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Isabella

A casa que estávamos era realmente linda. Não era imensa, mas era muito aconchegante e ainda tinha uma piscina lá fora. Viemos com alguns homens atrás, o único que eu conhecia era o Kaká, apensar dele mal falar comigo, parecia ser gente boa.

Isabella: todos vão ficar? —me referi aos rapazes.

Branco: sim, vim resolver algumas coisas também. Mas isso é rápido e papo pra outro dia —colocou os braços em volta da minha cintura e cheirou meu pescoço— vamo ir pro nosso quarto?

Isabella: vamos. —dei um selinho rápido na boca dele e me soltei dos seus braços, o que não foi difícil porque ele não me segurava firme.

A casa era térrea, então fui passando pelos corredores e ele apontou com a cabeça indicando ser o último quarto. Abri e dei de cara com uma cama imensa com um led na cabeceira, um frigobar ao lado da cama, tv e uma cômoda pequena. Tinha pouca coisa, mas era tudo mundo lindo.

Isabella: nem perguntei, sua casa aqui?

Branco: da família, era do meu pai. Agora é nossa. Mas a Angélica e a Jaque quase não vem, eu venho mais pra resolver as coisas.

Nem fiz questão de perguntar o que, porque nem da minha conta era e eu sabia que era algo haver com o tipo de vida que ele levava. O Branco não era qualquer traficante fuleiro e isso dava pra ver no estilo de vida que ele levava e na moral que ele tinha nos lugares que ia. Só do cara ter a posição que ele tem e ainda sim conseguir viver a vida como se não fosse bandido, era impressionante.

Branco: vou bolar um —disse tirando a camisa— se quiser indo ajeitar suas coisas. Ou deixa aí que amanhã uma mulher vem pra lá e ela dá uma geral.

Isabella: vou guardar na cômoda pra facilitar.

Ele se sentou na cama ali e começou fazer todo aquele processo até bolar. O tempo dele fazer isso foi só o de eu tirar minhas coisas e ajeitar na cômoda.

Branco: vem cá, linda. —bateu na coxa e eu fui até ele e sentei no seu colo— quer? —ofereceu o baseado e eu fiquei com receio— não precisa fumar se não quiser.

Isabella: eu já fumei uma vez. Eu quero.

Segurei o baseado na mão e dei um trago, segurei a fumaça e depois soltei devagar. Repeti o processo algumas vezes, até ele pegar da minha mão.

Branco: chega, se não vai passar mal aí. —ele deu mais um trago e depois apagou no cinzeiro ao lado da cama. Colocou a mão na minha coxa e me olhou. Segurou meu queixo de leve e me deu um selinho demorado.

Ele pediu passagem com a língua e eu abri a boca transformando o selinho em um beijo de verdade. Nossas línguas se cruzavam em uma sintonia perfeita, com o gosto forte de maconha.

Me ajeitei no colo dele ficando de frente e coloquei as pernas em volta da sua cintura. Meu corpo se arrepiava a cada toque que ele fazia, principalmente quando passava a ponta dos dedos pelo meu corpo.

Ele me deitou na cama em um movimento rápido e veio por cima beijando o meu pescoço, meu rosto.

Branco: tira essa roupa pra mim. —levantei um pouco as costas o suficiente para tirar a parte de cima e o shorts eu levantei só a bunda e ele mesmo puxou o shorts.

Sua boca se aproximou dos meus seios e ele começou a beijar e mordiscar eles, me deixando com mais prazer ainda. Senti suas mãos alisarem meu corpo ao mesmo tempo que ele beijava meu corpo todinho, nessa altura eu já estava completamente sensível. Segurava firme a fronha do travesseiro e me curvava tentando aliviar aquela sensação toda.

Sua boca chegou finalmente aonde eu desejava, ele passou a mão por cima e em seguida sua língua. Gemi baixo com receio de que alguém ouvisse, mas a medida que ele se aprofundava mais em mim, eu gemia com mais frequência.

Ele subiu seu corpo e ficou entre as minhas pernas, olhei pra carinha dele que me olhava com desejo e luxúria. Meu corpo estava totalmente leve, devido a mistura do prazer e da maconha. A sensação que eu sentia era além do que podia se explicar, só sabia que era algo extremamente bom.

Seu pau foi entrando em mim aos poucos, como estava molhada o suficiente, não doeu nada. Quando ele enfiou tudo dentro, eu olhei seu rosto relaxando e a cara de prazer, sabia que ele estava gostando e sentindo o mesmo que eu. Minha mão passou pelas suas costas arranhando e eu arquei as costas para sentir ele com mais profundeza. Sua mão veio na direção do meu pescoço e ele me enforcou, fechei meus olhos por dois segundos para apreciar tudo aquilo.

Senti sua respiração mais próxima de mim, abri o olho e vi ele com a cara colada com a minha. Sua boca se aproximou do meu ouvido e eu me arrepiei quando ele falou.

Branco: você é toda minha. —beijou meu pescoço e foi passando o nariz até chegar próximo ao meu rosto de novo. Ele colocou o rosto no meu e enfiou com mais força. —vira de costas.

Fiquei de bruços na cama e ele enfiou o pau novamente dentro de mim, joguei um cabelo pro lado e ele passou a mão nas minhas costas. Senti o peso do seu corpo sobre o meu, seu braço rodeou meu pescoço e eu virei pra trás sentindo a respiração dele no meu cangote.

Não demorou muito e eu cheguei ao meu ápice. Quando ele viu que eu gozei parece que foi automático, ele começou meter mais rápido e depois tirou o pau de dentro de mim de forma rápida, senti o gozo dele nas minhas costas e bunda.

No alto do caos Onde histórias criam vida. Descubra agora