Niki - Enhypen (+14) pt2

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Vcs pediram tanto que eu trouxe kskskk

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[...]

Ainda tô abismada com o que acabou de acontecer, era pra ser só um beijo, mas estava indo além disso. Eu me sentiria culpada se acontecesse antes da hora certa.

-- Voltei. - fala me assustando, e beijando meu rosto.

-- Lavou as mãos né?

-- Claro que sim, né? Não sou porquinho. - volta a se sentar ao meu lado. - Então, o que devemos fazer agora? Juro que não vou bancar o pervertido de novo.

-- Hum. - cruzei os braços. - Ao invés de ficarmos aqui, por que não saímos um pouco? Lá fora o tempo tá tão bom.

-- Meus pais disseram pra eu não sair de casa, então esquece.

Ficamos em silêncio, enquanto tentávamos pensar em alguma coisa.

-- Vamos dormir? - fala. - Estamos sem nada pra fazer, por que não vamos dormir pra passar o tempo mais rápido?

-- Mas eu vim aqui pra te fazer companhia, não pra dormir.

-- Então o que vamos fazer?

-- Você ainda tem aquele video-game? - sorrio.

-- Bora lá. - correu até as escadas.

Eu sou uma pessoa bem competitiva, ele que lute. Ou melhor, eu que lute, já que é a sétima partida seguida que ele ganha.

-- S/n, o que aconteceu com você? - ele ria de mim, depois de terminarmos mais essa partida. - Sou o novo campeão de corrida.

-- Pode parar de graça, tem um tempo que eu não jogo, por isso tô um pouco mal. - cruzei os braços.

-- Um pouco? S/n, eu ganhei sete vezes seguidas. - se levantou da cama. - Isso merece até uma comemoração, camla aí, já volto.

Esse moleque.

Recebi uma notificação de mensagem, quando fui ver, era o Niki mesmo: vem aqui na cozinha, quero te mostrar uma coisa. O que ele tá aprontando dessa vez? Desci as escadas, fui até a cozinha, e ele estava atrás do balcão.

-- O que você quer me mostrar? - perguntei.

-- Não me ache infantil por causa disso. - ele sorria. - Toma, pra você.

Me entregou uma cartinha, uma cartinha de papel rosa, e purpurina. Dentro dessa cartinha, estava escrito um "eu te amo" e alguns coraçõesinhos. Eu ri, mas parei e olhei pra ele sorrindo.

-- Nishimura, isso é coisa de criança. - falei.

-- Você não fala que eu sou criança? Então eu quis me declarar pra você como uma criança faria.

Se declarar?

-- Então.. esse recado aqui não é atoa?

-- Claro que não, eu te amo. - veio até mim. - Eu não sou seu neném?

-- Agora você exagerou. - deixei a cartinha no balcão. - Mas se você é criança, não pode namorar.

-- Ah, para, eu tenho dezesseis anos.

-- Então prova que não é mais criança pequena.

-- Hm? - sorriu. - Você que pediu, não me culpe. - num ato surpresa, me beijou, acabei cedendo quando percebi que era apenas um beijo.

Apenas um beijo, claro né. Ele me deixou contra o balcão, segurando firme minha cintura, ainda mantendo o beijo calmo. Eu diria que esse beijo tá sendo melhor que o outro de mais cedo, porque não tem malícia, só paixão. Depois de separar, o encarei meio sem reação, enquanto ele sorria, esperando eu falar alguma coisa.

-- Tá, você venceu, não é mais uma criança. - falei, e ele riu.

-- Já que não sou mais uma criança - pega minhas mãos. - Quer namorar comigo?

Meu coração disparou, mas quer saber de uma coisa?

-- Quero sim. - sorri também. - Mas, pra quem nunca beijou antes, você beija bem pra caramba.

Apenas ergueu as sobrancelhas, rindo em seguida.

-- Safado. - bati nele, mas depois o abracei.

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Foi isso kskskk

Espero que tenha ficado boa essa continuação 🙃🦄🍭

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