Cap 66

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  Fomos interrompidos pelo som do meu celular, que tocava e chegava mensagem, mas decidimos terminar.

  Ele percebeu que eu fiquei curiosa para saber o que era no meu celular, e trocou de posição, ficando papai e mamãe, ele parecia furioso, cada estocada era um grito, ele enfiava com força e fúria enquanto eu segurava em seus braços e o apertava, ele acabou gozando dentro e sem camisinha, e na hora que se lembrou tirou rapidamente.

  Queria aproveitar cada centavo gasto naquele motel, mas precisava matar a curiosidade no meu celular que ainda não tinha parado de apitar, sai da banheiro e molhei um pouco o chão.

  - Gostosa volta logo que eu ainda não acabei. - disse ele me dando mais um tapa na bunda.

  Corri até o quarto e peguei meu celular, comecei a ler as mensagens da Maria que parecia bem brava, comecei a rir sozinha.

  **Parei para comer, já já eu chego, vai para sua casa ué**

  Desliguei o telefone e o joguei na bolsa, e acabei lembrando que eu tinha uma caixa com vibradores diversos dentro do carro, como a garagem era fechada me enrolei na toalha e sai.

  - Ema onde você ta indo sua louca? - gritou Miro

  Voltei rapidamente, com uma pequena caixinha preta e ele estava na cama enrolado no lençol.

  - Você não molhou a cama né? - perguntei  

  Ele apenas riu e disse que havia se enxugado, eu odiava cama molhada.

  - O que tem ai? - perguntou ele puxando a caixa.

  - Se você já pegou para ver porque pergunta. - disse

  - Uma algema que interessante, mas não vou usa-la agora - disse ele mordendo os lábios - Quanto vibrador Ema, não tem macho onde você mora não ? - perguntou ele

  - Não vou ficar levando todo dia um homem diferente pro prédio, esqueceu daquele casal de idoso que praticamente cuidava de mim. - disse rindo.

  Ele colocou a caixa de lado e ficou de joelhos na cama me olhando, tirou minha toalha e me jogou na cama.

  - Pensando bem, acho que vou usar essa algema. - ele riu.

  Ri da cara que ele fazia naquele momento, ele me mandou virar de bruços e prendeu minhas mãos para trás, acho que por um momento eu me senti uma prisioneira, afinal era minha algema que eu usava para prender os outros e não eu mesma, ele me ajeitou me colocando sentada na cama, e continuou a mexer na caixa.

  Fiquei olhando para ele, esperando a sua próxima ação, ele pegou um descanso de olhos preto que eu tinha na caixa e colocou nos meus olhos, me deitou na cama de uma forma que não me machucasse com as algemas, ouvi ele pegando algo na caixa e senti algo gelado sendo preso ao meu clítoris e um em cada seio, pelo tamanho era meus vibradores rosas pequenos, mas ele ainda não havia ligado, ele então me levantou e me levou até alguma parte do quarto com cuidado, me deitou sobre uma mesa e tirou o descanso dos meus olhos, me senti uma louca, eu usava tudo aquilo em outras meninas, claro que eu limpava direitinho. ele então ligou cada um dos vibradores.

  - Safado. - disse

  - Você ainda não viu nada, vadia. - disse ele se ajoelhando atras de mim.

  A mesa era um pouco desconfortável, e logo sua linguá invadiu minha vagina, e eu gemi, ele colocou um vibrador anal no meu cú, e ligou sua língua quente me fazia gemer cada vez mais alto.

  - Quero esse pau logo dentro dela. - eu praticamente implorava.

  - Cala a boca, quem manda aqui sou eu, agora você só obedece. - disse ele me dando um tapa na bunda

A Vida Da EmaOnde histórias criam vida. Descubra agora