(Esse capítulo é mais do que especial. 😂💕)
Gustavo
Estava com uma saudade louca da Teresa e saber que ela estava aqui novamente em meus braços fez meus instintos primitivos aguçarem. Eu poderia beijá-la pelo resto da minha vida e nunca cansaria de sentir seus lábios macios e doces juntos aos meus, a beijava segurando a sua nuca enquanto as unhas dela arranhavam o meu braço. Os nossos corpos já estavam sedentos de prazer, já estava com meus braços envolvidos em todo seu corpo a agarrando firmemente enquanto rolava nosso beijo, agora cheio de tesão com duas línguas selvagens e molhadas se cruzando e com lábios se chupando. As mãos dela passeavam por todo meu corpo enquanto as minhas já estavam abaixo de seus seios e os tocavam suavemente por cima da camisola vermelha que usava.
– Você me deixa maluca. – Ela disse entre suspiros, mas não respondi, estava muito ocupado dando beijos em seu pescoço e alisando suas coxas. Ela só fez se entregar ao prazer. Era lindo ver seus cabelos loiros jogados de lado sob aquela luz do luar enquanto saboreava seu corpo, seu belo sorriso com seus gemidinhos de satisfação que só me inspiravam a continuar. Ela arranhava todo meu corpo enquanto revezávamos entre beijos e chupões. Teresa tirou definitivamente minha camisa e pediu para eu me deitar. – Acho que nunca fiz isso em você, agora me deu vontade. – Ela disse e se levantou indo correndo pro banheiro. Antes de responder, ela voltou com algo nas mãos que não consegui identificar, mas seus olhos brilhavam como de uma menina. Ela se sentou nas minhas pernas e despejou um pouco de óleo sobre meu corpo e começou uma massagem bem gostosa. Começou no meu tórax e foi subindo, sempre beijando a região antes de espalhá-lo com suas mãos de fada.
– Que delícia. – Ela me calou com um beijo e começou a massagear meu peito, bem devagar, mas com movimentos intensos. Pediu para que eu virasse de costas e eu claro não neguei. Sentia a sensação geladinha do óleo percorrendo em minhas costas e sentia que ela passava os dedos em minha nuca e deslizava devagar pela minha costa dando uma sensação muito gostosa. Quando menos esperei, Teresa foi passando suas mãos por debaixo das minhas pernas, puxando minha calça do pijama me deixando apenas de cueca, abaixando-a de forma a deixar minha bunda exposta. – Valeu a pena esperar tanto. – Disse sem olhar para ela e sorri.
– Vira de frente outra vez. – Teresa disse e obedeci. Suas mãos passavam pelas minhas coxas e pela minha virilha, mas sem encostarem na minha intimidade. Tentei algumas vezes levantar e pegá-la de jeito, pois já não agüentava mais, mas ela sempre me impedia. – Calma amor, curte o momento. – Sua voz era como uma corrente elétrica pelo meu corpo.
– Não dá, só com isso você ta conseguindo fazer eu chegar ao limite. – Eu não precisava nem olhar para ela para saber que ela estava sorrindo. Teresa começou a fazer movimentos circulares sobre as minhas coxas me deixando mais excitado. Me levantei para mais uma vez pegá-la em um beijo ardente e ela me correspondeu, mas me empurrou novamente para a cama, arrancando de vez a minha cueca e encarando, naquele escuro, o meu membro enrijecido pronto para atravessá-la a qualquer momento. Vi Teresa espalhando mais um pouco de óleo em suas mãos e após isso, jogando a garrafinha para o lado, começando uma deliciosa carícia no meu amigo com movimentos firmes. A sensação era gelada e ao mesmo tempo gostosa, nem minhas companheiras escaparam de receber uma maravilhosa massagem daquelas mãos divinas.
Já estava completamente fora de mim quando ela começou a passar apenas a pontinha da língua pertinho do meu amigo, fazendo movimentos circulares e bem vagarosos enquanto o segurava firmemente. Sua língua molhada passeava ao redor e com uma das mãos, ela o segurou e começou a fazer movimentos para cima e para baixo bem devagar. Meu amiguinho já estava lhe dando sinais de satisfação ficando meladinho graças às carícias que recebia. Eu estava absolutamente descontrolado, mas não conseguia me opor, pois estava adorando ser dominado. Já não podia mais me conter, mais alguns segundos eu chegaria ao meu limite e aquela noite era muito especial para aquilo acontecer tão cedo.
Me levantei e coloquei a Teresa na cama devagar, dessa vez ficando por cima dela. Ela sorriu e nos envolvemos em um beijo apaixonado. Coloquei as mãos por debaixo da camisola dela e arranquei sua calcinha deitando-a por completo na cama ficando entre suas pernas abertas. Mordi suas coxas e ela suspirou. Comecei a acariciar a intimidade de Teresa com o dedo indicador enquanto a via se contorcer naquela enorme cama. Finalmente arranquei a roupa dela e distribui beijos pela sua barriga até poucos milímetros de sua intimidade. Teresa se derretia em gemidos baixinhos e eu sabia que estava chegando em seu limite. Parei e a beijei mais uma vez sem fazer meus dedos pararem de trabalhar nem um minuto e quando senti ela tremer, levantei uma de suas pernas e a penetrei devagar, entrando facilmente em seu interior.
– Me mata de prazer. – Teresa disse entre gemidos e acelerei os movimentos. A saudade era tanta, que não conseguíamos controlar os gemidos que escapavam de nossas bocas. Segurei firme suas pernas que se encontravam uma em cada lado do meu corpo enquanto dava estocadas intensas. Teresa se entregou ao momento apenas deitando com seus braços esticados acima da cabeça e gemendo de prazer. Estávamos tanto tempo ali no escuro que havíamos nos acostumado e já estávamos enxergando facilmente. Alisei o corpo de Teresa sem parar de me movimentar e entrelacei nossas mãos no alto de sua cabeça e a beijei. Teresa manteve as pernas firmes na minha cintura e aumentei os movimentos a fazendo dar um gemido abafado entre nosso beijo. Chegamos ao ápice daquele momento e eu, ainda dentro dela, estimulei seu ponto sensível que correspondeu à altura, fazendo Teresa se tornar um poço sem fim de prazer de ambos mais uma vez. Deitei por cima dela sem nos desconectar até que nossas respirações se estabilizavam e Teresa alisava meu cabelo manhosa.
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A volta de Teresa
FanfictionE se o acidente de asa delta da Teresa não tivesse sido fatal? Se ela tivesse sido dada como morta mas, na verdade, não foi o seu corpo que foi enterrado naquele dia? Por um acaso do destino, Teresa sobreviveu ao acidente que mudou o rumo da sua vid...
