Eu passei o dia inteiro tentando concentrar-me no meu trabalho mas os gemidos dela que ecoavam na minha cabeça e a cena do seu corpo contorcendo-se de prazer, o tempo todo repassava na minha mente.Ela gosta do que eu gosto.Maitê sentia prazer a cada dor que eu lhe causava e amava cada ordemimposta e obedecia como uma boa menina.
Eu: Merda!!!
Lanço a caneta para a mesa, cansado de fingir que estou prestando atenção nesta porcaria de contrato. Sento-me para trás na cadeira e olho para a minha janela.Aquela demónia não sai da minha cabeça e preciso aprender a dominar o meucorpo perto dela.Não vou cair nessa sedução.Já fodi e sei como é, agora não tem porque eu ficar desejando.É só manter o foco e me lembrar que ela é nova demais para o meu mundo efilha do Perroni.Uma jovem com demónio no corpo, mas jovem. Sou tirado do meus pensamentos com alguém a chamar-me e eu olho para a porta e vejo que é o meu segurança e que está a olhar para mim com uma sobrancelha erguida. Pergunta-me se está tudo bem e eu digo que sim.
Perroni: Tem certeza? Parece que há algo que o está a atormentar.
Eu: Sim...
Só tem a sua filha demónia querendo que eu a foda como um animal, em baixodo seu nariz.
Eu: Só alguém que anda a testar o meu autocontrole.
Perroni começa a rir alto.
Perroni : Uma mulher te atormentando? Isso não é novidade.
Para de rir e olha para mim sério.
Perroni: A não ser que ela esteja conseguindo te desestabilizar.
Apenas o encaro sem responder e ele diz que vai entender o meu silêncio como um sim. Eu digo que não é um sim mas que está mais inclinado para um talvez.
Perroni: Talvez?
Eu: Talvez esteja deixando ela torturar-me.
É interessante ver a sua filha a investir pesado.Estou-me a rir por dentro desta conversa porque ele nem sonha que seja sobre a filha dele.
Perroni: Mulher é complicado.
Eu: Muito complicado.
O meu segurança diz que passou aqui na minha sala apenas para saber se eu tenho hora para ir embora e eu olho para o meu relógio e vejo que já são 19h. Digo que vou arrumar as minhas coisas e que já vamos. Perroni fecha a porta e eu preciso de arranjar uma maneira de fugir dela esta noite. Chegamos ao meu apartamento e o cheiro a comida invade o meu nariz e eu diria que é um cheiro maravilhoso. Pergunto-lhe se a Sra. Rodrigues apareceu e ele diz que não sabe. Fomos até à cozinha e quando lá chegamos eu paro na porta vendo Maitê lá cozinhando.Ela está a usar um vestido rosa claro soltinho e o seu cabelo está preso num coquebagunçado.Poderia dizer que ela parece um anjo, se não soubesse que a sua alma é de demónia. Perroni pergunta furioso à filha o que ela faz na minha cozinha e Maitê sorri de maneira doce para ele e eu apenas observo a doce filha do Perroni. Tão diferente da que fica sozinha comigo. Ela diz que a Sra. Rodrigues ligou e que pediu para avisar que sua irmã esta doente e ela viajoupara cuidar dela. Limpando a sua mão no avental, que está preso na sua cintura diz que também pensou em fazer o nosso jantar aqui e ajudar o Sr. Levy, já que está semempregada. Olha-me toda meiga e eu quero rir.Sua demónia!!! Isso é um joguinho dela, certeza. Maitê pergunta-me se tem algum problema e se fez algo errado e eu digo que por mim não tem problema nenhum mas falo que poderia pedir algo para comer e ela responde que será um prazer cozinhar para mim. Perroni pergunta à filha se ela também terá prazer em cozinhar para ele. Maitê fala que para o pai fez a sopa dele porque não quer piorar o seu estomago.
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Submissa
RomanceWilliam é um belo homem de 30 anos que aproveita muito bem a vida de milionário. Gosta de curtir a vida com belas mulheres. Maitê é uma jovem mulher de 22 anos que acaba de se formar e busca um emprego na sua área. Os dois poderiam claramente se env...
