Gostaria de agradecer a todos que tiram um pouco de seu tempo para ler este livro e vários outros de vários outros sonhadores como eu.
Fico muito feliz!
Obrigado pelos comentários e votos, isso me ajuda muito!
Tenha uma boa leitura, galera!
parte 2
O vento soprava sobre a pequena floresta que ficava perto dos limites do Pacto. O sol irradiava por entre os galhos das grandes árvores, penetrando dentro da floresta, jogando feixes de luz, que iluminavam as folhas secas sobre a terra vermelha.
- Chega a ser patético, Tberyos - disse o general rindo ironicamente, encostando em um dos troncos.
- Não entendo, o plano era condecorá-lo quando eu olhasse onde estava anarquismo, ele se revelaria. Mas não era para ele ter acesso aos poderes totais, você me disse que ele ia ser controlado à distância, mas ele ficou forte.
Desmaterializou coisas que eu só consegui depois de um ano de treinamento.
Conjurou aquele escudo impenetrável e ainda enviou a esposa para longe, sem falar que invocou a maldita Lua Negra - disse Tberyos seriamente, olhando para o bruxo espojado no tronco da árvore a sua frente, que mudou completamente a feição.
- Você está falando sério? Não acredito! Não pode ser! - Disse o general, saindo de onde estava, coçando a cabeça de forma pensativa.
- Sim, lógico. Ele usou feitiços como Lua Negra e Escudo das Almas, se eu não me engano. Ou outro mais poderoso.
- A culpa não foi sua, agora entendi tudo. Um amigo meu é muito influente, chega a ser amigo de um dos Sete. Me disse ontem, antes de eu te procurar, que um dos Sete não foi completamente correto em sua atitude, e que ele estava ferido gravemente. Esse feitiço, o qual precisávamos de suas informações, Tberyos, é tão poderoso pelo que ele me falou, que pode matar até quem lançou o feitiço. E um dos Sete está morrendo, isso quer dizer que o maldito Cariel está bem vivo, fazendo não sei o quê, só sei que eu, você e seu amigo vamos procura-lo e matá-lo antes que mate um dos Sete. Se acontecer mesmo o que me falaram que pode acontecer com ele, não vai ser nem um pouco fácil imobilizá-lo.
- Bom, então eu não fui errado nisso tudo.
- Não, já que você disse que passou todas as informações corretas, e acabou de passar essa informação valiosa sobre o que realmente houve lá hoje cedo, você não vai ser julgado como traidor, como íamos fazer. E pelo que sei, Cariel vai ficar cada vez mais poderoso - disse o bruxo visivelmente preocupado com a situação.
- Eu ia o que? Como disse? Você falou que... - disse Tberyos gaguejando de medo, suando frio, com os olhos esbugalhados - você ia me matar por uma suspeita?
- Bom, chega de drama, garoto. Teria como um dos Sete prever que ele era repleto de emoções e motivações? Uma coisa é certa: há um infiltrado em nossa organização e ele pode conseguir matar um dos Sete, e esse maldito também usou suas informações. E sim, ia matar você - disse ele sério, aproximando-se de Tberyos.
- Entendo senhor. Olha, há várias formas de se interceptar uma mensagem, eles podem ter interceptado todas.
- Eu sei bem disso, mas não poderia ter sido você. Vamos mudar esse assunto. Pode me chamar de Antros - disse ele pegando no ombro esquerdo de Tberyos, que se assustou sentindo o toque das mãos geladas do general das Trevas.
- E caso a gente não consiga matar Cariel? - Perguntou Tberyos olhando para os olhos negros de Antros.
- Um dos Sete morre e pronto, simples assim - disse Antros com um pequeno sorriso no rosto - Olha, Tberyos, nós somos fortes. Eles são deuses, em comparação à mim e à você. Então os deuses que se virem para consertar suas idiotices. Pelo que me falaram ele poderia ter sentido as emoções, mas por ser um dos Sete, e ser um dos mais poderosos, se achava melhor que tudo e todos. Ele ainda foi avisado, mas ignorou. Vamos lutar caso Cariel esteja realmente forte, que venha um deles para enfrentá-lo, afinal são muito fortes. Não vou arriscar minha vida por pouca coisa. Lógico, se eles ouvissem isso eu provavelmente morreria - disse Antros rindo, dando as costas a Tberyos.
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CARIEL
FantasyEm uma terra onde a desconfiança e a paz andam lado a lado, dois povos vivem separados por um único pacto, selando não só a boa nova entre homens e bruxos, mas também a prosperidade e a boa vontade de um Deus. A cada 500 longos anos este pacto tem d...
