Capítulo 67

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Teresa

      Eu não tinha palavras que pudessem definir o que estava sentindo essa noite. O Gustavo tinha preparado cada detalhe para o nosso casamento para que tudo saísse perfeito, tudo fosse mágico. Todos os dias eu tinha certeza que ele era o homem certo para mim e eu a mulher certa para ele. Estávamos aqui, nós dois, nesse quarto lindo, nos desejando e nos amando feito dois adolescentes apaixonados em sua primeira noite de amor.

      Gustavo se livrou do meu vestido de noiva e senti suas mãos alisarem todo meu corpo, enviando arrepios pela minha pele. Era um rastro de fogo que ele deixava cada vez que me tocava e eu sentia a luxuria crescer em mim. Seus dedos desfizeram o fecho do meu sutiã e ele caiu no chão junto com meu vestido. Ele me virou de frente para ele e o vi suspirar.

– Linda! – Gustavo me admirou e eu senti minhas bochechas queimarem de vergonha, mesmo sabendo que ele já tinha visto cada cantinho do meu corpo.

– Acho que você precisa de uma ajudinha aí. – Apontei para sua roupa e comecei a desfazer os botões da sua camisa. A essa altura da noite, ele já estava sem o terno e a gravata. Um trabalho a menos. Beijei cada parte do seu peito exposto me deliciando com seu cheiro e quando ele se libertou da camisa, o abracei fazendo com que nossas peles se tocassem. Suspirei com o contato e alisei suas costas chegando até sua bunda e apertando. Gustavo sorriu em meu ouvido e mordeu minha orelha em resposta enquanto eu abri o seu cinto e o zíper da sua calça. Ela caiu aos seus pés e vi o volume da sua cueca se formar e eu sorri, passando a mão ali. Ele suspirou excitado e eu mordi o lábio de olhos fechados enquanto ele tateava minhas costas. Sentia meu corpo pegar fogo em cada lugar que a mão do Gustavo passava e seu cheiro me deixava embriagada.

      Iniciamos um beijo quente ao mesmo tempo que meus seios tocaram o peito de Gustavo e a luxúria gritava entre nós. Ele foi me deitando devagar na cama, ficando por cima de mim e eu segurei suas costas firmes, não deixando espaço entre nós. Prendi minha perna em sua cintura e nossas intimidades se tocaram mesmo debaixo de nossas peças íntimas. Estávamos tão excitados que arfamos juntos no mesmo instante. Gustavo desceu seus beijos pelo meu pescoço, colo e seios e eu alisei seu cabelo suspirando ao sentir sua língua brincando com eles. A sensação fazia meu corpo inteiro tremer e pedir por mais. Ele voltou a trilhar beijos pela minha barriga, brincando com a língua ao redor do meu umbigo até chegar na barra da minha calcinha de renda branca. Gustavo começou a dar leves mordidinhas em minhas coxas e pressionou seu dedo no meu ponto sensível por cima do pano. Arqueei as costas pra fora do colchão com o contato e suspirei seu nome fechando os olhos. Ele tirou minha calcinha devagar e eu o encarei vendo seus olhos escuros me fitarem com o apetite de um leão olhando sua presa prestes a ser devorada.

     Mordi meu lábio com força quando ele se posicionou entre minhas pernas e me acariciou com sua língua fazendo movimentos contínuos ali. Segurei sua cabeça e puxei seu cabelo em resposta a cada investida dele começando a sentir meu ventre se contrair e aquela vibração passar por todo meu corpo até que me desmanchei em um orgasmo e gemi alto, respirando pesado. Gustavo engatinhou para cima de mim novamente e eu o abracei, beijando-o com toda paixão que eu podia transmitir naquele ato.

– Agora é minha vez. – Me virei em cima dele na cama e sentei em cima de seu membro que já estava duramente escondido embaixo da cueca.

     Me esfreguei nele sensualmente e vi Gustavo fechar os olhos sentindo aquela sensação. Voltei a me deitar por cima dele e o beijei, mordendo seu lábio com força sem parar de me mexer. Mordi seu queixo e chupei seu pescoço, mas sem deixar nenhuma marca ali e desci pelo seu peito e abdômen. Gustavo sempre foi um cara com um bom porte físico, mesmo depois de tantos anos e eu amava me perder em cada gominho de sua barriga. Mordi seu membro de leve antes de abaixar sua cueca e senti seu peito vibrar em um gemido. Seu membro pulou para fora e eu saboreei a sua imagem tocando-o com delicadeza. Movimentei-o de baixo para cima observando a expressão de prazer no rosto de Gustavo e vi sua pontinha ficar molhada. Coloquei-a na minha boca e brinquei com a minha língua nele, deixando que ele entrasse aos poucos até que ela estivesse preenchida. Gustavo gemeu meu nome e eu sorri satisfeita aumentando os movimentos e a velocidade do vai-e-vem. Ele segurou o lençol da cama com força e sabia que estava fazendo um bom trabalho. Amassei-o com a minha boca e o soltei fazendo um "pop" algumas vezes. Voltei a beijar a barriga dele e mais uma vez subi em seu colo, dessa vez nos encaixando e Gustavo se sentou, me abraçando.

A volta de TeresaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora