Capítulo 41

736 68 7
                                        

Obrigada pelos 3 K... Vocês são demais... Pessoal, estou vendo os comentários quando abro para postar, mas nem todos estão aparecendo para mim nas notificações então por isso não estou respondendo ou respondo um ou outro. Quando abro as notificações não tem todos os comentários de um capítulo, aparece um ou dois, não sei porque está assim. Wattpad como sempre deixando a desejar. E mais uma vez o último parágrafo pode estar emendado algumas palavras e arrumar ficar pior, então vocês já sabem do bug. 

---------------------------------------------------------------------------------------------------

Não sei quanto tempo eu fiquei apagada, mas despertei no rompante com o grito da Nina que chorava desesperada. – Nina... Minha filha... Nina... – eu olhei para o espelhinho e não a vi. Eu não conseguia olhar pra trás, meu pescoço doía, meu rosto sangrava. Olhei na porta do carro tinham algumas pessoas pedindo para que eu abaixasse o vidro. O airbag abriu eu não conseguia me desvencilhar dele. Só consegui destravar a porta e um homem abriu a porta.

XX: Senhora você está bem?

Eu: Eu... Eu... A minha filha... Ela não está na cadeirinha mais... Ela... Ela está chorando... – e ela engasgava. Ouvi uma mulher falar que estava tentando abrir a porta. Ela não conseguia. Eu estava prensada num outro carro que estava estacionado. – Me tira daqui, e entrem... – tentavam quebrar o vidro. – Não... Não vai quebrar, é blindado.

XX: Temos que esperar os bombeiros senhora.

Eu: Oh... O porta malas. – apertei o botão e abriu e a mulher entrou por ele. Minha cabeça doía, meu pescoço doía, o sangue não parava de escorrer pelo meu rosto.

XXX: Hei bebê, está tudo bem, deixa a tia ver você.

Eu: Como... Como... – eu não conseguia terminar a frase...

XXX: Ela está machucada no rosto e nas mãozinhas, acho que foi o impacto com a porta. O cinto dela se soltou. – eu não tinha dado os dois cliques do cinto. – Ela caiu no banco. Não posso pegá-la, não sei se ela deslocou alguma coisa, mas vou ficar aqui até chegar o socorro, fica calma... – tudo escureceu de novo senti meu corpo começar a tremer e apaguei instantaneamente. Quando acordei eu estava fazendo exame numa sala muito fria.

Eu: Minha filha... Cadê minha filha?

XX: Senhora fique calma, sua filha está sendo atendida. Ela está consciente, está tudo bem. Preciso que fique parada para fazermos a tomografia. A senhora teve uma convulsão. – eu tentava me controlar. Logo acabou e me tiraram de lá. – Eu sou o doutor Alec Knight, eu sou neurologista. A senhora teve uma concussão, mas vamos te medicar. Buscamos sua ficha aqui no Mount Sinai, a senhora é paciente da oncologia né?

Eu: Sim. Eu estava com muita dor de cabeça e minhas vistas escureceram e eu senti que eu fui perdendo os sentidos então eu deslizei e bateram em mim. Eu quero ver minha filha.

XX: Ela está sendo cuidada por uma ótima equipe fique tranquila.

Eu: Minha esposa... Alguém avisa minha esposa.

XX: Não conseguimos falar com ela pelo celular, tem outro número?

Eu: Grupo Meta. Ela é CEO do grupo Meta. Ela está numa reunião por isso não consegue falar com ela.

XX: Se lembra do telefone?

Eu: Sim... – eu falei o telefone da sala da Priscilla uma enfermeira anotou e saiu.

XX: Vamos colocar isso na senhora, não vamos usar seu acesso da quimio tá?

Eu: Tá... – colocaram na minha mão uma medicação. – Minha cabeça está doendo muito.

XX: É por causa da batida. A senhora não teve nenhum trauma sério, fora o corte na cabeça e as escoriações e uma torção no braço esquerdo que vamos colocar uma tipoia, mas vamos te observar por pelo menos 24 horas.

Eu: Pode buscar noticias da minha filha?

