Há muito tempo atrás, em um mundo passado, em que existiam diversos reinos, existiu um lindo príncipe chamado José Fernandes.
Desde criança, José foi preparado para, um dia, assumir o trono do grande, e importante reino de Jadya.
E sim, sem dúvida...
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Narrado pela Maria Clara:
Depois que tudo estava sendo organizado para o casamento, José Fernandes me chamou para irmos até o salão de baile do palácio para conversarmos em particular.
Chegando lá, questionei:
– Amor, por que você nos trouxe para cá?
José Fernandes olha para mim e diz:
– Bom, tudo está ficando mais do que pronto para o nosso casamento, mas agora, na questão da festa, acho que a gente deve ensaiar algumas danças juntos, não acha?
Sorrio e digo:
– Acho, porque a gente precisa fazer a festa ser perfeita e eu quero que você sinta orgulho de dançar comigo.
José sorri, se aproxima de mim, toca o meu rosto e diz:
– Eu já me sinto honrado de ter você comigo, loirinha. Já sinto orgulho de você ter aceitado se tornar a minha esposa, e já me sinto realizado por você querer dar esse passo importante que é o casamento comigo, porque com você do meu lado, a escuridão se torna luz.
O abraço e digo:
– Eu te amo muito, sabia? E estou muito feliz de saber que nós dois vamos enfim ter o nosso tão sonhado casamento.
– Eu também – diz ele. – E é por isso que hoje ensaiaremos algumas danças que podem ser ótimas tanto para você quanto para mim.
Olho nos olhos dele e digo:
– Sabe? Acho que nem se eu perdesse a minha memória, eu conseguiria esquecer você, meu amor. José Fernandes, você me faz tão bem.
– Igualmente, linda – disse ele, beijando suavemente a minha testa. – E aí? Podemos começar a dançar?
Assinto e digo:
– Sim, podemos.
José Fernandes fez uma reverência pra mim e eu fiz uma reverência para ele. Então, nós nos juntamos e começamos a dançar. O toque da mão dele na minha era algo tão único.
– Temos que ensaiar bastante – disse José Fernandes.
Suspiro, olhando para ele, e digo:
– Não consigo pensar em mais nada além de uma coisa...
– Que coisa? – questiona ele com curiosidade.
– Gosto das suas mãos quando elas estão com as minhas nelas, José – digo com sinceridade.
– E eu gosto de te ter comigo o mais perto possível, loirinha – diz ele. – Amo passar o meu tempo com você, mesmo que esse tempo seja tocando o meu alaúde para você, ou simplesmente cantando a nossa canção.
– Eu amo tanto essa música chamada "Heaven Can Wait", José – confesso.
José Fernandes sorri, se aproxima do meu ouvido e diz de um jeito sexy: