Capítulo 38

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Aviso: Capítulo com cenas de sexo explícito!

Johnny foi organizar o almoço pra Anne.
Chega a hora do almoço e Johnny já estava no salão. Era 12:20.
Ele fez questão que o ambiente ficasse à altura de Anne. O local realmente estava lindo. Tinha uma mesa com lugar pra dois, sobre a mesa tinham dois pratos de porcelana lindíssimos, talheres, duas taças e uma garrafa de vinho tinto do mais requintado. E o melhor de tudo e mais romântico, eram as pétalas de rosas vermelhas espalhadas por todo o salão, inclusive sobre a mesa. Era óbvio que tudo isso seria mais adequado se fosse para um jantar, mas ele preferiu um almoço porque talvez à noite ele já esteja viajando.
Johnny pediu permissão ao Sr. Wilkinson para que o Max servisse os dois.
Johnny se senta e espera por Anne.
Ele tinha esperança que o amor dela por ele falasse mais alto e ela fosse ao seu encontro.
Já era 13:30 e Sophie diz:

- Anne... ele já deve estar lá te esperando.
- Pois vai se cansar. (diz Anne)

Sophie apenas balança a cabeça negativamente.

As horas passam e Johnny começa a ficar nervoso. Já era 15:35, ele realmente havia esperado bastante, então ele resolve abrir o vinho.
Johnny pega a taça já com o vinho e se levanta. Ele caminhava pelo salão e de vez em quando bebia um gole do vinho.
Quando finalmente acaba o vinho de sua taça, ele volta à mesa e coloca mais um pouco. Ele olha a hora no seu relógio. Já era 16:00 horas e nada de Anne. Então ele bebe o último gole de vinho da taça e a joga com toda força na parede, milhares de caquinhos se espalharam pelo chão. Então ele diz pra si mesmo:

- É bem feito pra você seu idiota. Pelo menos agora eu sei o quanto ela me ama.

Ele desiste de continuar esperando por ela e vai para seu quarto sem nem ter almoçado.
Anne havia almoçado com Sophie em seu quarto.
Johnny liga para uma companhia aérea e reserva uma passagem para Londres. Seu vôo sairá as 22:00 horas. Ele faz a mala e resolve pedir algo para comer lá mesmo no quarto, já que estava apenas com duas taças de vinho no estômago e não tinha tomado café da manhã.
Ele não sabia como estava se aguentando em pé.

Já era 17:00 horas quando Anne resolve seguir os conselhos da amiga e ir até o salão imaginando que ele ainda estaria lá.

- Já era sem tempo Anne. Tomara que ele não tenha se cansado como você disse.
- Tomara que não Sophie.
- Boa sorte amiga!
- Obrigada!

Anne sai do quarto e quando chega no salão, ela não o encontra. Ela não consegue conter as lágrimas ao ver as pétalas de rosas por todo o lugar.
Ela se aproxima da mesa e olha pro chão avistando os cacos da outra taça.
Anne pega a taça que estava sobre a mesa e a garrafa de vinho e resolve ir até o quarto dele.
Saindo do elevador com a taça e a garrafa nas mãos, ela vai em direção ao quarto dele e para na porta. Antes de bater, ela fecha os olhos e respira fundo.
Ela bate de leve e quando Johnny abre fica surpreso ao vê-la.

- O que você tá fazendo aqui?
- Não vai me deixar entrar?
- É melhor não. (diz ele sério)
- Por favor! (implora ela)

Ele não diz nada, apenas sai da frente da porta dando passagem pra ela.
Anne entra e ele fecha a porta.

- Eu adorei as pétalas. (diz ela meio receosa)
- É mesmo? E o que achou do almoço? (pergunta ele irônico)
- Johnny... eu sei que deixei você esperando um pouco...
- Um pouco...? um pouco...? você me deixou esperando de 12:20 às 16:00 e vem em dizer que foi só um pouco?
- Esperou porque quis. Eu disse que não ia.
- Então tá fazendo o que aqui minha querida? (diz ele abrindo os braços bem debochado)

Anne ignora o que ele disse e vai até a mesa colocando sobre ela a garrafa de vinho e a taça dizendo já com lágrimas:

- Só trouxe uma porque a outra estava aos pedaços.

Ela olha pra ele não contendo o choro e diz:

- Me perdoa! Johnny... me perdoa! Eu te amo. Eu sinto muito mesmo.

Ele se aproxima, seca as lágrimas dela, a toma em seus braços e a beija.

