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Três meses se passaram...
Lucca já está enorme para quem tem só seis meses e chuta que é uma beleza.
Richard estava viajando por conta de um jogo e chegou hoje de surpresa, me assustando enquanto eu estava cozinhando. De repente, senti uma mão na minha cintura.
Dei um pulo.
- Richard, quer me matar? - perguntei, ainda tentando me acalmar.
- Desculpa, morena - ele riu, apertando minha cintura com carinho.
- Lembra que eu tô grávida, doido! - brinquei, dando um leve tapa no ombro dele.
- Não resisti - ele disse, rindo e me puxando para um abraço. - Tava com saudade de você e do Lucca.
- E mata a saudade assim? Assustando? - perguntei, tentando manter um olhar sério para ele.
- Não... mas assim sim! - ele respondeu, aproximando-se e me beijando com carinho.
Abracei-o, sentindo o alívio de tê-lo de volta em casa.
Logo ele se abaixou, deixando um beijo carinhoso na minha barriga.
- E aí, Lucca? Papai tá de volta! - ele disse com um sorriso, falando diretamente com o bebê.
Não pude evitar sorrir, tocando sua cabeça com carinho.
- Chuta pro papai, filho! - ele falou, acariciando a barriga com expectativa.
Como se entendesse, Lucca deu um chute leve, fazendo Richard sorrir ainda mais.
- Tá vendo? Ele já reconhece a voz do papai - comentou, orgulhoso, enquanto me olhava com aquele brilho no olhar.
- Acho que ele sente falta de você também - respondi, rindo.
Richard sorriu, seus olhos brilhando de felicidade, enquanto continuava acariciando minha barriga.
- Com certeza, ele sabe que estou aqui agora - ele disse, dando um beijo suave em minha barriga. - Vai ser incrível ter o Lucca nos meus braços.
Eu sorri, sentindo a conexão crescente entre Richard e nosso filho. A ansiedade por sua chegada estava tomando conta de nós dois.
- Vai ser uma loucura, mas vai ser a melhor loucura da nossa vida - falei, olhando para ele com um sorriso.
- Eu sei - ele respondeu, me puxando para mais perto, abraçando-me com força. - Estamos prontos para tudo que vem por aí.
- Mas já tá difícil encontrar uma posição boa pra dormir - falei, meio desanimada, esfregando o ventre.
Ele riu, abraçando-me ainda mais forte.
- Não se preocupa, amor. Eu te ajudo a encontrar uma posição confortável. Já já o Lucca chega e a gente vai ter que aprender a dormir em qualquer posição, né?