Cap 40
Por Alec
Desde pequeno ouço que a vida de casado é tediosa e monótona,que comer a mesma mulher todos os dias seria chato e a convivência maçante.
Tudo mentira.
A vida com Ivy Gambino pode ser qualquer coisa menos tediosa.
Minha mulher passou horas na pista de dança. O sorriso no rosto de anjo e o rebolado do corpo de sereia chamou a atenção de todos no local. Tanto que me deixou louco de excitação e ciúmes.
Ser marido de alguém tão linda e gostosa é uma constante mistura de orgulho e raiva. Ao mesmo tempo em que adoro o fato dela parar o trânsito por onde passa,odeio pensar que tem pessoas a desejando a ponto de ficar encostado no bar por estar duro demais pra sair.
Juro por tudo o que existe de mais sagrado que só não cortei o pau do desgraçado porque a Ivy estava se divertindo tanto que não quis estragar o momento. Ela passou tanto tempo presa,vivendo para construir a imagem de menina ingênua e se limitando às regras que a máfia impõe que agora está se descobrindo,está livre. Não quero e acho que não tenho coragem de tirar isso dela.
— E aí? Como está se sentindo? - pergunto ao ouvir os passos dela saindo do closet.
Depois que voltamos para casa tomei um banho com a Ivy e a deixei se aprontando para dormir enquanto fui assinar uns documentos que tenho que encaminhar para a empresa amanhã. Coisa rápida.
Assim que entrei no quarto,escutei minha mulher mexendo em suas coisas no closet e senti o aroma de jasmim que seus cremes emanam. Ele enche o ambiente e dá sensação de conforto,de relaxamento.
— Um pouco decepcionada - ela responde. Sua voz soa de outro cômodo.
— Decepcionada? - insisto.
— Esperava alguma coisa mais…sei lá,mais forte,eu acho - ela confessa - meu corpo está leve e relaxado,mas não estou vendo ursinhos voando e nem fadas soltando brilho - a morena explica e não contenho a gargalhada.
— Isso se chama LSD,diabinha. E não,você não pode provar - falo antes que ela peça.
— Eu não queria mesmo - Ivy retruca. Está mais perto - tenho outras formas de me divertir - minha mulher conclui,cheia de intenções.
— Ah,é? - questiono animado.
Viro pra olhar minha esposa e perco o fôlego com o que encontro.
Sério,quem usou as palavras tédio,monotonia e chatice para descrever um casamento,deve ter se casado com a pessoa errada.
Puta que pariu,que mulher deliciosa!
Ivy escolheu uma lingerie preta de renda floral. A parte de cima é um corpete tomara que caia que delineia suas curvas,dá destaque aos seios e vai até o meio das costelas. Já a calcinha…
Para me dar uma visão geral,Ivy dá uma voltinha e exibe a bunda arrebitada. O tecido preto não cobre quase nada,entra pelo meio das nádegas e só aparece novamente na frente,sobre a buceta que tenho certeza que está molhada.
O cabelo escuro cai liso sobre os ombros e desce até o meio das costas como uma cascata sedosa e brilhante,dando ainda mais sensualidade a uma mulher capaz de parar uma guerra com o olhar.
Sou casado com uma deusa!
— Quais são seus planos para essa noite,Lilith? - pergunto sem me conter,ansioso para ouvir sua resposta.
O sorriso que aparece em seus lábios é tão sexy e tão diabólico que quase me faz gozar nas calças feito um adolescente. Ele é uma promessa e um alerta.
Minha mulher dá um passo à frente e vejo que os saltos do sapato que está usando são esculpidos. Uma cobra prateada se entrelaça e se destaca no preto dos scarpins,subindo até quase a altura dos tornozelos. Os olhos da serpente são feitos com dois rubis pequenos.
— Tira a roupa - ela manda. A voz firme não dá espaço para contestações.
Ao menos não era para dar.
— Você já foi mais gentil,paixão - retruco sem me conter.
— Você vai me obedecer hoje - minha esposa ordena,parece uma rainha falando - e se for um bom menino,vai ganhar uma recompensa - ela anuncia.
— Ninguém te contou? Nunca fui um bom menino - respondo.
— Você nunca teve o incentivo certo - a morena retruca.
