Maratona
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Branco
Esperei em pé encostado na parede, quando ela saiu do banheiro eu guardei o celular no bolso e olhei pra Isabella que veio até mim e parou na minha frente. Olhei seu rosto de perto analisando cada detalhe, nada tinha mudado.
Branco: quando você veio pra cá e decidiu me contar sobre o bebê, você fez uma escolha. Escolheu vim pro meu lado, na minha área. Você ouviu coisas e sei que ja sabe que a Penha, Nova e a Vj vão entrar em guerra. Dessa guerra só um lado vai sair vivo, não sei qual que vai doer pra você, se é aqui ou lá, mas estou te deixando ciente pra depois não pegar raiva da minha cara.
Isabella: eu sei como funciona essa vida. —respirou fundo— você sabe que a única pessoa que eu me importo ali é a minha vó. Você pode ao menos me dizer o dia? Eu preciso avisar para ela.
Branco: não confio em você.
Isabella: eu sei Michael, mas tem tanto inocente na comunidade e você sabe disso. Tem gente que não precisa pagar. —falou com a voz fanha e eu olhei seus olhos enchendo de lágrima.
Branco: fica em paz que a gente tem um foco, e ele não é matar inocente. Sei aonde você morava... a verdadeira casa —ri sem ânimo— se eu ver ela, ofereço ajuda, aí vai dela aceitar.
Isabella: fala que eu tô aqui, assim ela vem. Por favor, única coisa que peço. —a lágrima escorreu pelo rosto dela e por um estímulo eu levei meu polegar até sua bochecha e limpei.
Branco: não fica pensando nisso, vai fazer mal pro bebê. Quando for o dia da missão, você vai saber. Te avisei porque no dia você vai ficar em outra casa em segurança.
Isabella: tá bom.
Fiquei quieto olhando pra ela, com minha mão ainda em seu rosto eu fiz um carinho de leve e ela fechou os olhos respirando fundo. Naquele momento eu esqueci de toda a raiva que estava, coloquei nossos lábios e iniciei um beijo lento matando a saudade e o desejo.
Coloquei minha mão na sua nuca e subi pro seu cabelo segurando firme e dando um puxão para trás, desci minha boca para seu pescoço distribuindo beijos. Sua mão entrou dentro da minha blusa e eu senti suas unhas me arranhando no abdômen, ela puxou pra cima o tecido fino e eu e afastei um pouco para tirar a blusa.
Grudei nossos lábios de novo apreciando cada momento daquele beijo, segurei seu pescoço um pouco forte e me afastei olhando em seus olhos. Ela me olhava com olhar de desejo, o mesmo desejo que eu estava sentindo entre minhas pernas e meu membro entregava isso pela rigidez que estava.
Tirei sua blusa e seus peitos saltaram para fora. Olhei eles por uns segundos vendo se estava maior que antes, chupei um deles mordiscando o biquinho ouvindo o gemido no meu ouvido.
Isabella: vamos pro sofá. —falou fraca e eu não respondi. Só tirei a boca do peito dela e puxei ela em direção ao sofá.
Ela foi mais rápida e me empurrou me fazendo sentar e veio por cima de ajeitando no meu corpo. Nossos lábios grudou de novo e ela começou um movimento de vai e vem ainda com a parte debaixo da roupa.
Branco: tira esse shorts. —falei e mordi a ponta da sua orelha.
Ela se levantou do meu colo e desabotoou o shorts, fiz sinal girando com o dedo indicador e ela virou de costas para tirar ele. Passei a língua nos lábios vendo suas mãos puxar o tecido grosso para baixo e sua calcinha branca aparecendo aos poucos.
Puxei meu shorts pra baixo e tirei a cueca junto, ficando nu no sofá. Quando ela estava somente com a lingerie, eu puxei sua cintura e ela sentou no meu colo de costas.
Passei os lábios beijando suas costas nua e sua nuca, ela se contorcia de tesão em cima de mim e mexia sua bunda no meu pau.
Branco: senta pra mim, senta? —falei baixo no seu ouvido e ela assentiu com a cabeça e com os olhos entre abertos.
Isabella: trouxe camisinha? —fiquei quieto e encarei— você tá transando com outras, Michael. Só transo com camisinha agora.
Tirei uma do bolso contra minha vontade e encapei meu pau. Ela se levantou e abriu as pernas se ajeitando por cima do meu pau, sua boceta estava tão molhada que meu pau entrou aos poucos dela sem muito esforço. Quando mais ele entrava e saía, era mais fácil de deslizar. Ela colocava um pouco e tirava, depois mais um pouco e tirava de novo.
Segurei sua cintura com força e meti tudo de uma vez vendo ela gemer alto e me olhar por cima do ombro. Segurei firme seu cabelo e seu quadril começou a se movimentar subindo e descendo no meu pau.
Olhei a visão dela de costas enquanto sua bunda ficava ainda maior e a sua cintura bem desenhada por ela estar empinada. As costas nua e seu olhar cheio de tesão olhando pra mim por cima do ombro, era coisa de maluco.
Branco: vira de frente. —falei sentindo que se continuasse daquela forma ali ia gozar logo.
Ela só foi virando aos poucos sem nem tirar o pau de dentro e se ajeitou ficando frente a frente comigo ainda sentada. Seu corpo estrutural estava por cima de mim ainda e ela quem comandava o sexo e os movimentos. Grudei minha mão no seu pescoço e beijou sua boca.
[...]
Olhei ela deitada no sofá com os olhos fechados, aparentemente estava dormindo. Peguei minha roupa do chão e me troquei. Sai da casa dela sem acordar a mesma e voltei pra minha casa. Assim que cheguei minha vó estava sentada no sofá assistindo a Tv, ela virou a cabeça pra mim e deu risada.
Isabel: demorou lá né?
Branco: tava na boca.
Isabel: na boca da Isabella, só se for —riu mais ainda e eu encarei ela sério— ela me contou o porque vocês tinham se afastado. E sinceramente, entendo sua raiva, mas não acho que ela tenha vindo de laranja em momento nenhum.
Branco: tá bandidona tu, falando gíria.
Isabel: você vai estar desperdiçando a chance de ter sua família por causa do seu ego. Pensa direito, Michael, ela gosta de você e você gosta dela. Antes de eu morrer eu quero ver você casado e com seus filhos.
Não respondi nada a ela, mas o sexo com a Isabella não parava de passar na minha mente e agora se juntou com as palavras da minha vó, quando ela pega pra falar, entra na mente legal.
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No alto do caos
FanfictionIsabela é uma jovem de família ligada ao tráfico de uma favela rival. Em busca de liberdade, ela se aventura em território inimigo e conhece Branco. O que começa como uma atração perigosa se transforma em um romance intenso, mas cheio de conflitos.
