The Demon Have Soldiers

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Clarke se encontrou parada naquele deck mais uma vez, o Sol brilhando suave – não passava das nove da manhã

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Clarke se encontrou parada naquele deck mais uma vez, o Sol brilhando suave – não passava das nove da manhã. Os trigêmeos ainda estavam parcialmente adormecidos, colados a sua mãe por preguiça ou conforto. Atrás dos quatro, Embaixadores e outros que acabaram próximos do grupo. Bernard estava lá, assim como Niylah e Baioneta. Champ não havia levantado da cama desde que foi colocado em repouso no quarto da arrumadeira, Stacy jamais saindo do seu lado. Clarke não lhe fez uma visita, Bernard fez questão de ficar por perto para varrer sua certeza em ajuda-lo para longe. Mesmo que tivesse tentado, ele acabou bem longe de Clarke, rente a porta da fortaleza sob olhares de praticamente todo o esquadrão presente. Ele percebeu que teria de puxar seus pauzinhos para conseguir um momento a sós com sua "sobrinha".

Os barquinhos de madeira velha fizeram a curva no rio estreito vindo de dentro do pântano, as sombras cederam no toque da luz matinal e Hopper soltou um sopro assustado que ardeu em sua garganta. Ele trombou com a lateral de Coulson sem tempo para pedir desculpas, seu amigo não se incomodou, o mesmo sorriso alegre foi tomando o deck enquanto Hopper alcançava a lateral de Clarke e passava para se colocar na ponta de madeira. Seu coração acelerado quase o convencendo a pular e o sorriso grande, aliviado, de uma filha que reencontra o pai depois de tanto tempo colocando as expectativas para aquele dia nas alturas.

- Eleven! – Hopper gritou mesmo que ela já estivesse a caminho.

- Pai! – Eleven gritou de volta e Hopper começou a chorar, ele nunca havia sido chamado assim por ela antes.

Arya sorriu pequeno para a amiga. Eleven havia descrito seu pai uma porção de vezes, ele era exatamente como havia imaginado. Talvez um pouco mais alto, ela também o imaginou mais durão e menos peludo, mas Hopper estava feliz e Arya levou aquilo em consideração. Também era a primeira vez que ela via Eleven chorar sem medo de ser vista, lágrimas grossas escorrendo depressa e a mão agarrada a dela para apoio. Constantemente sorrindo para os dois como quem diz: "você está vendo também? Eu não estou louca, estou?"

F.P. se colocou ao seu lado segurando seu ombro e apertando amorosamente. Ele observou enquanto os próximos vinham com tons diferentes de ferimentos, rostos cansados em fuga, sorrisos grandes ou lágrimas nos olhos. Ele viu primeiro os Embaixadores mais à direita, Klaus, Cinco, Ava e Wynonna compartilhando um barco. Arya e seus dois irmãos, Osha e Holdor dividindo o barco ao lado com Tyrion.

- Que aconteceu com o Klaus? – Wolfgang perguntou mais atrás.

- As manchas? – Coulson estreitou os olhos para ver melhor.

- O outro Klaus... – Daisy falou nervosamente e começou seu caminho para o deck lateral.

May e Ward recuaram da multidão de rostos familiares em busca do encarregado pelo socorro quando Coulson assentiu em um pedido silencioso. Wolfgang acompanhou os dois para longe da multidão e parou na borda da ponte de madeira. O agente responsável pelo remo entendeu e remanejou sua direção.

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