Capítulo 165

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•Isis•

(Dia seguinte...)

Quando eu sai de lá fui buscar um hotel, porém foi em vão. Não consegui pregar o olho.

Toda hora vinha a cena deles rindo e sem blusa no meu quarto.

Acho que quebrar a confiança é a pior coisa que podem fazer com você.

Passei o dia tentando me distrai. Desliguei meu celular porque não aguentava mais receber mensagem da Maggie e fui no shopping.

Assisti um filme, gastei metade do meu salário comprando roupa, sapato e maquiagem e por fim comi bastante. Voltei para o hotel para deixar as coisas e fiquei fazendo hora até dar seis e meia para eu buscar meu filhote.

Peguei meu carro e fui.

Estaciono o carro e já percebo quem estava em casa. Maggie !

Eles não tem um pingo de respeito mesmo, impressionante.

No fundo eu sabia que isso iria acontecer. Os dois são farinha do mesmo saco, eles tem o mesmo veneno correndo pelas veias.

Saio do carro fervendo de ódio. Respiro fundo e aperto a campainha tentando manter minha humanidade.

Mas podem ter certeza que ela foi embora quando a vagabunda da Maggie abriu a porta.

- Juro que não existe palavras para descrever a filha da puta que você é e o nojo que eu sinto por você ! - falo ríspida.

- Aí foi só uma vez, era óbvio que isso iria acontecer. Jon queria vingar sua transa com o Mark. - ela diz com aquele sorriso no rosto que me levou ao início da minha vida aqui nos EUA.

- A aquela vagaba vai estar em você até seu último suspiro, impressionante! - respondo sentindo meu estômago embrulhar.

- Vaza Maggie !!! - a voz do Jonathan aparece e logo em seguida ele aparece na porta.

- Beijinhos, beijinhos. Até logo !!! - a loira aguada sai que nem uma puta.

- Entra !!! - Jonathan me puxa e fecha a porta.

- Me solta !!! - puxo meu braço fervendo de ódio.

Subo a escada correndo e entro no quarto do Oliver não o encontrando. Procuro em todos os cômodos do andar de cima e nada.

Desço mais puta da vida.

- Cadê o meu filho ? - questiono descendo os últimos degraus.

Ele caminha até mim e segura na minha mão, mas eu logo puxo.

- Ele não está em casa. Agora me escuta ! - foi a última gota da minha paciência.

- Eu nunca quis tanto sua morte. - ele suspira e ri.

- Eu vou ter que te amarrar, você está pior que criança. - olho franzindo o cenho pra ele sem perceber que ele já tinha amarrado minhas mãos.

Como eu não vi ele amarrando ?? Que porra foi essa ?

- Eu vou gritar, os vizinhos vão chamar a polícia e você vai ser preso por mais duzentos anos ! - tento desamarrar minhas mãos com meu dente.

- Grita, mas grita depois disso aqui. - ele me puxa para a sala e caminha comigo até a porta que dava para a parte de trás e externa da casa.

Respiro fundo tentando acalmar meu coração.

- Vou te explicar o que você viu. - minha respiração foi por água a baixo, ele conseguiu me irritar com essa frase.

Meu destino sempre foi vocêOnde histórias criam vida. Descubra agora