Fiz o café da manhã tomei café com ela, logo a Bia acordou. – Bom dia filha.
Bia: Bom dia mãe.
Eu: Toma café e se troca. A gente vai sair.
Bia: Onde vamos?
Eu: Você precisa aprender a dirigir.
Bia: Mentira... Achei que a mamãe que ia me ensinar.
Eu: Sua mãe tirou carta por pena, você não ia aprender nunca.
Nat: Filha da puta...
Bia: Ops.
Eu: Desculpa amor, mas você era péssima motorista.
Nat: É... Eu era mesmo. – saiu andando e a gente deu risada. Tomamos café, Bia se trocou e saímos. A Levei para um lugar menos movimentado onde ela poderia praticar sem atropelar ninguém. Expliquei o básico para ela e andamos por duas horas. Ela se saiu muito melhor do que eu esperava. Eu já fui pensando que não voltaria viva, mas ela se saiu super bem.
Eu: Muito bem minha filha. Vamos fazer vários testes ok? Na chuva, na neve, no movimento, durante o dia, durante a noite, em todas as situações.
Bia: A sensação de liberdade é tão boa.
Eu: É sim, muito boa.
Bia: E vai ser melhor ainda se você disser que vai me dar esse carro de presente.
Eu: Ai você emocionou demais né filha? Esse carro é muito grande pra você. Vamos pensar num carro para cinco pessoas e não oito né? Vai economizar gasolina, vai ser mais fácil para estacionar.
Bia: É... Faz sentido.
Eu: Quer ir pra casa dirigindo?
Bia: Posso?
Eu: Só não mate ninguém e preste muita atenção... – fomos devagar e eu fui explicando tudo pra ela e ela foi fazendo tudo certinho, ela seria uma ótima motorista. Agradeci aos céus, ela não ter puxado a Natalie, porque meu Deus, ela por uns 4 anos foi um perigo motorizado. Hoje ela é uma ótima motorista, mas não foi sempre assim. Ela entrou na garagem e conseguiu estacionar direitinho, mas quase bateu no carro no novo da mãe dela. – Quase hein filha... Por pouco você não sobrevive pra contar historia, porque sua mãe ia acabar com a sua raça se você encostasse no carro novo dela. – ela estava mais branca que o normal quando o carro apitou que ela estava próxima demais do carro ao lado.
Bia: Vi minha vida todinha agora mãe – demos risada. – Segredo nosso tá?
Eu: Com certeza. – saímos do carro e subimos.
Nat: E ai como foi? – sorriu.
Eu: Nasceu para dirigir. Foi perfeita amor, voltou dirigindo.
Nat: Uau... E ai gostou da experiência?
Bia: Eu amei mãe. Muito bom. Obrigada mamãe.
Eu: Amanhã a gente sai mais um pouco.
Bia: Tá. – ela subiu.
Nat: Foi bem assim? – veio me dar um beijo.
Eu: Sim, foi perfeita. Muito atenciosa, presta muita atenção em tudo. Ela vai ser uma ótima motorista.
Nina: Mamaim...
Eu: Oi filha?
Nina: Calo... (carro)
Eu: Deixa a mamãe ver. – ela veio com o tablet dela na mão e via um filme infantil a garotinha estava num carro elétrico. Ela está fixada nisso.
Nina: Compa neném... (compra para o neném)
Eu: Comprar para o neném? Mas você é muito neném pra ter carro.
Nina: Mamaim, tem tantão... (mamãe tem um tantão)
Nat: Eita bichinha esperta... a mamãe tem um tantão né filha?
Nina: E a mamãe tamém...
Eu: Toma distraída.
Nina: E neném não.
Eu: A mamãe vai ver se acha, mas a mamãe vai ver com o papai noel tá? Se ele tem se ele pode trazer.
Nina: Nenem boaxinha mamaim. (neném foi boazinha mamãe)
Eu: Você foi boazinha né? A mamãe sabe filha – a peguei no colo e abracei – A mamãe sabe que você foi muito boazinha esse ano você merece o mundo minha princesa. – Eu senti aquilo. A Nina foi tão resiliente sem nem saber o que é isso e sendo tão pequena. Ela foi tão boazinha não deu o menor trabalho para nós ou para as babás.
Nat: Vamos procurar né amor... Ela merece.
Eu: É...
Nat: E por falar em papai noel.
Eu: Já vem você...
Nat: Minha família vem para o natal e a sua também, seu irmão já vai estar morando aqui em NY. Sua mãe disse que todos eles vão ficar na casa dele.
Eu: E porque eu tenho que ficar no inferno? – ela fechou a cara.
Nat: Vai começar Priscilla?
Eu: Isso vai ser uma guerra igual daquela vez.
Nat: Não vai. O papai falou que a mamãe está bem mudada.
Eu: Veremos. Quando veem e principalmente quando vão embora?
Nat: Eles chegarão no dia 23 e vão embora no dia 07. Vão ficar para o aniversário da Nina assim como sua família.
Eu: Ok... - dei um beijo nela. Não adianta brigar não é mesmo. Passamos o domingo todo decorando a casa para o natal, a Nina estava adorando as luzes, as cores. O Central Park estava lindo ganhando cores. Minha filha ia sair com as amigas para fazerem compras eu tinha que levar o Ethan também e depois Natalie e eu sairíamos. Minhas compras e da Natalie ficaram para o dia 20 de dezembro. Compramos quase tudo, inclusive o carro da Nina. Trancamos todos os presentes numa das salas de casa. Foi difícil encontrar tudo da lista do Ethan. Bia queria o presente em dinheiro, pediu poucas coisas além do dinheiro. Natalie e eu daríamos a ela 20 mil dólares de presente para fazer o que quiser, além do carro. Ela fará a aula prática no dia 20 de janeiro e só vamos dar no dia que ela receber a habilitação provisória dela. Ela só poderá dirigir sem a companhia de um adulto quando fizer 17 anos, então ela não poderá usar muito o carro dela sozinha agora. Custamos encontrar o carro para a Nina. Era muito procurado no natal principalmente as Mercedes, Range Rover e Ferrari. Encontramos o carro perfeito pra ela, um Maseratti igual ao nosso, ela ia ficar louquinha porque ia ter um carro igual aos das mamães e eu e a Natalie estávamos apaixonadas no carro, acho que ficamos mais animadas que a Nina. Estávamos deitadas quando abri um vídeo da Bia chamado RESPONDENDO A 10 PERGUNTAS POLÊMICAS... Juro que eu quase morri vendo o vídeo. Essa garota definitivamente quer me matar.
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NOSSOS DESAFIOS
FanfictionMeu nome é Priscilla Álvares Pugliese, tenho 35 anos sou CEO do Grupo Meta que possuem o Facebook, Instagram e Whatsapp, moro no Upper East Side, em Nova York. Tenho 3 filhos. Isso mesmo, 3 filhos e as vezes me pergunto o que se passou pela minha ca...