- Eu é que peço perdão por ter falado com você daquele jeito. Eu tive tanto medo de ir embora e não me despedir de você. (diz ele)
- Você vai mesmo?
- Sim. O vôo tá marcado pras 22:00 horas de hoje.
- Hoje?
- Sim.

Anne o abraça forte chorando muito. Johnny também não consegue conter as lágrimas. Os dois ficam abraçados.

- Eu não vou conseguir viver sem você. Não me deixa, por favor!

Johnny segura o rosto dela com as duas mãos e diz:

- Não estou deixando você. Eu quero que entenda que só vou estar deixando um lugar apenas, mas sempre serei seu, apesar da distância. Eu nunca desistirei de você.
- Promete!
- Eu não prometo, eu juro! Você é minha vida, se eu desistir de você será como desistir de viver. E eu não quero deixar de viver.

Eles ficam se beijando por um bom tempo. Ele a puxa pela cintura colocando o corpo dela ao seu. Anne coloca suas mãos por dentro dos cabelos dele e tenta aprofundar mais o beijo como se fosse possível. Ele começa a roçar sua boca no pescoço dela fazendo-a se arrepiar toda e gemer. Ele a encosta na beira da mesa e coloca sua perna direita entre as dela.
O clima começa a esquentar, então ela sussurra no ouvido dele:

- Eu te quero. Eu te desejo. Eu quero ser sua.

Ele a olha descrente no que acabara de ouvir e pergunta:

- Tem certeza?
- Eu nunca tive tanta certeza em toda minha vida.

Eles voltam a se beijar. Anne coloca seu braço direito no pescoço dele, ele coloca seu braço esquerdo nas costas dela e o direito por baixo das pernas dela levantando-a, a leva em seus braços para a suíte e a deita na cama. Ele que já estava sem paletó, tira os sapatos e fica de joelhos sobre a cama. Delicadamente ele tira as botas dela e se deita sobre ela. Ele fica a admirando e começa a beijar cada canto do rosto dela, depois chegando a boca. Enquanto estavam se beijando, Anne começa a desabotoar a camisa dele fazendo-o tira-la por completo. Johnny fica de joelhos entre as pernas dela e começa a desabotoar a blusa dela também. Chegando no último botão, ele abre a blusa deixando à mostra o sutiã meia taça preto de renda, que por sinal realçava os seios dela. Ela se senta e tira a blusa. Ele coloca suas mãos atrás das costas dela e começa a abrir o sutiã. Ele o tira deixando os seios dela à mostra. Ela torna a se deitar e fica completamente com o rosto corado. Ele dá um sorriso por causa do constrangimento dela. Ele se deita entre as pernas dela e com a mão esquerda acaricia delicadamente o seio direito dela fazendo-a gemer. Ele começa a beijar o pescoço dela e vai descendo até chegar no outro seio sugando-o completamente. Anne geme mais alto.
Johnny beija o corpo todo dela parando na barriga. Ele mais uma vez fica de joelhos entre as pernas dela e desabotoa a calça jeans dela e a puxa delicadamente. Anne estava com uma pequena calcinha preta de renda que fazia conjunto com o sutiã.
Johnny pega a perna direita dela e levanta um pouco e começa a beijá-la. Ele vai subindo sua boca por todo o comprimento da perna dela fazendo-a gemer mordendo o lábio inferior. Ele se levanta e tira as próprias calças, ficando apenas de cueca. Ele se deita sobre ela novamente e ficam se beijando. Ele estava completamente excitado.
Depois ele delicadamente tira a calcinha dela e sua cueca. Ele vai até o sexo dela e começa a beija-lo deixando-a mais excitada. Ela apertava o lençol com as duas mãos e mordia seu lábio inferior com mais força. Ele novamente sobe para beijar o corpo dela.

- Não para... não para... (diz ela de olhos fechados)
- Calma... (diz ele sorrindo com o desespero dela)

Ela envolve suas pernas na cintura dele e coloca seu braços nas costas dele, segurando com toda a força. Ela o apertava com suas pernas contra seu sexo fazendo-o gemer. Então ela diz:

- Johnny... eu só peço que tenha um pouco de paciência comigo, porque... será minha primeira vez.
- Claro que sim meu amor. Eu prometo ser o mais delicado possível.

Eles começam a se beijar novamente. Então Johnny começa a penetrá-la bem devagar. Seus movimentos eram delicados e contínuos. Quando ele a havia penetrado por completo, ela dá um gemido só que de dor.

- Eu machuquei você?
- Não. Quer dizer... doeu um pouco.
- Me desculpe. (diz ele)

Ele fica um tempinho parado dentro dela e depois começa a se movimentar delicadamente.
Percebendo que o gemido que ela começara a dar era de prazer e não de dor, ele começa a se movimentar mais rápido. Anne gemia dizendo:

- Continua... continua... não para, por favor!