Observo cheio de fascínio a Ivy caminhar de volta pro closet. A bunda mexendo de acordo com os passos,as pernas esbeltas alongadas pelo uso do salto alto.
Meu pau - sempre disposto a acatar as ordens da Ivy - fica pressionado dentro da cueca e da calça jeans. Ele quer se libertar,quer se entregar aos desejos e carinhos da ama.
Enorme Alec é um enorme traidor.
Ivy não demora a voltar e carrega nas mãos uma caixa totalmente preta. As unhas vermelhas se destacam nas laterais da peça escura e,na tampa do objeto,as iniciais I e G estão escritas com uma caligrafia perfeita na cor prata.
— O que é isso? - pergunto curioso.
— Uma caixa de prazer - ela responde e apoia a caixa sobre nossa cama.
— Caixa de prazer? - insisto enquanto me aproximo.
— Não comprei só sapatos no shopping - minha mulher conta - encontrei um sexyshop bem interessante,que faz peças sob encomenda e personalizadas - ela explica.
A morena levanta a tampa da caixa e revela um conteúdo bastante atraente.
Sobre um tecido de veludo vinho,os brinquedos sexuais pretos ficam realçados. Reconheço um vibrador em forma de pênis,sugador de clitóris, bolinhas explosivas - que a Ivy amou -,dados com partes do corpo e posições escritas,cartas de baralho,velas aromáticas e lubrificantes íntimos, alguns com sabor e aromas diversos e um com anestésico. Todos os produtos na cor preta e com as iniciais da minha esposa em prata.
Meu pau começa a implorar.
Porra,meu corpo todo implora.
— Quer brincar de que,meu amor? - pergunto sem demonstrar ansiedade.
— O que você fez hoje…
— Não fiz nada,Ivy - interrompo. Reconheço o tom acusador e magoado dela.
— Foi uma tentação,não foi? Como com aquela namorada do seu amigo - ela continua - você ficou duro? Ficou com vontade? - a morena insiste.
— Por que isso agora? Nunca traí você - falo na defensiva. Não estou gostando do rumo que essa história está tomando.
— Não traiu,mas sei que ficou tentado. Sempre vai ficar - ela constata.
— Ivy…
— Também sinto desejo quando vejo um homem bonito,fico com tesão quando eles me observam,quando se jogam aos meus pés… - ela confessa,faz meu sangue ferver.
— Fica,é? - questiono bravo. Ivy assente.
— Sabe porque não deixo o desejo me guiar? - minha mulher pergunta.
— Porque sabe que vou derramar sangue - respondo com confiança. Ela ri.
— Porque não fui criada para ceder aos meus desejos. Eles sempre ficam em segundo plano e não significam tanto perto de tudo o que pretendo conquistar - ela responde com franqueza - sei priorizar - minha esposa resume.
— Priorizar - repito como um idiota.
— Vou tentar te ensinar. Fazer um exercício prático - ela continua.
— Que seria…
— Você vai tirar toda a roupa,vou te algemar na cama e mostrar tudo o que vai perder se resolver ceder aos seus desejos por outra mulher - minha esposa conta.
— Você parece muito confiante - comento.
— Não tenho nada a perder - ela responde e tira uma algema da caixa - tira a roupa,Alec - a morena ordena.
E dessa vez eu não discuto.
Tiro toda a roupa sob o olhar minucioso da Ivy e fico completamente nu. Ela claro que fica atenta, adora admirar meu corpo e sempre se impressiona com o tamanho do meu pau.
Ao contrário do que imaginei,a mulher endiabrada me orienta a ficar sentado,não deitado. Ela ainda manda que eu levante os braços e os prende juntos,na cabeceira da cama.
Ivy volta sua atenção para a caixa e pega duas velas aromáticas. Ela usa meu isqueiro para acendê-las nas mesas de cabeceira dos dois lados da cama e não demora para que o cheiro de jasmim se espalhe pelo ambiente.
Ela também apaga algumas luzes,exceto as que ficam sobre nossa cama,e coloca uma música relativamente lenta,daqueles feitas pra sexo.
— Meus braços já estão ficando dormentes - falo só para apressar.
Ivy me algemou com cuidado. Tenho certeza que logo vou ter necessidade de mudar de posição, mas meus braços não vão gangrenar e nada do tipo.
