Capítulo 16 Parte III

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Narração Maitê

 Eu: Agora leve-me para o inferno. Por favor!!!! 

As suas mãos agarram as minhas pernas e os seus dedos cravam na minha pele. Nos ergue e saímos do banco. As minhas pernas enrolam-se na sua cintura e quando ele começa a andar, a minha boca cola-se na dele desesperada. Dentro de mim existe um conflito forte de sentimentos. Medo, tesão, euforia, desespero, desejo e pânico. Sim... pânico. Eu dei-lhe carta branca para fazer o que quiser comigo. Isso quer dizer que o meu corpo não me pertence mais. É dele e ele pode usar como quiser, sem me pedir permissão para nada. Confio nele, mas estou em pânico com as possibilidades que existem naquele quarto. William para em frente a porta do quarto e eu paro de beija-lo. Estamos os dois ofegantes. 

William: Pronta? 

Eu: Sim, senhor!!!! 

Ele sorri de forma sombria e tudo dentro de mim agita-se. 

William: Palavra de segurança!

Eu: Céu...

Sussurro quase sem voz. Ele abre a porta e nós entramos. Ele mantém-me no seu colo e fecha a porta. Anda até ao meio do quarto e para. Os seus dedos agora são suaves na minha pele e ele solta-me, fazendo o meu corpo descer, deslizando no dele. Estou em pé, na sua frente. O seu dedo toca o meu ombro, empurrando o meu cabelo para trás. 

William: Tire a minha roupa. 

Ele ordena e eu levo as minhas mãos à sua camisa. Abro calmamente os botões. Mesmo o desespero sendo enorme dentro de mim e a vontade de arrancar seja grande, mantenho a calma. Quando chego perto da sua calça, agarro as laterais da camisa e puxo de dentro da calça. Vou puxando a sua camisa até tira-la do seu corpo. Suspiro vendo o seu peitoral e a barriga definida. O meu velho demónio é gostoso. Jogo a camisa num canto. 

Eu: Posso te tocar, senhor? 

Pergunto sem olha-lo. Sei que aqui não posso fazer o que quero. Tenho que ter a permissão dele. A sua mão toca o meu queixo e ele ergue a minha cabeça e sorri com carinho. 

William: Deve... 

Ergo as minhas mãos e com as pontas dos dedos toco a sua pele. Ele respira fundo. Percorro suavemente o seu peito com os meus dedos. Olhando para ele aproximo a minha boca, mostrando que vou beijar o seu corpo. William não me para. Desço os meus olhos e beijo sobre o seu peito esquerdo. Posso ouvir um gemido baixo dele. Vou para o peito direito e beijo. Ele agarra a minha cabeça com as duas mãos e puxa-me para a sua boca. Beija-me firme e a sua língua é desesperada na minha boca. Desespero define o que sentimos nesse momento. Enquanto me beija, eu solto o cinto, abro o botão da calça e desço o fecho. Enfio a minha mão dentro da sua cueca e sinto-o duro. Passo a minha mão na sua ereção e ele geme na minha boca. Quando tiro o seu membro da cueca ele solta os meus lábios. 

William: De joelhos...

 Imediatamente eu obedeço e ajoelho-me. 

William: Mãos atrás das costas. 

Coloco as minhas mãos para trás. 

William: Abra essa linda boca, Maitê. Quero fode-la. 

Ele fala segurando o seu membro e a minha boca abre-se para acolhê-lo. A sua mão esquerda segura o meu cabelo e a direita traz o seu membro. William não o enfia na minha boca. Apenas passa a cabeça molhada nos meus lábios dando-me o gosto da sua excitação. Puxa o meu cabelo e a minha boca abre-se mais. Finalmente ele enfia-o na minha boca e começa a mover-se. Os seus gemidos vão aumentando, conforme ele se enfia mais e mais na minha boca. Enfia fundo atingindo a minha garganta e eu quase engasgo. Ele tira-o e sorri. 

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