Foram necessários apenas alguns minutos para que Charlotte acabasse com todo o sangue de Narcisa e soltasse seu cadáver sobre o chão. Sua respiração era pesada e acelerada, ela logo virou o seu olhar para Kai, então sorriu conforme as características do vampirismo sumiam de sua face.
-Você fica extremamente sexy suja de sangue -ele comentou com um breve sorriso malicioso, enquanto via Charlotte limpar o sangue em sua boca.
A mulher olhou para ele com um leve sorriso em seu rosto e após tirar o resto do líquido vermelho de seus lábios, se aproximou de Kai em passos lentos.
-Eu diria o mesmo sobre você -ela dizia, enquanto seu olhar apontava para as mãos e a camiseta de Kai que havia se manchado pelo sangue da vítima.
Quando Kai abriu a boca para responder o comentário, sentiu as mãos de Charlotte puxarem a gola da sua jaqueta com firmeza trazendo seu rosto contra o dela e unindo seus lábios em um beijo intenso e tão desejado.
Ele se sentiu rendido contra os lábios de Charlotte e relaxou seu corpo conforme a acompanhava naquele beijo. E Kai sabia que aquilo seria o mais próximo que ele chegaria de um dia ir para o paraíso.
Charlotte deslizou suas mãos até a nuca de Kai passando sutilmente as unhas de forma que um arrepio involuntário tomou seu corpo.
O beijo se intensificava mais a cada segundo e o desejo se tornava cada vez maior, conforme suas línguas trabalhavam em perfeita sincronia.
As mãos de Kai percorreram por todo o corpo bem esculpido de Charlotte, deslizando desde sua cintura até as suas coxas grossas as quais ele apertou com força, fazendo com que Charlotte gemesse baixo contra sua boca.
A garota passou a sua mão até o peitoral de Kai e intensificava o beijo, aos poucos ela o empurrava até a cama, fazendo com que o mesmo se sentasse sobre a beira, mas momento nenhum o beijo cessava.
O beijo se tornava mais violento e voraz a cada segundo que se passava. Suas respirações ofegantes se misturavam.
Charlotte se sentou sobre o colo de Kai, e o mesmo pôs suas mãos sobre o quadril da garota com firmeza, sentindo o calor de seus corpos e a necessidade de seus toques se tornar cada vez maior.
As mãos de Kai deslizavam sem cessar pela pele fria daquela mulher, ele se sentia em dúvida se queria ter ela naquele momento ou ser dela.
Com certa dificuldade, Charlotte conduziu uma das mãos de Kai até suas costas onde se localizava o zíper de seu vestido como uma ordem silenciosa para que Kai o abrisse para ela.
E foi isso que ele fez, com a rapidez da sua necessidade, ele abriu o zíper e jogou o vestido dela sobre o chão.
Pela primeira vez eles separaram seus lábios pela falta de ar, e Kai pôde olhar a mulher que estava sentada em seu colo.
Seus olhos deslizaram pelo corpo seminu de Charlotte, a pele pálida se destacando contra a lingerie preta rendada. Kai observava com admiração cada uma de suas curvas, sentindo o sangue subir pelo seu corpo.
Suas respirações estavam descontroladas. E seus lábios estavam corados pelo longo beijo.
Com selvageria, ele a segurou pelo quadril e se levantou. A deitando na cama com certa violência, então se colocou entre as pernas da garota.
Ele tirou sua camiseta e voltou a beija-la sentindo agora o calor de suas peles unidas. Suas línguas se uniam em uma perfeita sincronia e até mesmo certo desespero em se encontrarem.
Durante o beijo, Charlotte ergueu seu corpo para que ele se juntasse contra o de Kai com uma tentativa de obter mais contato. As mãos dele deslizavam pelas coxas da garota.
O quadril de Charlotte se esfregou contra o de Kai e o efeito surgiu, Kai arfou contra ela e levou sua mão até a bunda de Charlotte, a apertando com força e pressionando seu corpo contra o dele, de forma que mais um gemido abafado saiu dos lábios de Charlotte.
Ambos sentiam a torturante sensação de um frio surgir em seus ventres, era algo tão prazeroso, mas ao mesmo tempo que os deixavam temerosos um com o outro.