— Azar o seu. Isso vai demorar - ela responde enquanto escolhe o brinquedinho que vai usar.
Após um instante,minha esposa coloca alguma coisa sobre a cama - não consigo enxergar o que é - e sobe no colchão.
Em pé,com os sapatos afundando no estofado macio,ela se aproxima de mim e apoia o salto alto na minha coxa,bem próximo do meu pau.
Meus olhos correm suas pernas. Desde os pés cobertos pelos sapatos,passando pelas panturrilhas duras,as coxas gostosas e acabando na virilha depilada.
Desse ângulo,vejo a calcinha se moldando a ela. A renda preta cobre a buceta,mas não esconde o pequeno volume do clitóris e a forma deliciosa da entrada dela.
Porra,como quero jogar essa mulher na cama, arrancar essa calcinha e enfiar a língua no meu paraíso particular!
Mas ela tem outros planos.
Atrevida,Ivy usa a ponta do salto para tocar meu pau. Cuidadosamente,a cobra desliza pelo meu comprimento causando um choquinho que corre pelo meu corpo e um medo absurdo.
Meu Deus,essa mulher já é maluca sozinha,mas sob o efeito da maconha está completamente sem pudor. E se ela resolve colocar mais peso? Essa merda desse salto vai me castrar!
Vendo meu pico de terror,Ivy ri tão diabólica que, se não me excitasse ainda mais,provavelmente me deixaria traumatizado.
— Acha mesmo que eu destruiria meu brinquedinho preferido? - Ivy provoca e faz um som negativo com a boca - Enorme Alec é um grande amigo meu. Nunca o machucaria - minha esposa garante.
— Talvez ele não confie tanto assim… - falo - por que não dá uns beijinhos para agradá-lo um pouco? - sugiro.
— Porque é ele quem vai ter que me agradar - ela responde de imediato e afasta o salto.
Consigo conter o suspiro aliviado,mas logo me distraio novamente.
Ainda em pé,Ivy faz questão de olhar nos meus olhos enquanto desce uma das mãos até o meio das pernas e se toca sob o tecido fino da calcinha.
As unhas vermelhas arranham suavemente a renda,possivelmente causando um arrepio bem parecido com o meu há pouco. Ivy geme tão baixinho que é quase inaudível,mas faz o Enorme Alec pulsar em resposta.
— Está toda molhada,não é?! - comento sem ousar piscar.
Para provocar,ela escorrega um dedo para dentro da calcinha. O tesão faz meu coração bater forte e o sangue fluir feito um rio furioso em minhas veias.
Vejo perfeitamente o dedo afundando na buceta apertada,o prazer estampado no rosto de anjo da minha diabinha.
— E aí? - questiono,minha voz sai abafada.
Ivy tira o dedo bem devagar,sorri atrevida e o leva até os lábios pintados de vermelho. Com o mesmo movimento que fez na buceta,ela afunda o membro lentamente na boca.
Sufoco um gemido,mas não contenho o impulso de lamber os lábios. O gosto dela ainda está fresco na minha memória,é minha bebida preferida.
— Encharcada - ela responde - quer ver? - a morena propõe. Assinto com a cabeça.
— Sempre quero ver essa bucetinha faminta - garanto. Ivy ri.
Querendo prolongar meu sofrimento,ela resolve tirar a parte de cima da lingerie primeiro.
Ivy puxa o zíper e peça delicada,feita em renda francesa,cai sobre o edredom branco revelando os seios fartos e os mamilos rosados da minha mulher.
Os seios deliciosos e empinados da minha diaba.
Porra,como quero tocar! Quero colocar os bicos entre meus dedos e bélica-los só para ouvir o gritinho baixo e excitado que a Ivy sempre dá.
Com movimentos calmos,minha esposa também tira a calcinha. As mãos pequenas seguram as tiras laterais de renda e puxam a lingerie para baixo.
Em instantes,ela está completamente nua,exceto pelos sapatos.
— Senta aqui,senta - peço - monta em mim. Prometo gozar bem fundo,como gosta - ofereço. Ela nega com a cabeça.
— Está muito ansioso,capo Genovese - ela diz nosso sobrenome com ternura e se ajoelha sobre o colchão,ao meu lado - você só vai gozar se e quando eu deixar - a morena declara.
