Narração Maitê
Termino de dar o café da manhã para a minha mãe.
Eu: Como se sente?
Ela lança-me um sorriso doce.
Lúcia: Melhor.
Eu: Ainda estou brava com você.
Toca o meu rosto e sorri.
Lúcia: Eu sei, mas logo passa.
Eu: Não me esconda mais as coisas.
Lúcia: Só não queria que se preocupasse comigo.
Eu inclino-me e beijo a sua testa. Afasto-me e ela olha para mim.
Eu: Você sabe que eu sempre me preocuparei com você.
Passo a mão no seu rosto.
Eu: Somo nós duas contra o mundo.
A minha mãe deita a cabeça na minha mão.
Eu: Quero vir cuidar de você.
Os seus olhos se arregalam encarando-me.
Eu: Vou avisar Leonardo para procurar outro chef.
Um nó se forma na minha garganta. Deixar o México, inclui deixar o William.
Lúcia: Não...
Sussurra agarrando a minha mão.
Lúcia: Não quero que largue os seus sonhos.
Eu: Você é mais importante que qualquer sonho mãe. Mais importante que Paris e...
Ela segura a minha mão firme afastando os meus pensamentos.
Lúcia: Nunca vou permitir que faça isso.
Beija a minha mão.
Lúcia: Estou bem. Vou ficar bem.
A porta do quarto de repente abre e eu vejo o meu pai entrar.
Perroni: Bom dia!
Sorri para a minha mãe que retribui. A forma como eles se olham. Tem alguma coisa acontecendo.
Perroni: Vim cobrir o turno da manhã.
Aproxima-se e para ao lado da cama da minha mãe que está à minha frente. Os dois estão se olhando de um jeito mais amável. Acho que a minha mãe deixou de odiá-lo.
Lúcia: Maitê vai para casa.
A minha mãe diz, voltando a olhar para mim.
Lúcia: Tome um banho e durma. Acho que de tarde estou em casa já.
Inclino-me e beijo a sua testa.
Eu: Vai me mantendo informada.
Lúcia: Tudo bem.
Olho para o meu pai.
Eu: Não me esconda mais nada.
Ele fica sem graça.
Perroni: Pode deixar.
Respiro fundo e saio do quarto. Assim que os meus pés pisam fora do hospital, vejo o Paulo. Reviro os olhos e passo por ele sem dizer nada.
Paulo: Eu levo-te para sua casa.
Ignoro e continuo andando. Graças a Deus são alguns quarteirões depois do hospital e não preciso de boleia.
Paulo: Maitê...
Ele chama-me e eu paro de andar. Viro-me para ele que está parado atrás de mim.
Eu: Não preciso que me leve. Quero ficar sozinha.
Digo firme e viro-me outra vez seguindo para casa.
Após uma pequena caminhada, chego na rua que dá acesso a minha casa. Pego as chaves na mochila e abro a porta.
xX: Oi...
O meu corpo todo arrepia com a sua voz. Não pode ser. Viro-me e o meu corpo paralisa.
xX: Como você está demónia?
Continua....
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Submissa
RomansaWilliam é um belo homem de 30 anos que aproveita muito bem a vida de milionário. Gosta de curtir a vida com belas mulheres. Maitê é uma jovem mulher de 22 anos que acaba de se formar e busca um emprego na sua área. Os dois poderiam claramente se env...