-Você não faz ideia do quanto eu queria isso -a voz de Charlotte saiu rouca em um rápido intervalo do beijo, e sua respiração estava evidentemente descontrolada.
-Com certeza não era tanto quanto eu -Kai sussurrou com um toque sarcástico, enquanto levava os lábios até o pescoço da garota e distribuía desde mordidas mais fortes até beijos.
A garota se sentiu rendida quando a respiração quente de Kai batia contra seu pescoço e todo seu corpo se arrepiou quando a língua dele deslizou por seu pescoço, atingindo todos os seus pontos fracos.
Os gemidos saiam da boca de Charlotte baixos e abafados, enquanto seu corpo se contorcia em busca de um toque intenso. Em seguida, ela levou suas mãos até o cinto de Kai e o ajudou a tirar sua própria calça.
Logo, Kai tirou a calcinha rendada de Charlotte e a jogou em um canto, admirando rapidamente o corpo nu da mulher a sua frente.
Seu membro a penetrou com facilidade por causa da excitação úmida da garota, e um gemido involuntário escapou da boca de ambos.
Uma das mãos de Kai foram até os cabelos ondulados de Charlotte e os puxaram com suavidade, enquanto a outra foi de encontro ao seu seio sentindo o mamilo de Charlotte ficar rígido contra seus dedos.
Conforme as investidas e movimentos se tornavam mais fortes e mais rápidos, os gemidos roucos de Charlotte se tornavam mais altos.
E Kai sentia o mesmo, aquela mulher sem dúvidas era a melhor em tudo o que fazia. Ele não sabia ao certo o que era, mas sabia que por algum motivo não podia existir outra igual a ela.
Os lábios da garota estavam trêmulos e seus olhos reviravam suavemente de prazer, mas mesmo assim ela conseguiu encontrar forças para puxar Kai para um beijo e aquilo tornava tudo melhor.
A selvageria em seu beijo e em seus movimentos misturado com os gemidos que saiam contra suas bocas tornava tudo ainda mais prazeroso, e era evidente que em breve ambos chegariam em seus ápices.
Kai usava uma de suas mãos para segurar firmemente o quadril da garota, mas sua mão livre deslizou entre os dois. Seu polegar massageava o clitóris de Charlotte, ouvindo os gemidos dela se intensificarem e as paredes dela se apertarem contra o membro dele. Ela mexia relutantemente parte da sua cintura, o que fez um gemido abafado sair dos lábios de Kai.
E após alguns minutos, Kai gozando dentro dela, mas mesmo com o corpo cansado, ele segurou com firmeza a cintura da garota e intensificou os movimentos para dar aquele mesmo prazer a Charlotte. Os gemidos dela se tornavam mais altos e uma vez ou outra era possível ouvir ela gemendo o nome dele.
As unhas da garota arranharam a nuca de Kai, mas ele não se importou, na verdade tudo aquilo gerava ainda mais excitação.
E rapidamente, ela anunciou com a voz rouca que estava chegando em seu limite, ela sentiu seu corpo convulsionar e aquele choque de prazer percorrer pelo seu corpo, enquanto suas pernas tremeram e um gemido mais alto tomou seus pulmões.
E assim que ela gozou, Kai saiu de dentro dela e se deitou na cama só seu lado, e não se ouvia nada além de suas respirações aceleradas. Kai pegou o lençol fino da cama e cobriu o corpo dela, logo tirando uma madeixa castanha do rosto sutilmente suado da garota.
-Você tem algum defeito? -Kai perguntou de forma descontraída e irônica, ainda com certa dificuldade por causa da respiração pesada.
-Bom... -a voz de Charlotte saiu lasciva e ela se virou de lado para olhar Kai. -Eu tenho um defeito, eu me sinto extremante excitada com caras problemáticos.
A voz dela soou com um sarcasmo amigável, então ambos acabaram rindo. e logo em seguida selaram seus lábios com um beijo calmo.
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A Devil Romance
Fiksi PenggemarKai Parker, a ovelha negra do Clã Gemini. Todos já sabemos da história de Kai Parker, o sociopata que matou toda a família... Mas na verdade a história é um tanto diferente do que pensávamos, apesar de tudo, Kai Parker já teve um amor épico, que o a...
