Acordei com a claridade suave do dia entrando pela janela. O quarto estava quieto, a luz iluminando o ambiente. Olhei para Anahi, que ainda dormia, se mexendo levemente antes de virar-se para o lado. Um sorriso silencioso surgiu em meus lábios, e eu suspirei, era ótimo acordar com ela ali.
Com cuidado, me levantei da cama para não a acordar e caminhei até o banheiro, fazendo minha higiene matinal com calma, aproveitando o tempo tranquilo. Ao sair do banheiro, olhei rapidamente para o relógio, ainda era cedo, apenas sete da manhã. Peguei meu celular, dei uma conferida rápida nas mensagens e, vendo que não havia nada urgente, deitei-me novamente ao lado de Anahi.
A cama estava confortável e o ambiente estava calmo, como se o mundo tivesse desacelerado naquele momento para nós dois e sem pressa, abracei-a novamente, puxando suavemente para mais perto de mim. Anahi, ainda sonolenta, virou-se na cama e, ao me ver, sorriu, sussurrando em seguida
- Bom dia...que horas são? – sorri com a pergunta, acariciando suavemente seus cabelos
- Ainda é muito cedo – respondi com a voz baixa e tranquila – pode descansar mais, se quiser. – Anahi fez uma expressão de preguiça, esfregando os olhos antes de se aconchegar mais perto de mim
- Eu acho que vou aproveitar para dormir mais um pouco... – murmurou, com um sorriso nos lábios, enquanto fechava os olhos novamente, deixando-se levar pelo conforto do momento. Eu permanecei ali, abraçando-a, sentindo o calor da sua presença, sem pressa para que o dia começasse e acabei pegando no sono novamente.
Acordei, mas dessa vez com a sensação do toque suave de Anahi em meus cabelos. O som do ambiente calmo e a proximidade dela me fizeram relaxar ainda mais. Me espreguicei preguiçosamente e, ao abrir os olhos, vi Anahi sorrindo ao meu lado. Ela acariciava meus cabelos com um olhar divertido
- Quem diria... Alfonso Herrera dormindo até as 10 da manhã! – brincou ela, uma risada suave escapando de seus lábios. Sorri e em um movimento rápido, puxei Anahi para mim, fazendo com que ela ficasse por cima de mim. Nossos corpos se encaixaram naturalmente, e eu a abracei com força, a sensação de tê-la ali, tão perto, me causando uma felicidade simples.
- Bom dia, Anahi – falei suavemente, meus olhos fixos no dela – dormiu bem? – ela sorriu, os olhos reluzindo com a resposta.
- Sim, acho que não dormia tão bem há tempos – ela respondeu, suavemente, com a voz ainda sonolenta – acho que esse quarto tem algo mágico... – sorri, mais uma vez, com os lábios próximos aos dela, quase sentindo o calor do seu corpo em cada movimento.
- Se isso for pelo bem do seu sono, Anahi, pode dormir comigo sempre – respondi, a voz carregada de cumplicidade. Anahi me deu um selinho, a sensação de liberdade era palpável entre nós e estávamos completamente à vontade e de tão à vontade, intensifiquei o beijo, minhas mãos começando a acariciar suavemente o corpo dela. O toque iniciou suave, exploratório, mas rapidamente se intensificou, mas antes que pudéssemos nos perder nesse momento, o som de uma ligação interrompeu tudo. Era meu celular, o som do toque quebrando o silêncio acolhedor, peguei o mesmo e vi que era Maite
- Desculpa...é minha irmã. Preciso atender.
Anahi, com um olhar um tanto frustrado pela interrupção, apenas assentiu com um sorriso.
Atendi Maite que queria saber se estava tudo bem, já que segundo ela, eu apenas tinha dito que iria viajar, sem revelar o destino e tão pouco se eu havia chegado bem. Respondi todos os questionamentos dela ali mesmo, ainda na cama com Anahi, enquanto ela estava esparramada ao meu lado, eu conversei rapidamente com Maite e ela desligou com o choro de Lía no fundo.
