- O que foi isso - disse Maria um pouco eufórica no banco de trás
- Ai que susto doida - disse
- Me conte como tudo começou agora! - disse ela
Continuei dirigindo em direção ao condomínio e comecei a contar tudo para Maria, nos mínimos detalhes claro.
- Você sabe o que eu acho né - disse ela
- Pouco - falamos juntas e demos risada.
Roger praticamente estava boiando na situação toda, mas não se intrometeu, chegamos na casa e Maria disse que abriria o portão pois o controle não estava funcionando sabe Deus porque.
Pude reparar como a barriga dela havia crescido e que vestido largos e longos não estavam mais ajudando a esconder tanto.
- Você tem um brilho, uma ternura no olhar, quando olha para ela. - disse Roger
- Eu tenho sim. - disse - Tenho amor, carinho, compreensão, companheirismo, parceria, tenho tudo. Ela sim eu considero uma irmã. - disse
Meu primo entrou com o carro primeiro e eu estacionei do lado, entrei com Maria ligando as luzes e fui leva-la até o quarto.
- Sua barriga - disse - Já ta começando a ser impossível esconder hein - completei
- É eu sei, só não sei o que dizer se alguém perguntar. - respondeu ela
- Não responda, diga que não quer e não pode tocar nesse assunto e fim. - disse
Ela concordou, ouvi meu primo subindo com as malas e paramos de conversar, Roger deixou as malas na escada e voltou para a garagem.
- Vou ajudar lá e já volto - disse
Fui até a garagem e Roger estava de costas tirando algumas malas de dentro da capota e colocando no chão.
- Oi delicia - disse dando um tapa na bunda dele.
Ele apenas deu uma risada safada e pegou uma mala e foi até a porta da garagem, encostou a mala na porta, trancando-a, voltou até onde eu estava e ficou me olhando me esticando toda, tentando pegar uma bolsa que estava lá no fundo.
Ele não perdeu tempo, levantou minha blusa e mordeu minhas costas, aquilo me arrepiou inteira, e me fez soltar um gemidinho.
Eu me virei de frente para ele e o beijei com vontade, com tesão, com desejo.Ele me pegou no colo e me colocou sentada na capota da caminhonete, ficou me olhando por alguns segundos de cima a baixo e mordendo seu lábio inferior, levou seu braço esquerdo até minha nuca, juntou meus cabelos na sua mão e puxou com força, senti sua boca quente no meu pescoço, me levando a loucura, me fazendo ficar totalmente arrepiada, enquanto sua mão direita apertava minha coxa com força, senti sua linguá no meu ouvido, eu gemia baixinho, puxando seu cabelo com a minha mão direita.
Ele enfiou sua mão entre minhas pernas para afasta-las, percebi e afastei para ele.
- Boa menina - disse ele mordendo, beijando, chupando e enfiando a linguá no meu ouvido.
Esse tipo de coisa me deixa louca, minha vagina já implorava por um toque. Tentei tirar a camisa dele, então ele parou e a tirou. Passei minhas unhas arranhando aquele peitoral maravilhoso. Ele veio para perto de mim, se ajeitou no meio das minhas pernas e tirou minha blusa, depois meu sutiã. Começou a chupa-los com muita força, mordia o biquinho enquanto apertava com força, meu gemido era um misto de prazer e um pouco de dor, ele foi me deitando na caminhonete e desceu beijando a minha barriga, enquanto sua mão direita lutava com o botão do meu shorts, sua mão esquerda apertava meu seio com força.
Peguei sua mão esquerda e coloquei seu dedo indicador na minha boca e comecei a chupa-lo.
- Se comporta minha putinha - disse ele segurando meu rosto.
- E se eu não me comportar ? - perguntei
- Ai eu vou ter que ser mau com você, usar a força. - disse ele.
- A se eu me comportar o que eu ganho ? - perguntei
- Tudo. Mas sem muita força. - disse ele
Claro que eu não sou boba, prendi ele com as minhas pernas e peguei sua mão novamente e voltei a chupar seu dedo, ele não pensou duas vezes, se soltou de mim e tirou o cinto da bermuda, deixando a mesma cair no chão, e me dando um vista maravilhosa daquele pau implorando para sair da cueca. Ergueu minhas mãos e as prendeu com o cinto e depois colocou o resto do cinto preso na lateral da capota, onde acredito que era o lugar de prender a capa.
Aquilo me dava mais tesão ainda, eu adorava ser amarrada, ser judiada, não espancada claro, mas um pouco de força, um sexo selvagem é tudo de bom. Ele voltou a luta com o botão do shorts mas agora com as duas mãos conseguiu soltar e o arrancou, me deixando só de calcinha. Voltou ao meu corpo beijando minha coxa em direção a minha vagina.
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A Vida Da Ema
Short StoryE se o seu verdadeiro amor sempre estivesse ao seu lado? avidadaema.tumblr.com Capa feita pela linda da Renata Machado.