RELÍQUIA 🚂
O baile tava estralando, só os cria na contenção. O copo cheio de whisky, o cigarro de maconha queimando entre os dedos, e os irmãos trocando ideia sobre o tráfico, o dinheiro, as minas.
Eu só ouvia, soltando a fumaça devagar, enquanto Pt falava da boca.
— Bagulho tá frenético, meu faixa. Só essa semana já giramos mais de três caixa de lança. Os cliente tão colando igual formiga no açúcar.
— É isso, irmão. Mas tem que ficar ligeiro — PH alertou. — Tem facção querendo enfiar os pé aqui.
Ri pelo nariz.
— Quem se criar aqui vai sair no saco preto — falei, olhando o movimento do baile.
Os parceiros riram, brindaram, e a conversa mudou pras mulheres. Sempre tinha aquelas que vinham atrás de um futuro garantido, querendo ser "primeira-dama", achando que amor no crime existia pra todas.
— As novinha tão na caça hoje — Tubarão riu, apontando.
Eu olhei pra pista e vi Bianca com as amigas, descendo até o chão, gravando pros status. Ela sabia que eu não curtia aquele avanço todo, mas cê acha que ela ligava? A cena tava bonita, mas eu tinha mais o que fazer.
— Vou ali na boca resolver um bagulho — avisei, descendo do camarote.
No meio do caminho...
Senti o celular vibrar no bolso. Peguei e vi o nome piscando: "Marcelo" que na verdade era, Marcely, salvava o nomes sempre no masculino pra a maluca lá não desconfiar.
"E aí, sumido, vem me ver."
Ri. Novinha era enjoada, sempre insistindo.
"Tô no corre, mandada."
Ela mandou outro logo em seguida.
"Faz essa moral, vem aqui na base. Tô te esperando."
Olhei pro lado, vi que ninguém tava de olho, e resolvi dar uma passada lá.
Assim que entrei, ela já veio cheia de graça, com aquele sorrisinho malicioso, rebolando devagar.
— Sabia que tu vinha — ela disse, puxando meu boné e colocando na cabeça.
Me joguei no sofá, acendi outro cigarro e soltei a fumaça devagar, olhando ela de cima a baixo.
— Qual foi, menor? Cê acha que eu sou otário? — perguntei, rindo.
— Eu gosto de tu, Relíquia... cê sabe.
Ri de novo. Essas novinha se iludiam muito fácil.
— Tu gosta do corre, menor. Não confunde os bagulhos dmr.
Ela se aproximou mais, sentou no meu colo, mordendo o lábio.
— Deixa eu cuidar de tu, então...
Puxei ela pela cintura, sem pressa, ela começou o beijo, eu desci minha mão e a safada já tava sem calcinha e toda molhadinha, meus dedos foi no seu clítoris massageado fazendo ela soltar um leve gemido entre os beijos, joguei ela na cama, peguei a camisinha que a mandada já tinha em casa, coloquei ela de frente pra mim e soquei ela com força, sem perdão.
Ela tirou a blusa e eu chupei os peitos dela...
—Vaiii Relíquia, me fode -gemia entre as palavras, logo eu gozei
—Vira -falei, e gozei na cara dela, ela enfiou a língua no meu pau fazendo movimentos de vai e vem com a boca, enquanto eu dava tapa na cara dela, ela não parou até eu gozar de novo.
Depois...
Ela se jogou do meu lado na cama, ainda respirando fundo, e ficou me olhando.
— Fica comigo hoje... dorme aqui.
Fiquei um tempo sem responder, só olhando pro teto. Depois, virei pra ela e ri.
— Dormir contigo o quê, colega? Tá malucona?
Ela franziu a testa, sem entender.
— Ué... qual foi?
Me levantei, peguei meu boné e ajeitei a camisa.
— Qual foi nada, pô. Tu é só mais uma.
Ela ficou muda. Peguei um bolo de dinheiro no bolso e joguei no colo dela.
— Toma teu dinheiro e sai da minha visão.
Ela ficou ali, com cara de quem queria chorar, mas eu já tava saindo. Era só mais uma, igual as outras. A diferença é que essa ainda achava que podia ser mais.
Agora era voltar pro baile e buscar minha mulher.
Voltei pro baile
Bianca já tava daquele jeito, o olho brilhando de tanta onda. Cheguei por trás, puxei ela devagar.
— Bora, amor?
Ela me olhou, riu de leve.
— Bora, tô morta.
Coloquei ela na garupa da moto e descemos da quadra devagar.
Chegando em casa...
Assim que trancamos a porta, ela veio pra cima de mim.
— Tu sumiu... — murmurou, me puxando pela camisa.
Passei a mão no rosto dela, segurando o queixo.
— Tô aqui agora, né?
Ela sorriu e me puxou pro quarto. Antes de qualquer coisa, tirei as correntes de ouro colocando no criado mudo, as pistolas e acendi um beck e passei pra ela.
— Fuma comigo.
Ela deu um trago fundo, fechando os olhos, e eu fiquei ali, admirando. Puxei ela pra um beijo, nossas línguas se encaixavam perfeitamente, ela começou a tirar minha roupa e depois a dela.
—Fica de quatro, pra mim, preta. - sussurro em seu ouvido passando a língua fazendo ela se arrepiar e ela geme.
Ela se vira e se empina para mim... só em ver aquela bunda grande, dou um tapa forte sei que ela gosta, e vejo a sua buceta, não aguento e levo minha boca nela, se contorceu todinha empinando ainda mais.
Quando sinto que ela tá prestes a gozar, paro e ela solta um gemido, então me posiciono atrás dela,
Puxo seu cabelo e quando menos espera, penetro de uma só vez em sua buceta, só escutava os gemidos com o rosto prensado na cama, puxo seu cabelo mais forte e dou sequência de tapas deixando a bunda dela vermelha.
— Quer com carinho ou com força, amor? - pergunto provocando-a e ela geme baixinho.
—Força, amor. - ela diz e retiro meu pau quase por completo e meto de uma vez e ela grita, repito várias vezes e vejo ela gemer mais alto.
—Me bate mais, tá fraco. - ela provoca e me levantando e metendo nela, dou uma lapada na bunda e ela grita. - Aí, amor! vai - ela diz manhosa e bato mais forte, dando soco na costela e metendo sem parar...
— Tu sabe que é minha, né? — falei, passando a mão no cabelo dela. Assim que a gente deitou na cama.
Ela abriu os olhos, me encarando.
— Sei... mas às vezes não parece.
Suspirei, puxando ela pra perto.
— A gente tem uma família. Tu e Maria são tudo pra mim. Tu é minha 00.
Ela respirou fundo, se aconchegando no meu peito.
— Eu só queria que tu fosse meu, só meu.
Segurei o rosto dela e olhei nos olhos.
— Sou teu, mulher. O amor que eu tenho por tu é eterno.
Ela sorriu pequeno e se entregou.
A favela tava silenciosa, e pela primeira vez em muito tempo, eu senti paz. Mas eu sabia que essa paz nunca durava.
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BIANCA 🧿
फैनफिक्शनela era uma poesia mas ele não sabia ler! ✨ 📍Jacarezinho •História de Bianca e Relíquia.
