[96] Palavras-Chave.

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Hey!!
Gente, queria agradecer a vocês! <3 Ler seus comentários, as fics que gosto e ver o MMA e o MAMA foram distrações que me ajudaram muito essa semana, porque eu adoeci (infecção) e estou em casa de molho.
Estou atualizando a GME todos os dias pra conseguir chegar ao capítulo que estou atualizando no Spirit, e faltam poucos. Pois é, a Girl Meets Evil está bem perto do fim hohihohiho mas tenho outras histórias pra escrever, se vocês quiserem hohihohi tem Lítio, que tá postada aqui no Wattpad, e tem Lascívia que já tá finalizada, pra quem gosta de romance investigativo com putaria OHIHOHHI
OBRIGADA A TODO MUNDO QUE ESTÁ ACOMPANHANDO!!! DE VERDADE! Obrigada pelos votos e pelas leituras e por indicarem a fic por aí!!!

VAMOS LÁ!

***

Kwon Sook's P.O.V.

Meu vício se chama Jeon Jungkook.

Sinto uma mistura de fúria, desejo, dor e exaustão. Não quero parar de tocá-lo, beijá-lo, e ser obrigada a fazer isso me aborrece, mas sei que é necessário. Não quero ter que me conter perto do cheiro amadeirado, do corpo robusto, do sorriso enviesado e do amor que sinto quando me aproximo dele, mas nós estamos vulneráveis no descampado e precisamos ir embora.

Esse é o único motivo bom o suficiente para me fazer sair de cima de Jungkook.

E ele me ajuda a fazer um curativo de emergência no seio marcado e eu o cubro com o sutiã. A dor é incômoda e se enraíza no mamilo, sensibilizando o tórax, mas não me importo. Visto a camisa do uniforme e a abotoo, baixando a saia para assentá-la. Passo as mãos por meus cabelos pegajosos e os prendo em um coque, me convencendo de que precisamos de um banho. É que o domo escuro que materializei sobre o carro evanesceu e agora vejo que nós estamos imundos.

Jungkook tem os cabelos molhados de suor e há um rastro de sangue seco no canto de sua boca. Sua pele também está úmida. Ele ergue o quadril, puxa a roupa íntima junto com a calça e as veste. Fecha o zíper, mas não afivela o cinto de couro, nem prende o botão no cós. Veste a camisa amarrotada que acha jogada no assoalho, sem fechar os botões, e nem procura a gravata ou o paletó. O tecido branco da camisa gruda em seus músculos suados e eu não consigo parar de olhar.

— Está com aquela cara que faz quando me encara. — Jungkook estreita o olhar de forma cômica. — Já me acostumei,nasci pra ser admirado. Pode olhar, eu sei que sou muito gostoso e irresistível. — Minha resposta é uma risada, que ele acompanha. Esse é o Jungkook que eu amo. — Amor, isso foi loucura demais... Ficamos muito expostos. Temos que ir embora.

— Sim... Vamos. — Pego o cinto de segurança e tomo cuidado para que a faixa não passe por cima do seio machucado. — Dá pra controlar até chegar ao apartamento...

— Dá... Dá pra controlar. — Sua resposta não tem nenhuma convicção.

— É... Ah, então... — Pigarreio e tento mudar de assunto. — Temos que ligar pro Yoongi, pra saber como os meninos estão... — Bato a língua nos dentes e paro de falar, porque Jungkook fecha a expressão. Primeiro penso que é porque prometemos não falar de problemas, mas, quando ele fala, percebo que ele só está preocupado.

— Preciso saber se o Jimin está bem... Ele estava desacordado quando cheguei ao descampado. Hm... A gente liga pro Yoongi e, se estiver tudo bem, nossa folga continua. Sem falar de problemas. — Jungkook argumenta, sério, e franze a testa, chateado. — Merda, daqui a pouco é seu aniversário e eu não queria que passasse em um hospital de novo.

— De novo?

— Monstrinha, você lembra onde estava no seu aniversário de treze? Catorze? Quinze? — Ouço o ronco do motor do Porsche e fito seus dedos longos sobre a marcha, movendo-a. O carro arranca pelo asfalto e nós seguimos o rumo até o apartamento de Yoongi. Não abro a boca, mas não preciso. — Isso mesmo, em clínicas. E o de dezesseis?

Girl Meets EvilHistórias para pegar e não largar. Descubra agora