Somos iguais e insaciáveis.
Maitê: Eu adoraria realizar o sonho.
Eu: Então me conta como foi o sonho.
Ela vira-se um pouco na poltrona e olha para mim.
Maitê: Você me deixou nua.
Eu: Espera...
Eu ajeito-me na poltrona.
Eu: Vou ficar duro imaginando e preciso arranjar uma posição para não magoar ele.
Maitê ri e eu acho a posição certa para o menino endurecer sem doer. Preciso perguntar para o médico se excesso de endurecimento prejudica o membro.
Eu: Continua.
A sua língua percorre os lábios e ele já começa a criar vida.
Maitê: Você amarrava as minhas mãos e as minhas pernas.
Eu: Gosto de amarrar.
Confesso empolgado.
Maitê: E suspendia-me no teto do quarto.
Puta que pariu!!!! O meu sonho é suspender e foder sem fim.
Maitê: Acho que gostou do meu sonho.
Certo!!! Estou sorrindo para caralho.
Eu: Mais que gostei.
Ela inclina-se e beija os meus lábios.
Maitê: Quem sabe quando chegarmos.
Eu: Não provoca Maitê.
Maitê: Se for um velhinho obediente.
Ela dá de ombros e vira-se, deitando de lado com o seu rabo virado para mim. Respiro fundo para acalmar a ereção e imaginando as infinitas possibilidades com ela suspensa. Maitê ainda vai me matar de prazer. Passei o resto do voo só pensando em duas coisas. Maitê e o quarto. Ela dormiu o resto do voo e eu torci para que ela falasse mais alguma coisa, mas ela manteve-se calada. Pouco antes de pousarmos ela acordou e estamos esperando para descer do avião. Saímos do avião e Maitê solta a minha mão.
Eu: O que foi?
Maitê: Voltamos à realidade.
Sussurra olhando à volta.
Maitê: Pode ter algum conhecido seu e do meu pai.
Ela anda do meu lado e eu não gosto da sensação vazia em minha mão.
Maitê: Um fotografo pode te reconhecer e já sabe o que aconteceria se te visse de mãos dadas comigo.
Seguro a sua mão e ela olha para mim preocupada.
Maitê: Sr. Levy...
Diz e eu a ignoro andando com ela pelo aeroporto.
Maitê: William...
Eu: Só relaxa, Maitê.
Ignoro os seus olhos avaliando-me e arrasto ela para fora. Não quero me esconder. Depois de me declarar para ela, vamos enfrentar a ira do seu pai e o mundo curioso que me cerca.
Eu: Quero jantar com você hoje.
Paro em frente à porta do táxi e abro.
Maitê: Tudo bem. O que quer que eu faça?
Viro ela para mim antes de entrar no carro.
Eu: Não é para fazer o jantar. Quero sair e jantar com você. Em algum lugar legal.
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Submissa
Любовные романыWilliam é um belo homem de 30 anos que aproveita muito bem a vida de milionário. Gosta de curtir a vida com belas mulheres. Maitê é uma jovem mulher de 22 anos que acaba de se formar e busca um emprego na sua área. Os dois poderiam claramente se env...
