meus olhos e tento acalmar o meu lado dominador. 

Maitê: Eu quero ser sua...

Abro os meus olhos e respiro fundo. 

Eu: Se levanta. 

Digo com um tom de voz mais grosso. Imediatamente ela levanta-se. 

Eu: Não vou ser seu dominador.

 Dou um passo quase colando o meu corpo no dela. 

Eu: Este mundo não é para você. 

Ela abre a boca para dizer algo mas ela para quando olha para mim como se o meu olhar ordenasse que se calasse. Isso é bom! 

SubmissaOnde histórias criam vida. Descubra agora