Ele se movimentava dentro dela freneticamente, deliciosamente.

- Continuaaa... eu vou...

Ela nem conclui a frase finalmente chegando ao orgasmo. Ela arranhava as costas dele com gosto.

Não demorando muito, ele também chega ao clímax segurando a cintura dela contra si.
Ele ainda dentro dela deita seu corpo sobre ela e sua cabeça entre os seios dela. Os dois estavam suados e muito ofegantes. Ela fica acariciando o rosto dele suado. Ele finalmente sai de dentro dela e se deita ao seu lado ainda ofegante. Ela coloca sua cabeça no peito dele e sua perna direita sobre a dele. E ficam assim por um bom tempo.
O lençol havia ficado com uma mancha de sangue, prova da virgindade de Anne.

Eles resolvem tomar banho juntos. Depois do banho Anne veste suas roupas e vai olhar a hora. Johnny estava apenas de roupão.

- Meu Deus! já são sete horas. Eu queria tanto ficar aqui até a hora de você ir. Mas é melhor eu voltar pro meu quarto.
- Eu também queria que você ficasse. Eu tive uma idéia... já que não almoçamos juntos, poderíamos jantar juntos. Eu imagino que o salão ainda esteja com tudo arrumado. Exceto por uma taça que eu quebrei.
- Me desculpe não ter ido. Mas eu gostei da idéia, vamos jantar juntos sim. Você vai pra lá e me espera enquanto eu vou trocar de roupa.

Johnny a olha meio de lado.

- Não me olhe assim... eu não vou deixar você esperando.
- De novo. (diz ele)
- Eu sei... não sabe como eu me arrependo por não ter aparecido.
- Na hora eu fiquei decepcionado, mas vendo por outro lado teve suas vantagens você não ter ido.
- Teve? (pergunta ela)
- Sim. Se você tivesse aparecido no almoço, não teria tido motivos pra vir aqui e consequentemente não teríamos feito amor.
- É verdade. Você foi maravilhoso. Eu adorei. (diz dando um beijo nele)
- Você é que é maravilhosa.
- Agora deixa eu ir. Até daqui a pouco.
- Até.

Eles se beijam e Anne sai do quarto. Chegando ao seu quarto ela vai até a suíte e Sophie pergunta:

- E ai Anne, como foi? Pela sua demora você o encontrou lá, não foi?
- Não. Ele não estava mais lá. (diz Anne com falsa tristeza)
- Ai amiga, que pena! Então onde você estava esse tempo todo?
- Eu fui ao quarto dele me desculpar.
- E...? (pergunta Sophie)

Anne abaixa a cabeça.

- Ai Anne, eu sinto muito.

Anne levanta a cabeça com um sorriso e pula no pescoço de Sophie a abraçando.

- A gente se entendeu.
- Que excelente notícia amiga.
- Agora senta aqui que eu tenho uma coisa importante pra te contar.

Anne e Sophie se sentam na cama.

- O que foi?
- É que eu e Johnny... aconteceu!

Sophie leva a mão à boca.

- Anne... vocês...
- Sim... nós fizemos amor. Foi maravilhoso!
- Fico tão feliz por você amiga. Aliás, fico feliz por vocês dois. Agora você é uma mulher Anne... como tá se sentindo?
- Nas nuvens! (diz Anne deitando na cama)
- Que legal amiga. (diz Sophie)
- Agora deixa eu ir trocar de roupa porque vamos jantar juntos, já que eu não fui ao almoço.
- Ah se você vai jantar com ele é melhor eu ir pra casa, até mesmo porque eu nem liguei pra minha mãe. Ela deve estar de cabelos em pé pra ter notícias suas.
- Ah, eu esqueci de te perguntar... Johnny vai ou não embora?
- Infelizmente sim. Hoje ainda. O vôo tá marcado pras 22:00 horas. Ele me disse que não me deixará nunca, que sempre será meu.
- Que lindo! E por quanto tempo ele vai ficar lá?
- Tempo indeterminado. Mas um dia ele volta e eu estarei aqui esperando por ele.
- É isso aí amiga. Você se importa se eu for ao quarto dele me despedir?
- Claro que não Sophie. Não precisava nem perguntar.
- Valeu! De lá eu vou pra casa, tá bom?
- Tá. E manda um beijo pra sua mãe.
- Eu mando.
- Você volta amanhã? (pergunta Anne)
- Claro.

Sophie se despede de Anne e vai ao quarto de Johnny.

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