Matteo não esperava que sua vida fosse mudar depois de um simples acordo com sua melhor amiga, ele sabia que Madelaine aceitaria, só não sabia que ela se apaixonaria. E Madelaine é durona demais, pra assumir que ela caiu no papo dele, que ela é mais...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Quando Madelaine entra pelas portas da mansão, eu estava de saída, ela me olha surpresa e sorri de canto, como se nada tivesse acontecido. Ótimo, não quero ficar numa situação chata com ela, até por que o sexo com ela foi bom pra caramba.
— Trabalho? — ela pergunta encarando minha roupa social e concordo.
— Sobre aquele lugar que eu disse que queria te levar, é hoje a noite, quer ir?
— Não me disse onde é — ela diz e eu concordo.
— Festa de um amigo — digo e ela assente — eu não sei se demoro, eu ligo pra você, beleza?
— Ok — ela sorri e eu sorrio de volta, beijo seu rosto como sempre fiz, e saio da mansão, colocando meus óculos escuros no rosto.
Entro em meu carro e dirijo pra empresa, onde não demoro muito, já que quem me esperava era uma das clientes que mais me dava trabalho. Coço a nuca só de me lembrar da Hilary e respiro fundo. Após sair do elevador e ver Yara, a ignoro, depois da nossa briga em meu quarto, ainda não nos falamos e eu não atendi nenhuma de suas ligações.
Entro em minha sala e vejo Hilary sentada na minha cadeira, e a encaro, notando seu sorriso.
— Matteo — ela diz se levantando, e sinto daqui seu perfume, e ela pula fazendo suas pulseiras e colar pular com ela, que caminha em minha direção e eu a cumprimento com um abraço e ela beija meu rosto.
— Hilary — digo e ela sorri animada.
— Mais ações do meu pai estão à venda — ela começa — então pensei em comprá-las.
— As ações do seu pai? — pergunto com o cenho franzido enquanto caminho até minha cadeira e ela assente.
— Sim, a empresa em si é dele, as menores ações são minhas, as do meu irmão, vive sem movimentação já sabe né? Se eu comprar as ações dele que estão à venda, consigo chegar a praticamente metade da empresa em meu nome.
— Seu pai sabe disso?
— Ele não precisa saber — ela se apoia em minha mesa com seu sorriso diabólico e eu concordo.
— Deixa eu entender, então quer que eu compre as empresas do seu pai, e as revenda pra você? — pergunto e ela concorda.
— Em sigilo, claro — ela pisca seu olho pra mim e sorri novamente.
— Vou vê isso, e falo com seu advogado depois — digo e ela concorda.