✹ Capítulo 2- GENERAIS DAS TREVAS

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                                                 Tenha uma boa leitura, galera!

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                                              Tenha uma boa leitura, galera!  

 Toda cidade  adormecia. No céu pairava um vento frio, que ao tocar as torres da Grande Cidade Azul, barulhos com assovios formavam-se pela noite como longos ecos, quando chegara Cariel, o mais jovem guardião da muralha qual protegia a cidade com seus vinte e três anos forte e muito determinado erra o orgulho de Jeremias, Líder da Guarda.

- Senhor, meu turno chegou ao fim. Estou me retirando.

-Tudo bem , meu amigo. Mas por hora, aguarde até que o próximo chegue. A noite está calma e fria. Os outros bruxos estão tomando café. Aproveite, aprecie as estrelas e está bela lua cheia. E torça para que sua alma não congele - brincou Jeremias, sorrindo.

- Senhor, com sua licença, mas eu não sou um amante do frio como você. Prefiro o calor da minha cama e da minha esposa - diz ele sorrindo, o que levou Jeremias a sorrir também, e rindo ele brinca batendo nas costas de Cariel.

- É, meu amigo, quem não prefere o calor de uma bela mulher em uma noite fria e calma como essa. Você já pode ir, posso ver ao fundo, subindo as escadarias seu substituto pelo resto da noite. Está liberado para se aconchegar nos ombros de sua bela esposa.

Cariel fez um sinal com a cabeça embalado pó um sorriso calmo:

- Com sua licença, estou me retirando da guarda, por hora.

Ele sai caminhando em passos largos, olhando para a grande planície. A lua estava clara, e do alto da grande muralha que percorria quinze quilômetros ao redor da cidade, ele podia ver o vento frio tocar sobre o capim, e assim se pusera ' como o deus Únifico é grandioso, como pode criar tão grande beleza e confiar a nós bruxos para cuidar e proteger'.

Cariel encontrou seu substituto, seguindo para o seu posto ao sul da muralha. Notou um semblante sério e nervoso, afinal eles sempre trocavam uma ou duas conversas. Nisso, ele avistou a última tocha acesa. Apesar da lua estar muito clara, era padrão mantê-las. Descendo as escadas que levam às ruas de pedra, Cariel caminhava colado às paredes das casas com as duas mãos perto a boca, as quais soprava para evitar que seus dedos endurecessem.

Pois o frio só aumentava pelos becos da cidade, quando cariel olhou para frente numa esquina e viu um bruxo usando uma capa preta, tampando todo o seu rosto. Ele estava de costas, então o experiente soldado, apesar da pouca idade, entrou em um pequeno beco e de longe observava os movimentos do suspeito, que olhou para todos os lados e se transforma em uma espécie de fumaça negra, desaparecendo no ar. Sem palavras, com as pernas bambas, Cariel continuou quieto, olhando sem poder crer nos seus próprios olhos. Então vira mais dois, que chegaram, e logo desaparecerão da mesma forma. Cariel esperou mais um tempo até que se sentisse confiante e saiu correndo por outra rua, cortando caminho até avistou sua casa, mas o dever e seus votos pesaram em sua consciência, decidindo então voltar até a guarda da muralha para tentar avisar o que havia visto. Assustado, ele correu como um loco em direção à muralha, tropeçando em suas próprias pernas, quando avistou a escada que estava cerca de vinte metros de onde estava. Cariel então respirou fundo subindo, deparando-se com uma triste cena; todos os soldados estavam decapitados em seus repetíveis postos.

CARIELOnde histórias criam vida. Descubra agora