Lorena: Arquitetaram tudo né?
General: Não. - disse se arrumando no sofá. - Só queria me certificar que você iria ficar bem sozinha.
Lorena: Sei. - disse rindo e me sentei no sofá de frente pra ele. - E não estou sozinha, Maitê tá aqui comigo. - eu disse alisando a barriga.
General: Sozinha sem gente grande, Lorena. - ele disse me olhando firme.
Lorena: Explica então... - disse fazendo careta.
General: Maldita. - ele se levantou e ficou parado na minha frente. Levantei a cabeça olhando pra ele e ele abaixou a sua me olhando.
Lorena: Não fala assim. - apertei a perna dele. Caíque me puxou pela mão me fazendo levantar, ele envolveu suas mãos na minha cintura e me puxou pra mais perto. - Não faz isso... - pedi com meu corpo todo mole já.
General: Não fiz nada. Ainda... - ele riu e me deu um beijo no pescoço.
Lorena: Filho da puta. - falei no ouvido dele.
General: Você gosta. - antes de falar alguma coisa, Caíque me puxou pela nuca e sua língua invadiu minha boca, correspondi o beijo na mesma intensidade, envolvi meus braços em volta do pescoço dele. Nosso beijo tinha desejo e muita, muita saudade. General finalizou o beijo dando uma mordidinha de leve.
Lorena: Eu também. - disse encarando a boca dele, que logo iniciou um beijo. Ele parou o beijo e foi beijando meu pescoço e o colo do meu peito. Meu corpo estava totalmente arrepiado.
General: Que saudade dessa boca, desse corpo...
Lorena: Só?
General: Do nosso sexo! - ele me encarou e me deu mais um selinho.
Lorena: Nossa!
General: De você toda. - disse apertando meu corpo, soltei um gemido baixinho.
Lorena: Eu também. - coloquei as mãos por dentro da blusa de frio dele e fui arranhando enquanto distribuía vários beijos no pescoço e rosto dele.
General: Você quer isso mesmo? - me olhou.
Lorena: Quero! - fazia muito tempo que eu não sentia o corpo do General, e o meu implorava por ele. Ele me pegou no colo e foi subindo comigo, falei onde era meu quarto e ele entrou fechando a porta com o pé. Me colocou no chão e deu um tapa na minha bunda, soltei um gemido.
Tirei minha parte de baixo junto com a calcinha e fui empurrando o caíque pra cama, fazendo ele deitar. Como ele tá de moletom, fui por cima dele e comecei a rebolar por cima, senti seu pau duro.
General: Você vai me matar só com sua rebolada, caralho. - apertou minha coxa. Levantei e ele tirou a roupa dele. - Senta pra mim, vai caralho... - disse com a voz rouca. Meu coração até acelerou quando eu fixei meu olhar no Caíque deitado na minha cama pelado. Sentei no pau dele e senti me preenchendo. Não é por nada não, Caíque é criado de pau, sem comentários. Suspirei fundo. - Maluca, cuidado! - ele disse se referindo a barriga, dei risada. Ele me deu um tapa, gemi bem safada. Subi rebolando até a cabeça do pau dele e desci rebolando na mesma intensidade. Caíque jogou a cabeça pra trás gemendo e voltou a me olhar. Comecei a rebolar de vagar depois fui aumentando a velocidade fazendo ele gemer alto. - Isso, minha gostosa. - ele deu mais uns tapas na minha bunda e eu comecei a cavalgar mais rápido. Caíque colocou a mão por baixo e começou a estimular meu clitóris, gemi. Ele me puxou pra mais perto e iniciamos um beijo. General segurou minha cintura com a mão livre e me ajudou a rebolar sem parar o beijo, me segurei com as duas mãos em seu pescoço. Enquanto eu rebolava o Caíque ia estimulando meu clitóris, em segundos senti que ia gozar, e gemi o nome dele gozando. Fiquei totalmente sem força.
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Estava escrito | Temp. 2
FantasyTem vez que a gente briga e perde a razão, tu sabe como eu fico se eu te vejo chorar e quem perde com isso é a nossa relação. Como é que alguém entende se é o que a gente sente vem de momentos que só a gente viveu, vivendo sentimento hoje como ontem...