XX: Vamos leva-la para um quarto e vamos procurar saber da sua filha tá?

Eu: Obrigada. – eu não parava de pensar na Nina. A Angeline veio.

Angeline: Natalie como você está?

Eu: Com dores pelo corpo e dor de cabeça. Quero ver minha filha Angeline, ninguém me dá noticias dela.

Angeline: Fica calma, ela está fazendo exames pra certificar que não quebrou nada, que não tem nenhuma hemorragia interna. Ela está consciente fica calma. O que aconteceu Natalie?

Eu: Eu fiquei tonta antes de sair de casa. Tudo escureceu e logo voltou ao normal. Eu fui leva-la ao pediatra, estava tudo bem. Quando entrei no carro aconteceu de novo. Fiquei esperando ali um tempo até me sentir melhor e fui embora. Quando já estava próximo ali do Central Park meu corpo todo ficou pesado e tudo escureceu.

Angeline: Natalie, você precisa evitar pegar o carro, até seu corpo se acostumar com tudo isso. É muito perigoso. Imagina se seu carro não fosse blindado? Imagina se tivesse em alta velocidade? Poderia ter acontecido uma tragédia sem tamanho.

Eu: Eu sei. Eu não vou mais fazer isso. – uma médica entrou.

xX: Oi... Eu sou a doutora Katlyn Craigan, sou pediatra da emergência. Eu vim trazer noticias da sua filha.

Eu: Como ela está? – perguntei ansiosa.

Katlyn: Ela está com uma pequena hemorragia interna, é na barriguinha dela. Vamos coloca-la em observação na UTI pediátrica por 3 horas, se não parar de sangrar vamos operá-la para parar o sangramento

Eu: Ai meu Deus... alguém ligou para minha esposa?

Katlyn: Ela não está na empresa, parece que ela foi fazer uma visita técnica de ultima hora, está incomunicável. Tem alguém que possamos ligar? Uma amiga, ou outro familiar?

Eu: Sim... – pensei um pouco – Pode pegar meu telefone? – ela pegou num saco onde tinham colocado minhas roupas o meu celular estava lá dentro. Eu olhei o numero e coloquei pra chamar e dei a ela. – Ela se chama Samantha... Samantha Tikinson... – ela se afastou para falar no telefone e logo voltou.

Katlyn: Ela chega em 30 minutos. Vamos continuar tentando falar com sua esposa tá?

Eu: Obrigada. – Angeline me examinou falou algumas coisas e logo saiu. Eu estava com medo, eu estava preocupada com a Nina, eu precisava da Priscilla comigo alguém tinha que ficar com a Nina. Passados 30 minutos Sam chegou.

Sam: Natalie...

Eu: Sam... Obrigada por vir. – nos abraçamos como deu e eu comecei a chorar.

Sam: O que aconteceu? – perguntou assustada colocando a bolsa na poltrona e sentando na cama. Eu contei tudo a ela. – Oh... Fica calma, vai ficar tudo bem eu fico com você até sua esposa chegar.

Eu: Desculpa te tirar de casa assim, eu não tinha pra quem ligar.

Sam: Não... Não tem que se desculpar... E quanto ao acidente, isso aconteceu comigo também, eu estava sozinha, era minha segunda quimio. Eu estava irritada pela minha família ficar fazendo tudo por mim então eu resolvi ir ao mercado sozinha e quando voltava eu bati com o carro. Eu apaguei de repente. Nosso corpo é uma caixa de surpresas no começo, não podemos facilitar. Eu machuquei bastante, poderia ter sido muito pior. Vai ter que pegar taxi ou pedir sua esposa para te levar em alguns lugares até que isso não aconteça mais, ou no primeiro sinal de tontura, você já não pega carro. – depois de 2 horas e meia a pediatra voltou falando que iam ter que fazer a cirurgia da Nina. Seria minimamente invasiva, para ter uma rápida recuperação. Eu assinei a autorização até que a Priscilla chegou completamente assustada, ofegante. 

NOSSOS DESAFIOSOnde histórias criam vida. Descubra agora