Tocar Música da Midia!
S/N POV
O céu começava a tingir-se de dourado quando acordei, envolvida pelo calor suave dos lençóis e pelo som tranquilo da respiração de Daniel ao meu lado. Virei-me devagar, tentando não o acordar, mas mesmo assim, ele murmurou algo inaudível e puxou-me para mais perto.
Sorri. Era assim que eu queria começar todos os dias de 2025 — envolvida no abraço dele, sentindo que, independentemente do que este ano trouxesse, o nosso amor seria sempre o porto seguro onde poderíamos ancorar.
A luz suave da manhã desenhava sombras delicadas no rosto de Daniel. Os seus traços estavam relaxados, e a sua barba curta arranhava levemente a minha pele quando me aconcheguei mais. Ele abriu os olhos lentamente, um sorriso a espalhar-se pelos lábios ao ver-me tão perto.
— Bom dia, princesa — murmurou com a voz rouca do sono.
— Bom dia, dorminhoco — respondi, rindo ao ver os seus olhos brilharem com aquela mistura de ternura e diversão que me deixava sempre sem palavras.
Ele puxou-me para um beijo suave, e por um momento, o mundo resumiu-se àquele toque. Tudo o que eu sentia — a segurança, o carinho, o calor do seu corpo junto ao meu — parecia encapsular o que significava estar verdadeiramente feliz.
— Estás pronta para este novo ano? — perguntou ele, enquanto os seus dedos traçavam linhas invisíveis no meu braço.
Assenti, sentindo-me leve e cheia de esperança.
— Estou mais do que pronta. Mas só se tu estiveres comigo.
Daniel soltou uma gargalhada baixa, o som vibrando contra o meu peito.
— Eu não vou a lado nenhum, S/N. Aliás, acho que vou passar 2025 inteiro a lembrar-te disso.
Ri-me também, mas sabia que ele falava a sério. Daniel era assim — alguém que fazia promessas e cumpria, que nunca deixava dúvidas sobre o quanto eu significava para ele.
— Então, qual é o plano para hoje? — perguntei, sentando-me na cama e puxando os lençóis para os ombros enquanto ele se espreguiçava preguiçosamente.
— Planos? — repetiu, arqueando uma sobrancelha. — O plano é ficarmos aqui, a aproveitar cada segundo deste primeiro dia do ano.
— E se quisermos fazer panquecas? — provoquei.
— Fazemos. — Ele sorriu. — Mas só se eu puder ser o responsável por comer as primeiras enquanto tu fazes o resto.
Atirei-lhe uma almofada, rindo, e ele fingiu render-se, os braços levantados no ar.
Acabámos por ir para a cozinha, descalços e ainda vestidos com as roupas leves do sono. Daniel insistiu em colocar música enquanto cozinhávamos, e, inevitavelmente, transformámos o momento num pequeno espetáculo de dança improvisada.
Ele pegou-me pela mão e girou-me no meio da sala, fazendo-me rir tão alto que tive de me apoiar na bancada para recuperar o fôlego. Havia algo nele — aquela capacidade de transformar os momentos mais simples em memórias inesquecíveis — que me fazia sentir que estava exatamente onde devia estar.
— Sabes, S/N — disse ele, quando finalmente nos sentámos para comer —, tenho um bom pressentimento sobre este ano.
— É mesmo? — perguntei, levantando uma sobrancelha.
— É. Sinto que vai ser o nosso melhor ano até agora. — Ele estendeu a mão para mim por cima da mesa. — Porque não importa o que aconteça, estamos juntos nisto.
A sinceridade nos olhos dele fez-me desviar o olhar por um instante, como se precisasse de me recompor.
— Também acho — respondi, finalmente. — Acho que este ano vai ser sobre nós. Sobre sermos felizes, mesmo quando as coisas não forem perfeitas.
— Eu adoro como pensas — disse ele, apertando a minha mão.
Depois do pequeno-almoço, decidimos sair para uma caminhada. A praia não ficava longe, e o vento fresco que soprava do mar trouxe-me aquela sensação de renovação que só o início de um novo ano consegue oferecer.
Daniel entrelaçou os dedos nos meus enquanto caminhávamos pela areia, e cada passo parecia simbolizar o caminho que queríamos percorrer juntos.
— Já pensaste em tudo o que superámos até agora? — perguntei, olhando para ele.
— Claro que sim. E sabes o que isso me diz?
— O quê?
— Que não há nada que não consigamos enfrentar. Este ano pode atirar-nos o que quiser, mas nós vamos continuar de pé.
Sorri, sentindo o coração aquecer.
— Eu acredito nisso.
Ficámos um pouco mais na praia, a ver as ondas e a falar sobre os planos para os próximos meses. Ele tinha uma agenda preenchida com corridas, viagens e compromissos, mas prometeu — como sempre — que nunca deixaria de reservar tempo para nós.
Quando voltámos para casa, o sol já começava a descer no horizonte, pintando o céu de tons de laranja e rosa. Sentámo-nos na varanda com uma manta sobre os ombros, as nossas chávenas de chá a aquecerem-nos as mãos.
— A este ano — disse eu, erguendo a minha chávena.
— A nós — respondeu ele, tocando a dele na minha.
E naquele momento, soube que não importava o que o futuro nos trouxesse. Com Daniel ao meu lado, tinha tudo o que precisava para enfrentar 2025 com amor, coragem e um sorriso no rosto.
Olá pessoal!
Espero que tenham gostado deste imagine.
Se tiverem algum pedido, não hesitem em fazê-lo que irei com todo o gosto, amor, carinho e dedicação escreve-lo.
E um excelente 2025 💫
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F1 Imagines
Fanfiction*F1 Imagines* é um livro que mergulha na imaginação criativa dos fãs da Fórmula 1, oferecendo uma experiência única e imersiva. Cada página captura momentos vibrantes e intensos, permitindo aos leitores vivenciar histórias fictícias com seus pilotos...