— Se? - questiono. Como tortura,ela sorri e usa as unhas afiadas para arranhar o caminho pela minha barriga até a entrada e V na virilha - Ivy - repreendo. Sua risada me deixa maluco.
— Já disse,Alec. Hoje é sobre mim - ela fala com tranquilidade,a unha do indicador deslizando perigosamente na minha virilha.
— O que…
— Cala a boca - ela me interrompe,ordena - se eu ainda não estiver saciada quando terminar,te deixo gozar bem fundo,como gosto - a morena promete.
— E se tiver? Quero meu prêmio - lembro.
— Você vai ter - ela garante e deposita um beijo rápido nos meus lábios antes de se afastar de novo.
Ivy senta sobre a cama,de frente pra mim e abre levemente as pernas. Desse ângulo,consigo ver os seios firmes,o corpo escultural e a buceta em que quero afundar até perder os sentidos.
Minha esposa estende a mão e pega uma caixa preta pequena,de bolinhas explosivas. Ela abre sem dificuldade,pega três e abandona as outras perto dos travesseiros.
Meu cérebro vira patê e meu corpo entra em combustão ao ver minha mulher usar as bolinhas para massagear o busto. Ela fecha os olhos em contentamento e geme baixinho quando toca as pontas dos mamilos.
Já vi e brinquei com muitos seios na vida,por isso tenho total convicção ao dizer que a Ivy tem os mamilos mais sensíveis que conheço. Sério,uma vez ela gozou quando eu os estimulei com meus dedos,sobre o tecido fino de um de seus pijamas.
É por isso que tenho certeza absoluta que ela está sentindo muito prazer.
Por isso e pela dificuldade que tem em manter as pernas abertas,sem qualquer atrito para aliviar a pressão.
Ivy coloca uma bolinha de cada lado do bico do seio esquerdo e rola elas bem devagar,aperta o mamilo entre os estimuladores. O som que sai de seus lábios é abafado,rouco.
— Está gostoso? - pergunto. Não consigo me conter,mal consigo ficar parado.
— Uhum - ela confirma com um ronronar.
Porra…
Minhas bolas doem,querem alívio. Meu pau quer ela. Quer as mãos dela. A boca,a língua e buceta apertada…
Mas ela quer me matar,aparentemente.
Ivy acaba apertando as bolinhas com mais força que o necessário e arfa surpresa quando uma delas estoura. O perfume de baunilha se espalha pelo quarto,o óleo se espalha no seio e o tesão se espalha em mim.
Minha mulher sorri e pega outra bolinha para substituir a antiga. Ela retoma a massagem,não tem pressa em acabar.
Minutos depois,estou me contorcendo na cama e os estimuladores - sétimo e oitavo,de acordo com minhas contas - chega ao meio das pernas dela.
Ivy introduz uma única bolinha no meio dos lábios vaginais e brinca bem devagar,com cuidado para não estourar. Ela separa os lábios,se expõe pra mim.
— Era isso o que estava dizendo? Que gosta de se exibir? Fantasia com aqueles caras te olhando assim? - pergunto. Com certeza estaria bravo se ela não estivesse se masturbando na minha frente.
— Você,não? - ela retruca sem parar de mover a bolinha - nunca fantasiou com isso? - ela exige saber.
— Está me perguntando se gostaria de ver outro homem comendo minha mulher? - refaço a questão. Ela ri.
— Você é possessivo demais pra isso. Sei que não - ela garante - estou perguntando se nunca quis isso. Eu. Assim - a morena explica. A maldita bolinha descendo até a entrada dela - você é um homem poderoso,Alec. Pode ter tudo o que quiser,na hora que quiser…
— Posso - garanto.
— Mas não isso - ela continua - meu corpo é meu. Pertence a mim. Você só pode possuí-lo se eu deixar - minha esposa conclui.
Então é isso.
Tudo o que vou perder se tiver um caso. Se beijar ou tocar outra mulher.
Ivy está me ameaçando sem levantar o tom de voz e sem brigar. Está usando meu desejo,meu ponto fraco,para deixar claro que não vai perdoar uma traição.
Como a cobra que se enrola em seus saltos altos,ela se enrola no meu pau,faz dele um refém. E sei que não tem medo de dar o bote.
