Lance Stroll- Sledgehammer

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Tocar Música da Midia!

Lance POV

Desde que os meus olhos pousaram em S/N, o mundo pareceu mudar de cor. A luz tornou-se mais suave, os sons mais doces, até a batida do meu coração ganhou um novo ritmo – um ritmo frenético, desesperado, como se a simples presença dela fosse capaz de descontrolar tudo o que julgava conhecer em mim mesmo.

No paddock, onde a adrenalina é a minha companheira constante, achei que nada me poderia agitar mais do que a expectativa antes de uma corrida ou a velocidade insana de um carro de Fórmula 1. Mas então veio ela – e de repente, o motor que rugia dentro de mim já não era apenas metáfora. Era ela. Ela era o combustível e a combustão, a aceleração e a curva cerrada, a reta infinita e a linha de chegada.

Havia algo nela que me desconcertava. Talvez fosse aquele olhar – profundo e perspicaz, como se me visse por dentro, para além das entrevistas, dos capacetes, da imagem pública. Ou talvez fosse a maneira como sorria, um sorriso que me desmontava peça por peça, como se fosse um carro desmontado para uma revisão completa.

E depois, havia o toque. Meu Deus, o toque. A primeira vez que a sua mão pousou no meu braço, foi como uma descarga elétrica. Senti os pelos eriçarem-se, a pele incendiar-se, os pulmões esquecerem como funcionar. E não era apenas excitação – era necessidade, uma ânsia tão avassaladora que às vezes me perguntava se não estava a perder o controlo. Como quando estou no limite da pista, os pneus a gritar contra o asfalto, e ainda assim não consigo tirar o pé do acelerador.

Estar com ela era estar num estado permanente de velocidade. A minha mente acelerava quando ela falava, o meu corpo reagia ao mais leve dos toques, e quando ela se afastava, era como travar bruscamente, como perder o controlo e girar em plena pista, incapaz de recuperar a direção.

Mas o que mais me assustava era o que ela me fazia sentir por dentro. O amor – esse amor avassalador – não era apenas algo doce e reconfortante. Era intenso, físico, quase doloroso na sua força. Quando ela sorria, sentia o peito apertar-se de uma forma que me deixava sem fôlego. Quando ela chorava, a dor era quase insuportável, como se cada lágrima dela fosse uma ferida em mim. E quando ela me beijava... Meu Deus. O mundo deixava de existir. Só havia aquele momento, aquela conexão, aquele fogo que me consumia de dentro para fora.

Nunca pensei que pudesse sentir algo assim. Pensei que a maior emoção da minha vida seria cruzar a linha de chegada em primeiro lugar, ouvir o hino do meu país enquanto erguia o troféu. Mas S/N mostrou-me que há vitórias maiores, momentos mais intensos do que qualquer corrida. E, ao mesmo tempo, ela tornou-se a minha corrida mais difícil – porque o medo de a perder era a única coisa mais rápida e mais feroz do que qualquer carro de F1.

Amo-a. Amo-a com uma força que me assusta, com uma paixão que me domina, com uma ternura que me desmonta. E sei que, enquanto ela estiver ao meu lado, nunca precisarei de outra linha de chegada.

Olá pessoal! Espero que tenham gostado deste imagine. Se tiverem algum pedido, não hesitem em fazê-lo que irei com todo o gosto, amor, carinho e dedicação escreve-lo.

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