Ao desligar, tentei me recompor, respirei fundo, mas a presença de Anahi, ali tão perto de mim, fez com que todas as distrações desaparecessem rapidamente. Nossos olhares se cruzaram, e a tensão que sempre existia entre nós dois se transformou em desejo urgente. Anahi, ainda deitada, me observava com um sorriso malicioso, enquanto eu voltava para junto dela. Puxei-a com suavidade, os corpos próximos, sentindo a respiração dela acelerar assim como a minha
- Onde estávamos? – sussurrei em seu ouvido. Anahi não respondeu, apenas me beijou com intensidade, os lábios se encaixando como conhecidos. Nossos corpos se moldaram, como se o espaço entre nós tivesse sido feito para ser preenchido. Deslizei as mãos pelas costas dela, sentindo a pele quente e macia e aproximei mais nossos corpos, sentia minha ereção crescer cada vez mais e Anahi se aproveitando disso, montou em meu colo, roçando suavemente sobre meu pênis, ambos suspiramos e ela sussurrou
- Não vai me deixar ir agora, vai? – Não respondi. Ao invés disso, fiz como ela havia feito antes e beijei-a com mais intensidade, não soltando mais dessa vez. Anahi sorriu durante o beijo e mordeu meu lábio, puxando-o em seguida. Minha mão passeava suavemente por dentro de sua blusa, até encontrar o seu seio, onde acariciei com calma, sentindo o mamilo ficar duro em minha mão, levantei sua blusa, tirando a mesma, deixando-a somente com a lingerie vermelha – gostou? – perguntou ao me ver encarando o sutiã que usava
- Adorei! – respondi – mas no momento, prefiro sem – falei soltando o mesmo e devorando um de seus seios. Anahi gemeu ao sentir minha língua quente tocar seu mamilo, deslizei a língua pelo seu colo, distribuindo beijos no local, subindo até seu pescoço, apertei sua cintura, fazendo com que ela sentisse o quão duro eu estava. Ela empurrou meu tronco, me fazendo recostar sob a cabeceira da cama, tirou a calça que eu vestia juntamente da cueca boxa e sorriu ao ver minha ereção. Jogando as roupas no chão, deitou-se sobre o meu quadril e sem dizer nada, abocanhou todo o meu pau, engolindo-o de uma única vez e me arrancando um gemido sôfrego – porra, Anahi – gemi. Anahi deslizava todo meu pau por sua boca e sem aguentar muito, comecei a fode-la, empurrando o mesmo até o fundo de sua garganta, enquanto segurava seu cabelo em minhas mãos, tentando prolongar aquilo o máximo que eu conseguia, mas não durou muito, puxei ela de volta para o meu colo e me deitei sobre ela. Tirei sua calça e distribui beijos pela parte interna de sua coxa, fazendo com que ela se arrepiasse, ela suspirou e eu lentamente, coloquei sua calcinha para o lado, passando os dedos entre sua boceta melada, vendo o quão enxarcada ela estava. Passei a língua devagar entre sua vagina e Anahi gemeu, segurando meu cabelo. Deslizei o dedo lentamente para dentro dela, enquanto chupava seu clitóris e ela gemia cada vez mais alto. Anahi empurrava meu rosto sobre sua boceta como quem pedia que não parasse e eu atendia seus comandos
- Alfonso... – gemeu, totalmente entregue – eu não vou... – tentou formular a frase, mas eu rapidamente tirei o dedo dela, empurrei mais sua calcinha e me enterrei dentro dela, gemendo ao sentir o quão apertada ela era, empurrei nela até meu pau sumir completamente, fazendo ela gritar, beijei seu lábios e ela gemia entre os nossos beijos enquanto eu a fodia como o viciado que eu era nela, Anahi arranhava minhas costas e gemia sob os meus lábios, até que senti seu corpo se contrai, sua boceta me apertar e ela gemer alto, ela havia gozado, tragando o meu gozo logo em seguida, enchendo-a com ele.
O quarto ficou um verdadeiro silencio, só ouvíamos nossas respirações e Anahi se aninhou em meu peito, eu a abracei, deixando um carinho contido em suas costas
- Senti tanto a sua falta... – murmurei contra a cabeça dela com os lábios encostados ali
- Eu também, Alfonso... mais do que você imagina – ela respondeu, a voz quase inaudível.
Depois de nos curtimos mais um tempo naquela cama com os nossos corpos relaxados, decidi me levantar e ao encarar Anahi ela me olhava com dúvida, ofereci a mão para ela e a puxei levemente
- Vamos tomar um banho? – perguntei acariciando seu rosto e Anahi sorriu, assentindo e me acompanhando até o banheiro.
A água quente escorria pelos nossos corpos, trazendo uma sensação de conforto, enquanto a água caia sobre o meu corpo, Anahi abraçou minha cintura, colando seu corpo ao meu, ficamos assim por um tempo, apenas nos sentindo, mas logo o que era ternura virou fogo e quando nos demos conta, estávamos fazendo amor novamente. Saímos do banho relembrando a noite de ontem, enquanto Anahi ria lembrando dela tentando fazer o quarto, pedi o café da manhã no quarto, que não demorou a ser servido e assim, em meio a risadas, nos alimentamos.
- Escuta – ela começou – preciso passar em casa e trocar de roupa – falou cortando um pedaço de pão – tenho algumas coisas da empresa para organizar antes da tarde também. Quer vir comigo? – perguntou, me pegando de surpresa – podemos almoçar juntos – sugeriu
- Claro. Te ajudo com o trabalho – respondi sorrindo, pegando sua mão sobre a mesa e depositando um beijo na mesma.
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THE ESCORT
FanfictionOntem quando saí da cama osol caiu no chão e rolou pela grama as flores decapitaram a si mesmas a única coisa viva que sobrou foi eu e eu já não sei se isso é vida.