Não contenho o sorriso.
— E ainda dizem que as vilãs são previsíveis - comento com humor.
Me surpreendendo,Ivy rola a bolinha por cima da entrada e leva até o ânus. Ela não introduz,mas brinca com o lubrificante e suspira baixinho,com contentamento.
Em seus olhos,vejo a promessa.
É hoje.
Hoje ela vai se entregar completamente pra mim.
E quer que eu faça o mesmo.
Exige que eu faça.
— As vilãs só são vilãs porque escrevem suas próprias histórias - ela responde,a respiração vai ficando pesada - elas vivem pelo próprio prazer - minha esposa conclui e enfia a unha na bolinha. Ela estoura e o óleo se derrama sobre meu prêmio.
— Me solta - mando. Ela nega com a cabeça.
— Eu nem comecei,diabinho - minha mulher ronrona - você vai me assistir gozar com aquele seu rival atolado em mim - ela brinca.
— Meu rival? - questiono confuso.
Ela não seria maluca de convidar outro homem pra nossa cama,pra comer sua buceta na minha frente. Ivy não é louca.
Ao menos acho que não.
Rindo,ela revira os olhos com desdém e estica a mão para pegar outro brinquedo que separou. Um grande,roliço,grosso e com suas iniciais no meio.
Aliviado,também dou risada.
— Francamente,Ivy. Um pau de plástico não rivaliza com o meu - desdenho.
— E ainda assim me fode tanto quanto você - a morena retruca e aperta um botãozinho,fazendo o vibrador tremer.
— Garota,não..
— Ahaa - seu gemido me interrompe.
O gemido e a imagem.
Ivy coloca o pau de plástico na entrada da buceta e vai enfiando bem devagar. Fico totalmente sem fala,fascinado,enquanto observo o brinquedo sumir dentro da minha mulher.
Com os olhos fechados,a boca entreaberta e o rosto relaxado de prazer,Ivy é uma deusa. Seus cabelos caem sobre o edredom,o corpo está recostado sobre três travesseiros e os quadris se movem conforme ela movimenta o brinquedo.
Ivy puxa devagar o vibrador,quase tira,mas então empurra de volta e grita de prazer ao atingir o ponto que tanto gosta.
Meu corpo está pegando fogo,as bolas doem e o pau está tão duro que é capaz de virar pedra. O desejo me consome,mas Ivy não se importa,está se divertindo com minha agonia.
Remexo as mãos na tentativa de me soltar das algemas,mas é inútil. Não é uma daquelas de brinquedo que normalmente tem no sexyshop,é mais forte.
Tomado pelo tesão,só consigo assistir enquanto minha mulher se fode com o vibrador e,para meu completo desespero,enfia um dedo no ânus.
Puta merda!
Ela geme mais alto agora,se perde no prazer que dá a si mesma. Acho que até esquece que estou aqui.
Caralho,como ela é linda!
Essa visão,esse show,ver essa buceta gostosa engolindo o vibrador e o dedo entrando no cuzinho que tanto quero me deixa completamente louco.
Conheço a Ivy,conheço o corpo dela e sei que está quase gozando. Ela se contrai,se arrepia inteira e os gemidos vão ficando mais intensos,a respiração irregular.
Ela faz um último movimento,enfia o vibrador com força na buceta,e grita anunciando o clímax. Os quadris levantam da cama,o corpo estremece com violência e sua cabeça tomba para trás.
É nesse momento,enquanto sinto meu próprio corpo quase atingindo o ápice,que uso os dois punhos,puxo com força e quebro a cabeceira da cama. Me liberto não das algemas,mas da prisão improvisada que minha mulher criou.
Ivy,que tinha acabado de desabar de volta no colchão,levanta a cabeça e se surpreende ao ver o que fiz. Os olhos arregalam tanto que quase dou risada.
— Acabou a brincadeira. Me dá a porra da chave - mando.
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A Esposa Do Diabo
RomanceIvy Gambino é uma mulher linda,inteligente,forte e está determinada a destronar o capo de sua Família,seu pai, Salvatore Gambino. Criada pelos tios na Itália,a garota volta a Nova York para se casar com Alec Genovese,um homem poderoso e capo mais j...
