Dylan
Cada cara naquele lugar estava comendo minha namorada com os olhos, e eu me controlava o máximo para não perder o controle. O vestido justo que ela usava só realçava o que já era impossível de ignorar: suas curvas perfeitas, o brilho na pele, e aquele sorriso que fazia qualquer um esquecer como se respirava. O jeito que ela dançava, como se não houvesse ninguém no mundo além dela mesma, era hipnotizante.
Ayla é simplesmente perfeita. Como alguém podia ser tão linda e tão perigosa ao mesmo tempo? Cada movimento dela me prendia, me puxava para mais perto, mesmo quando eu tentava manter a calma.
— Você acha que tem o direito de vir aqui e...
— Corta o drama, amor. Vamos!
A forma como seus olhos brilharam ao me desafiar me fez quase esquecer o motivo de estar ali.
— Eu não vou a lugar nenhum com você! — Ela falou, claramente decidida a me provocar.
Seus lábios, vermelhos como um pecado, eram um convite que eu queria aceitar ali mesmo. Antes de qualquer coisa, segurei sua mão e a puxei, ignorando seus protestos. A multidão abriu caminho enquanto eu a levava em direção ao banheiro, sem dar a mínima para quem estava olhando.
Assim que entramos, tranquei a porta atrás de nós.
— Você tá maluco?! — Ela praticamente gritou.
— Maluco porque você me faz assim. — Falei, minha voz saindo rouca.
Porra, ela está tão... linda. O jeito que o vestido moldava cada curva dela era quase cruel. Como ela não percebia o efeito que tinha sobre mim? Ou será que sabia e fazia de propósito?
Ela me encarou com aqueles olhos desafiadores, os olhos que me faziam querer enfrentá-la e adorá-la ao mesmo tempo. Mas havia algo mais ali, algo que só fazia meu sangue ferver ainda mais.
— E o que exatamente fiz? Sai pra me divertir com minhas amigas pra esquecer o caralho dos meus problemas?!
— Vestida toda gostosa e linda assim? Dançando desse jeito? — Me aproximei, encurralando-a contra a parede. Seu perfume me envolveu, suave e irresistível. — Você sabe o efeito que tem, amor.
— E daí?
— E daí? - Minha mão deslizou até a nuca dela, meus dedos se enroscando em seus cabelos sedosos. — É que você é minha.
A forma como a luz suave do banheiro iluminava seu rosto, destacando cada detalhe os cílios longos, os lábios carnudos, era quase demais para mim. Ela é perfeita, e o fato de que ela é minha me deixava em um estado de possessividade que eu mal conseguia controlar.
— E se eu não quiser ser sua, meu amor? — Ela me provocou, mas sua respiração acelerada dizia outra coisa.
Que filha da puta! Só ela conseguia me deixar assim, completamente fora de mim e ainda mais apaixonado.
Capturei seus lábios em um beijo quente e possessivo. Ayla resistiu por um momento, mas logo cedeu, puxando minha camisa com força, como se estivesse tentando descontar sua raiva.
Minhas mãos deslizaram por seu corpo, puxando o vestido justo para cima. Ela gemeu contra minha boca, e o som foi o suficiente para me fazer perder o resto de controle que ainda tinha.
— Dylan... você... — Ela sussurrou, os olhos brilhando de um jeito que me tirava o ar.
— Cala a boca, anjo. — Minha voz era um rosnado enquanto eu beijava seu pescoço, deixando marcas que gritavam para todos que ela era minha.
Cada movimento dela me fazia querer mais, me fazia perceber como eu nunca me cansava de admirá-la. Era como se ela fosse feita para me enlouquecer, e ela sabia disso.
Seus dedos ansiosos abriram minha camisa, enquanto eu descia as alças de sua lingerie, explorando cada centímetro de pele que eu tanto adorava. Ela arqueou o corpo contra mim, suas unhas cravando em meus ombros, me fazendo gemer baixo.
— Fica de quatro no balcão e empina essa bunda pra mim, amor. Vou descontar toda a raiva que tô sentindo agora, dentro de você.
Os olhos dela se arregalaram.
— Você acha que vai me controlar assim tão fácil? — Sua voz era provocativa, mas baixa, quase como se estivesse testando o limite.
Sorri de lado, puxando-a mais para perto, até que nossos corpos se tocassem. Minha mão deslizou por sua cintura, firme, mas sem pressa.
— Não é controle, amor. É o que acontece quando você me deixa louco desse jeito.
Ayla mordeu o lábio, tentando manter o controle, mas seus olhos não mentiram. Antes que ela pudesse responder, inclinou-me, deixando meus lábios roçarem levemente o canto da sua boca, apenas o suficiente para fazer seu corpo arrepiar.
— Você sabe exatamente o que faz comigo, querida. E gosta disso.
Ela riu baixinho, o som uma mistura de provocação e rendição.
— Talvez eu goste... — respondeu, deslizando as mãos pelo meu abdômen. — Mas isso não significa que vou facilitar as coisas pra você.
— Facilitar nunca foi o seu estilo. — Respondi, antes de capturar sua boca outra vez em outro beijo quente e cheio de urgência.
— Eu te odeio... — Ela sussurrou, com um sorriso travesso.
— E eu amo cada segundo disso. — Respondido, segurando seu lindo rosto entre as mãos, os polegares traçando círculos suaves em sua pele.
Dessa vez, o beijo foi mais lento, mas não menos intenso. Não havia mais raiva ou ciúmes, apenas desejo e a certeza de que, por mais que brigassemos, no fim, éramos tido o que o outro precisava.
Girei-a, encostando-a contra o balcão. Minhas mãos deslizaram por sua cintura a prendendo. Deixei um rastro de beijos ali, sentindo-a tremer levemente a cada toque.
E porra, eu a fodi tanto naquele banheiro. Eu a fiz gritar. O som alto da música era muito alto, então provavelmente ninguém escutou. Quando terminamos, ela mal conseguia andar
(...)
— E-eu juro! Eu v-vi ele, eu vi! E-Eu vi o M-Marcos!
.
.
.
.
Continua...
VOCÊ ESTÁ LENDO
Aquele Idiota
RomanceAyla é uma garota que enfrenta desafios que vão muito além da adolescência. Sob o mesmo teto que sua meia-irmã Sienna e seu padrasto abusivo, Marcos, ela luta diariamente para se proteger de um pesadelo que parece não ter fim. Na escola, Ayla é rotu...
