Dark Romance [+18]
[Livro 1]
Damon Campbell é um vício perigoso e um pesadelo. Obcecado por Angel Miller, ele a persegue como uma sombra, oscilando entre provocação e desejo, enquanto ela o odeia com todas as forças - ou tenta. Mas nem tudo é o que...
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Agarrei seus tornozelos e a puxei para a beirada da cama com um puxão firme, fazendo-a deslizar pelo colchão. Ela soltou um gritinho agudo, os braços se esticando acima da cabeça enquanto seus pés tocavam o chão. Inclinei-me sobre ela, uma mão segurando firme a toalha molhada, a outra apoiada no colchão ao lado de sua cabeça, meu joelho pressionando a borda da cama.
Nossos rostos ficaram próximos, o suficiente para eu sentir o cheiro da bebida misturado ao perfume dela. Angel prendeu a respiração, os olhos fixos nos meus, um sorrisinho travesso dançando nos lábios, fazendo meu coração tropeçar.
Que porra de controle eu deveria ter diante disso?
Com um movimento lento, passei a toalha pelo seu colo, limpando a bebida que ainda manchava sua pele. Ela arqueou as costas levemente, um suspiro escapando enquanto o contato frio a fazia estremecer. Puta que pariu. Deslizei a toalha pelo vale entre os seios, os olhos dela se fechando por um instante. Meus dedos, por impulso, se enfiaram sob o tecido fino e transparente, limpando cada gota de tequila que se acumulava. Seu corpo reagia ao toque, os mamilos endurecendo sob o tecido molhado, tão visíveis que me faziam quase perder a cabeça.
— Eu não quero dormir. — Ela grunhiu, a voz manhosa, arrastada. Só faltou fazer um biquinho.
Respirei fundo, o ar queimando ao descer pela garganta. Meu pau latejava dentro da calça, esmagado, a pressão insuportável, e cada pequena provocação só piorava a situação. Seus mamilos rosados, praticamente implorando para serem tocados, estavam mais rígidos do que antes, e a transparência da blusa só fazia tudo parecer um convite.
— Damon... — murmurou suavemente, e senti um puxão.
Olhei para baixo e lá estavam seus dedos finos agarrados ao cós da minha cueca, o elástico esticado. Cada célula do meu corpo gritou para eu avançar, para tomar o que ela estava oferecendo, mas minha mente berrava o contrário. Pigarreei, tentando engolir a loucura que subia pela garganta. Encarei seus olhos — aquele brilho malicioso me desafiando, me puxando para o fundo. Eu estava a um passo de perder totalmente a cabeça.
Mas ela estava tão bêbada.
Ela não teria controle sobre nada disso no dia seguinte. Primeiro, ela não se lembraria. Segundo, se arrependesse, ia me odiar ainda mais por ter me "aproveitado" dela. E terceiro... eu sou fodido, sim, mas não tanto assim. Ela estava vulnerável, completamente à mercê do álcool.
— Damon, eu estou excitada. — murmurou de novo, o tom rouco e doce me atravessando como uma descarga elétrica. Ela soltou o elástico apenas para puxá-lo de novo, provocando, me torturando.
Eu cerrei os dentes. Para com isso, porra.
— Você está muito bêbada, isso sim. — Falei com esforço, a voz saindo rouca, quase quebrada pelo desejo que me consumia.
— Não é isso que você quer? — Ela retrucou, a voz suave se arrastando pelos meus ouvidos, descendo como uma onda quente até o meu pau. Eu vou explodir. A porra toda ia explodir.