Capítulo 20 Parte V

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Somos iguais e insaciáveis. 

Maitê: Eu adoraria realizar o sonho.

Eu: Então me conta como foi o sonho. 

Ela vira-se um pouco na poltrona e olha para mim. 

Maitê: Você me deixou nua.

Eu: Espera... 

Eu ajeito-me na poltrona. 

Eu: Vou ficar duro imaginando e preciso arranjar uma posição para não magoar ele. 

Maitê ri e eu acho a posição certa para o menino endurecer sem doer. Preciso perguntar para o médico se excesso de endurecimento prejudica o membro. 

Eu: Continua. 

A sua língua percorre os lábios e ele já começa a criar vida. 

Maitê: Você amarrava as minhas mãos e as minhas pernas. 

Eu: Gosto de amarrar. 

Confesso empolgado.

Maitê: E suspendia-me no teto do quarto. 

Puta que pariu!!!! O meu sonho é suspender e foder sem fim. 

Maitê: Acho que gostou do meu sonho. 

Certo!!! Estou sorrindo para caralho. 

Eu: Mais que gostei. 

Ela inclina-se e beija os meus lábios. 

Maitê: Quem sabe quando chegarmos. 

Eu: Não provoca Maitê. 

Maitê: Se for um velhinho obediente. 

Ela dá de ombros e vira-se, deitando de lado com o seu rabo virado para mim. Respiro fundo para acalmar a ereção e imaginando as infinitas possibilidades com ela suspensa. Maitê ainda vai me matar de prazer. Passei o resto do voo só pensando em duas coisas. Maitê e o quarto. Ela dormiu o resto do voo e eu torci para que ela falasse mais alguma coisa, mas ela manteve-se calada. Pouco antes de pousarmos ela acordou e estamos esperando para descer do avião. Saímos do avião e Maitê solta a minha mão.

Eu: O que foi?

Maitê: Voltamos à realidade. 

Sussurra olhando à volta. 

Maitê: Pode ter algum conhecido seu e do meu pai. 

Ela anda do meu lado e eu não gosto da sensação vazia em minha mão.

Maitê: Um fotografo pode te reconhecer e já sabe o que aconteceria se te visse de mãos dadas comigo. 

Seguro a sua mão e ela olha para mim preocupada. 

Maitê: Sr. Levy... 

Diz e eu a ignoro andando com ela pelo aeroporto.

Maitê: William... 

Eu: Só relaxa, Maitê. 

Ignoro os seus olhos avaliando-me e arrasto ela para fora. Não quero me esconder. Depois de me declarar para ela, vamos enfrentar a ira do seu pai e o mundo curioso que me cerca. 

Eu: Quero jantar com você hoje. 

Paro em frente à porta do táxi e abro. 

Maitê: Tudo bem. O que quer que eu faça? 

Viro ela para mim antes de entrar no carro. 

Eu: Não é para fazer o jantar. Quero sair e jantar com você. Em algum lugar legal. 

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