A minha manhã foi mais tranquila do que eu imaginava. Eu consegui fazer todo o cronograma do dia e agora posso dedicar-me à procura de uma mulher para me desintoxicar da demónia. Oiço baterem à porta e eu dou permissão para entrar. Perroni entra e coloca-se à minha frente.
Perroni: Vai almoçar, senhor?
Eu olho para o meu relógio e vejo que já são 14hs. Talvez eu possa ir a algum restaurante bom e achar uma pessoa interessante e que seja diferente.
Eu: Vou...
Pergunto-lhe se ele conhece algum restaurante bom aqui perto e ele responde-me que não mas diz que pode perguntar à Maitê. Eu falo que não é preciso de uma forma tão rápida que o meu segurança olha para mim intrigado.
Eu: A sua filha deve estar fazendo algo importante.
Levanto-me da minha mesa e pego a minha carteira e o telemóvel.
Eu: Vamos andar e ver se encontramos algo.
Vou até a porta e assim que saio, Perroni segue-me.
Eu: Andrea não tenho hora pra voltar.
Andrea: Sim, Sr. Levy.
Paro em frente ao elevador e olho para o meu telemóvel. Não quero repetir alguém da minha lista telefónica. Quero algo novo. Alguém que mexa com a minha imaginação. As portas do elevador abrem-se e nós entramos. Perroni aperta o botão do rés do chão. As portas fecham-se, mas logo se abrem num andar abaixo do meu. A loira peituda entra ou seja a mesma que tentou dar-me algum recado no papel. Ela parece interessante, mas trabalha aqui. Que se foda!!!! O caso aqui é de urgência. Ela lança-me um olhar sedutor e o meu corpo logo se arrasta até ela. O meu segurança tenta-me impedir chamando-me a atenção mas eu levanto a minha mão calando-o. Não me atrapalhe Perroni. Melhor eu foder ela do que sua filha.
Eu: Oi...!!!
Loira: Oi, Sr. Levy!
A voz dela não arrepia o meu corpo como o de uma certa demónia, mas talvez ela saiba fazer algo interessante com o corpo. Apoio a minha mão na parede do elevador perto de seu corpo.
Eu: O que vai fazer hoje a noite?
Ela fica vermelha quando eu acabo de falar, ou seja parece tímida e até já imagino que se vai fazer de difícil pra mim.
Loira: Até agora nada.
O meu corpo aproxima-se mais do dela e irrita-me o cheiro de seu perfume.
Eu: Que tal irmos a algum lugar agradável hoje a noite?
Loira: Eu iria amar.
Eu pego no meu cartão e entrego-lhe.
Eu: Passe-me o seu endereço por mensagem que te pego as 20hs.
Ela pega o cartão e sorri. Percebo que Perroni está a segurar a porta do elevador.
Eu: Até mais tarde.
Saio do elevador e sinto o Perroni atrás de mim bravo.
Perroni: Violou a regra.
Eu: Eu precisava.
Sigo com ele até ao passeio.
Perroni: O senhor pode ter qualquer mulher.
Paro de andar e viro-me para ele.
Eu: Nem todas.
E é por isso que estou quebrando uma das minhas regras.
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Submissa
RomanceWilliam é um belo homem de 30 anos que aproveita muito bem a vida de milionário. Gosta de curtir a vida com belas mulheres. Maitê é uma jovem mulher de 22 anos que acaba de se formar e busca um emprego na sua área. Os dois poderiam claramente se env...
